Gareth Bale, 21 gols em 33 jogos na Premier League 2012/13.
Se Dodô é o artilheiro dos gols bonitos, Bale é, sei lá, Deus.
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quarta-feira, maio 22, 2013
Golaços verde-amarelos
Com gols de Fernandinho, Alex Teixeira e Taison, o Shakhtar bateu o Odessa, nesta quarta-feira, por 3 a 0, e faturou a Copa da Ucrânia. O primeiro e o terceiro, golaços.
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terça-feira, maio 21, 2013
Cavani citizen?
Pode se acostumar. Durante os próximos dois meses o futebol europeu vai viver de especulação. Muita notícia mentirosa, porém muita informação fundamentada. A que mais me chamou a atenção hoje - não sei se no campo da especulação ou da informação - envolve Manchester City, Napoli, Cavani e Dzeko. Segundo The Sun, essa troca pode ocorrer.
O uruguaio Edinson Cavani, em três temporadas, de acordo com o site oficial do clube italiano, somou 104 gols em 136 jogos (em 2012/2013, 38 gols em 43 partidas). Uma marca, convenhamos, extraordinária.
Outro nome que ganha força no City, através do treinador Manuel Pellegrini, é Isco, do Málaga. Em contrapartida, Agüero poderia sair para o Real Madrid (veja aqui no Mail Online). Isco e Cavani, sem dúvida, seriam duas contratações monstruosas. A possível saída de Agüero, no entanto, seria uma baixa imensurável. O argentino é nada menos que o melhor atleta de um dos melhores elencos do planeta.
No melhor dos mundos para os citizens, contudo, Isco e Cavani chegariam, e Agüero permaneceria (o que, penso eu, não seria difícil de acontecer). E a equipe poderia alinhar Silva, Touré, Barry e Isco na meia cancha, além de ter na dupla de frente Agüero e Cavani. Só isso. Há pouco mais de uma semana, por sinal, publiquei uma prancheta baseado nessas especulações/informações. Confira aqui.
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O uruguaio Edinson Cavani, em três temporadas, de acordo com o site oficial do clube italiano, somou 104 gols em 136 jogos (em 2012/2013, 38 gols em 43 partidas). Uma marca, convenhamos, extraordinária.
Outro nome que ganha força no City, através do treinador Manuel Pellegrini, é Isco, do Málaga. Em contrapartida, Agüero poderia sair para o Real Madrid (veja aqui no Mail Online). Isco e Cavani, sem dúvida, seriam duas contratações monstruosas. A possível saída de Agüero, no entanto, seria uma baixa imensurável. O argentino é nada menos que o melhor atleta de um dos melhores elencos do planeta.
No melhor dos mundos para os citizens, contudo, Isco e Cavani chegariam, e Agüero permaneceria (o que, penso eu, não seria difícil de acontecer). E a equipe poderia alinhar Silva, Touré, Barry e Isco na meia cancha, além de ter na dupla de frente Agüero e Cavani. Só isso. Há pouco mais de uma semana, por sinal, publiquei uma prancheta baseado nessas especulações/informações. Confira aqui.
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sexta-feira, maio 17, 2013
Luxa assume alto risco e paga caro
Aos 37 minutos do segundo tempo. Foi somente aos 37 minutos do segundo tempo que ocorreu a primeira substituição do Grêmio, logo depois (ou por causa) do gol do Santa Fé. Isso na altitude de Bogotá, onde um novo par de pulmões não faz mal a ninguém. Se o time treinado por Luxemburgo estivesse fazendo uma boa partida, vá lá, poderia se compreender essa demora por uma alteração. Mas não foi o caso. Pelo contrário.

A estratégia da comissão técnica para esse jogo foi equivocada, a meu ver. Nos 2600 metros de altitude da capital colombiana, o Grêmio se compactou com as duas linhas de quatro habituais e buscou o contra golpe com a dupla de ataque. No entanto nem meias, nem volantes, nem laterais se aproximaram com frequência dos isolados Barcos e Vargas. Barcos e Vargas que, por suas vezes, sem a posse da bola, recuavam demais, e quando a retomavam, tinham quilômetros e quilômetros de grama pela frente até a área adversária (correria individual em demasia, que resultou em muito cansaço e pouca produtividade).
Posso estar enganado, contudo fiquei com a impressão de que o Grêmio entrou em campo com o resultado do jogo de ida embaixo do braço, pensando no empate, talvez no zero a zero. Queria achar um gol, jogar por uma bola, queria vencer, claro. Porém sem discriminar a possibilidade de classificação com um zero a zero. O problema é que, no mata-mata, o gol fora de casa é meio caminho andado. E o gol sofrido na Arena não permitiria que a postura tricolor em Bogotá fosse do jeito que foi. Ou seja: o Grêmio entrou com o resultado da partida de ida (vitória) embaixo do braço, mas não deu tanta importância ao placar dela (2 a 1). Luxemburgo sabia disso, assumiu o risco desde o início, e pagou caro por isso.
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A estratégia da comissão técnica para esse jogo foi equivocada, a meu ver. Nos 2600 metros de altitude da capital colombiana, o Grêmio se compactou com as duas linhas de quatro habituais e buscou o contra golpe com a dupla de ataque. No entanto nem meias, nem volantes, nem laterais se aproximaram com frequência dos isolados Barcos e Vargas. Barcos e Vargas que, por suas vezes, sem a posse da bola, recuavam demais, e quando a retomavam, tinham quilômetros e quilômetros de grama pela frente até a área adversária (correria individual em demasia, que resultou em muito cansaço e pouca produtividade).
Posso estar enganado, contudo fiquei com a impressão de que o Grêmio entrou em campo com o resultado do jogo de ida embaixo do braço, pensando no empate, talvez no zero a zero. Queria achar um gol, jogar por uma bola, queria vencer, claro. Porém sem discriminar a possibilidade de classificação com um zero a zero. O problema é que, no mata-mata, o gol fora de casa é meio caminho andado. E o gol sofrido na Arena não permitiria que a postura tricolor em Bogotá fosse do jeito que foi. Ou seja: o Grêmio entrou com o resultado da partida de ida (vitória) embaixo do braço, mas não deu tanta importância ao placar dela (2 a 1). Luxemburgo sabia disso, assumiu o risco desde o início, e pagou caro por isso.
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quinta-feira, maio 16, 2013
Alexandre paga o pato
Por que Pato tem ficado no banco? Não tão pura e simplesmente assim, porque Renato Augusto está fora. Tese de Paulo Calçade, pela qual eu confesso minha simpatia. Resumindo a grosso modo, porque Renato Augusto é dois em um, preenche o flanco direito e a faixa central com a mesma volúpia, cumpre diversas funções - virtude que facilita o encaixe entre Pato e Guerrero na frente. Não foi bem com essas palavras, mas foi assim que interpretei a colocação de Calçade.

Quando Pato foi anunciado pelo Corinthians (e Renato), a primeira coisa que me veio à cabeça foi: saem Emerson e Jorge Henrique, e o 4-2-3-1 dá lugar ao 4-4-2 em linha, com Pato e Guerrero formando a dupla de ataque de ofício (veja aqui). Lá pelas tantas, para minha expectativa, foi o que aconteceu. Na partida contra o Millonarios, no final de fevereiro, por exemplo, a formação teve Renato, Paulinho, Ralf e Danilo alinhados na meia cancha (confira aqui). O time estava jogado bem dessa maneira, sendo o ex-Leverkusen o principal destaque alvinegro. Até ele se machucar no fim de março.
Sem seu extremo-direito titular, Tite passou a jogar com Romarinho por ali. Que, diga-se, entrou muito bem. Ainda que com características diferentes das de Renato Augusto (o que acabou sobrecarregando Danilo na armação), tomou conta do corredor destro da equipe. Paralelamente a isso, contudo, Pato (que também ficou no estaleiro um tempinho) foi perdendo espaço para Emerson, e o 4-4-2 saindo de cena para o 4-2-3-1 velho de guerra voltar, com Romarinho, Danilo e Emerson na linha de três. Exemplos? A quarta de final do Paulistão contra a Ponte Preta, e a ida e a volta das oitavas contra o Boca.
A tese é pertinente. Talvez coletivamente a engrenagem não funcione sem sua peça-chave, chamada Renato Augusto. E quem paga o pato, no fim das contas, é Alexandre. Mas às vezes me pergunto se com justiça. Apesar de seu eventual ar blasé em campo, me pergunto se é justo que Alexandre pague o pato. Me pergunto se seu talento não pode, ou poderia, compensar a carência tática e técnica provocada pela ausência de Renato Augusto. Me pergunto se, mesmo sem Renato Augusto, ele não poderia ter sido titular na Bombonera e no Pacaembu, nos duelos com o Boca Juniors. Me pergunto se Tite não poderia ter aberto mão dum esquema seguro, solidificado, em prol da qualidade, do ponto de desequilíbrio chamado Pato...
Me pergunto, penso, e me respondo: sim, poderia.
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Quando Pato foi anunciado pelo Corinthians (e Renato), a primeira coisa que me veio à cabeça foi: saem Emerson e Jorge Henrique, e o 4-2-3-1 dá lugar ao 4-4-2 em linha, com Pato e Guerrero formando a dupla de ataque de ofício (veja aqui). Lá pelas tantas, para minha expectativa, foi o que aconteceu. Na partida contra o Millonarios, no final de fevereiro, por exemplo, a formação teve Renato, Paulinho, Ralf e Danilo alinhados na meia cancha (confira aqui). O time estava jogado bem dessa maneira, sendo o ex-Leverkusen o principal destaque alvinegro. Até ele se machucar no fim de março.
Sem seu extremo-direito titular, Tite passou a jogar com Romarinho por ali. Que, diga-se, entrou muito bem. Ainda que com características diferentes das de Renato Augusto (o que acabou sobrecarregando Danilo na armação), tomou conta do corredor destro da equipe. Paralelamente a isso, contudo, Pato (que também ficou no estaleiro um tempinho) foi perdendo espaço para Emerson, e o 4-4-2 saindo de cena para o 4-2-3-1 velho de guerra voltar, com Romarinho, Danilo e Emerson na linha de três. Exemplos? A quarta de final do Paulistão contra a Ponte Preta, e a ida e a volta das oitavas contra o Boca.
A tese é pertinente. Talvez coletivamente a engrenagem não funcione sem sua peça-chave, chamada Renato Augusto. E quem paga o pato, no fim das contas, é Alexandre. Mas às vezes me pergunto se com justiça. Apesar de seu eventual ar blasé em campo, me pergunto se é justo que Alexandre pague o pato. Me pergunto se seu talento não pode, ou poderia, compensar a carência tática e técnica provocada pela ausência de Renato Augusto. Me pergunto se, mesmo sem Renato Augusto, ele não poderia ter sido titular na Bombonera e no Pacaembu, nos duelos com o Boca Juniors. Me pergunto se Tite não poderia ter aberto mão dum esquema seguro, solidificado, em prol da qualidade, do ponto de desequilíbrio chamado Pato...
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terça-feira, maio 14, 2013
Ponto para o treinador do Brasil
Felipão faz bem. Tanto pensando na Copa das Confederações quanto na Copa do Mundo, Felipão faz bem. Por uma série de motivos. Quer dizer, por um motivo: Oscar.

Se é que o treinador vai adotar o 4-2-3-1 como esquema base, o nome mais indicado para assumir a faixa central da linha de três chama-se Oscar. É por onde Ronaldinho joga no Atlético, eu sei. Porém, sem a bola, Oscar é muito mais participativo (Felipão, inclusive, falou em "boa vontade" dos jovens da lista). Hoje o meia do Chelsea corre com as próprias pernas, não precisa de gente correndo por ele, como, querendo ou não, acontece no Galo. Já com a bola, se não produz lances plásticos como Ronaldinho, é tão ou mais eficiente quanto. No quesito funções, o ex-São Paulo e Inter tem totais condições de cumprir todas (distribuição de jogo, aproximação dos pontas, aproximação do centroavante, infiltração na área, finalização...).
Outro ponto pró-decisão do Felipão é que, quando Ronaldinho está em campo, a equipe sofre um efeito colateral tático. Para acomodá-lo pelo corredor central, Oscar é deslocado à beirada direita. Quando jogaram juntos, por exemplo, a linha de três foi Oscar, Ronaldinho e Neymar (com Kaká também). Ou seja: com R10 no gramado, além de sair da sua praia, por dentro, Oscar ocupa a vaga de dois pontas de ofício (Lucas e Hulk). Logo, no fim das contas, vejo esse remanejo como deficitário.
Outro motivo, que na real não tem tanto a ver com Oscar, é a endeusada experiência. Muito se fala que Ronaldinho poderia servir como experiência dentro das quatro linhas. Poderia. Se não houvesse outras alternativas, como Julio César (no gol, é verdade), Thiago Silva, David Luiz, Hernanes e Fred. Na prática, quatro jogadores de linha com vivência de Europa (Fred um pouco menos), com horas e horas de voo em batalhas contra atletas que enfrentarão o Brasil na Copa das Confederações e do Mundo. Lembro, aliás, que no Bola da Vez, da ESPN Brasil, Paul Breitner disse que é preciso um líder para cada seis jogadores. Okay, Breitner não é o Mestre dos Magos, eu sei. Mas confesso que gostei desse pensamento e fiquei com ele na cabeça.
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Se é que o treinador vai adotar o 4-2-3-1 como esquema base, o nome mais indicado para assumir a faixa central da linha de três chama-se Oscar. É por onde Ronaldinho joga no Atlético, eu sei. Porém, sem a bola, Oscar é muito mais participativo (Felipão, inclusive, falou em "boa vontade" dos jovens da lista). Hoje o meia do Chelsea corre com as próprias pernas, não precisa de gente correndo por ele, como, querendo ou não, acontece no Galo. Já com a bola, se não produz lances plásticos como Ronaldinho, é tão ou mais eficiente quanto. No quesito funções, o ex-São Paulo e Inter tem totais condições de cumprir todas (distribuição de jogo, aproximação dos pontas, aproximação do centroavante, infiltração na área, finalização...).
Outro ponto pró-decisão do Felipão é que, quando Ronaldinho está em campo, a equipe sofre um efeito colateral tático. Para acomodá-lo pelo corredor central, Oscar é deslocado à beirada direita. Quando jogaram juntos, por exemplo, a linha de três foi Oscar, Ronaldinho e Neymar (com Kaká também). Ou seja: com R10 no gramado, além de sair da sua praia, por dentro, Oscar ocupa a vaga de dois pontas de ofício (Lucas e Hulk). Logo, no fim das contas, vejo esse remanejo como deficitário.
Outro motivo, que na real não tem tanto a ver com Oscar, é a endeusada experiência. Muito se fala que Ronaldinho poderia servir como experiência dentro das quatro linhas. Poderia. Se não houvesse outras alternativas, como Julio César (no gol, é verdade), Thiago Silva, David Luiz, Hernanes e Fred. Na prática, quatro jogadores de linha com vivência de Europa (Fred um pouco menos), com horas e horas de voo em batalhas contra atletas que enfrentarão o Brasil na Copa das Confederações e do Mundo. Lembro, aliás, que no Bola da Vez, da ESPN Brasil, Paul Breitner disse que é preciso um líder para cada seis jogadores. Okay, Breitner não é o Mestre dos Magos, eu sei. Mas confesso que gostei desse pensamento e fiquei com ele na cabeça.
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segunda-feira, maio 13, 2013
Possível Manchester City 2013/14
Esses dias, baseado em rumores e nada além de rumores, montei na prancheta um possível Manchester United 2013/14. Baines e Fellaini estão no onze titular. Cristiano Ronaldo também (mas poderia ser Di María ou James). Confira aqui.
Agora, baseado em novas informações, ainda que no campo da especulação, resolvi fazer o mesmo com o primo rico da cidade. Isso porque está praticamente certo que Manuel Pellegrini assumirá o cargo de Roberto Mancini no Manchester City. E poderá trazer com ele, do Málaga, Isco (€ 30 milhões), além do goleador do Napoli, Cavani (€ 60 milhões). Leia aqui, no Mirror Football.

No papel, convenhamos, um senhor time. Com um novo extremo-esquerdo e um novo centroavante, posições carentes do elenco citizen. Na verdade não sei se posso falar em carência num plantel desses. Muricy me mataria se lesse isso. Okay, "carentes", entre aspas, pois Isco e Cavani chegariam para jogar nas vagas de nada menos que Nasri (Milner) e Tevez (Dzeko).
Outro ponto positivo, se esse mega pacote desembarcasse no Etihad Stadium, seria a presença de jogadores de linha que falam a mesma língua, literalmente. Zabaleta à parte, o quarteto ofensivo inteiro falaria o mesmo idioma (Silva-ESP, Isco-ESP, Agüero-ARG e Cavani-URU). A exemplo do treinador, que é chileno. Pode ser. Talvez seja um detalhe pequeno. Porém, a meu ver, digno de citação.
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Agora, baseado em novas informações, ainda que no campo da especulação, resolvi fazer o mesmo com o primo rico da cidade. Isso porque está praticamente certo que Manuel Pellegrini assumirá o cargo de Roberto Mancini no Manchester City. E poderá trazer com ele, do Málaga, Isco (€ 30 milhões), além do goleador do Napoli, Cavani (€ 60 milhões). Leia aqui, no Mirror Football.

No papel, convenhamos, um senhor time. Com um novo extremo-esquerdo e um novo centroavante, posições carentes do elenco citizen. Na verdade não sei se posso falar em carência num plantel desses. Muricy me mataria se lesse isso. Okay, "carentes", entre aspas, pois Isco e Cavani chegariam para jogar nas vagas de nada menos que Nasri (Milner) e Tevez (Dzeko).
Outro ponto positivo, se esse mega pacote desembarcasse no Etihad Stadium, seria a presença de jogadores de linha que falam a mesma língua, literalmente. Zabaleta à parte, o quarteto ofensivo inteiro falaria o mesmo idioma (Silva-ESP, Isco-ESP, Agüero-ARG e Cavani-URU). A exemplo do treinador, que é chileno. Pode ser. Talvez seja um detalhe pequeno. Porém, a meu ver, digno de citação.
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Manchester City
Jô na lista dos 23: por que não?
Se futebol é momento, a nove é do Jô. Ele está técnica, física e emocionalmente, no momento, à frente de Fred e Pato - seus supostos concorrentes. Enquanto o atacante do Fluminense volta aos poucos de lesão e o do Corinthians amarga a reserva, Jô tem deitado e rolado vestido de preto e branco. A questão é: pode render o mesmo de verde e amarelo?
Não sei. Se fosse uma rodada dupla de amistosos ao vento, como tem acontecido, por causa da ausência nas Eliminatórias, até pensaria que não. O treinador não teria tempo para treinar o time e provavelmente o jogador do Galo se sentiria um peixe fora d’água, por nunca ter sido convocado. Mas como há dois amistosos, mais uma competição por vir, se não de sobra, haverá tempo para treinar. Logo, o papo "não tem tempo para treinar" não cola. Dito isso, ainda assim, por uma questão de entrosamento, de condicionamento e de repetição, entendo que o rendimento de Jô (e da maioria dos jogadores) tenda a ser maior no clube do que na seleção.

Em relação aos supostos concorrentes, Fred e Pato, Jô está hoje à frente. Tecnicamente tem jogado mais, tem tido mais sequência, tem feito mais gols. Emocionalmente está um degrau acima, transpirando confiança (além de momento, futebol é, assim como na vida, acima de tudo, confiança). Fisicamente tem voado, ganhando todas divididas e se movimentado, participado, sem a bola, com mais intensidade (defensiva e ofensivamente). Taticamente, na fase ofensiva, tem oferecido um amplo leque de alta qualidade aos companheiros - inclusive com jogadas pelo alto, em especial quando tem atuado de costas e desviado de cabeça os lançamentos (leia mais aqui).
Jô é Van Persie? É Cavani? É Falcao? Não. É o centroavante do Brasil na Copa do Mundo? Não sei. 2014 são outros quinhentos. Só sei que, por ora, pensando na Copa das Confederações, ele deveria pintar na lista dos 23, pelos motivos descritos no parágrafo anterior. Se não para ser titular, pelo menos para compor o elenco. Na vaga de quem Jô poderia entrar? De Fred? De Pato? Não. Nenhum dos dois. Na vaga do "reserva do Neymar", que hoje, imagino eu, chama-se Osvaldo.
Honestamente? Na real, no fundo, não creio que Felipão irá levá-lo. E, honestamente, compreendo a decisão de deixá-lo de fora (se é que essa decisão será tomada). Jô não foi convocado nenhuma vez por ele, e não deve ser aos 45 do segundo tempo que será. Guardadas devidas proporções, é semelhante a Ganso e Neymar com Dunga em 2010. "Nunca jogou comigo, como posso levar?" Confesso que não gosto tampouco aprovo esse argumento, mas, convenhamos, ele é compreensível e aceitável (se é que Jô deixará de ser chamado por Scolari sob esse argumento).
PS: Nas Olimpíadas de Pequim, em 2008, sob o comando de Dunga, Jô era banco de Pato (e Sobis). Na partida que decidiu o bronze, citada na legenda da foto, ele foi titular e marcou dois gols. Relembre aqui e aqui.
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Não sei. Se fosse uma rodada dupla de amistosos ao vento, como tem acontecido, por causa da ausência nas Eliminatórias, até pensaria que não. O treinador não teria tempo para treinar o time e provavelmente o jogador do Galo se sentiria um peixe fora d’água, por nunca ter sido convocado. Mas como há dois amistosos, mais uma competição por vir, se não de sobra, haverá tempo para treinar. Logo, o papo "não tem tempo para treinar" não cola. Dito isso, ainda assim, por uma questão de entrosamento, de condicionamento e de repetição, entendo que o rendimento de Jô (e da maioria dos jogadores) tenda a ser maior no clube do que na seleção.

Em relação aos supostos concorrentes, Fred e Pato, Jô está hoje à frente. Tecnicamente tem jogado mais, tem tido mais sequência, tem feito mais gols. Emocionalmente está um degrau acima, transpirando confiança (além de momento, futebol é, assim como na vida, acima de tudo, confiança). Fisicamente tem voado, ganhando todas divididas e se movimentado, participado, sem a bola, com mais intensidade (defensiva e ofensivamente). Taticamente, na fase ofensiva, tem oferecido um amplo leque de alta qualidade aos companheiros - inclusive com jogadas pelo alto, em especial quando tem atuado de costas e desviado de cabeça os lançamentos (leia mais aqui).
Jô é Van Persie? É Cavani? É Falcao? Não. É o centroavante do Brasil na Copa do Mundo? Não sei. 2014 são outros quinhentos. Só sei que, por ora, pensando na Copa das Confederações, ele deveria pintar na lista dos 23, pelos motivos descritos no parágrafo anterior. Se não para ser titular, pelo menos para compor o elenco. Na vaga de quem Jô poderia entrar? De Fred? De Pato? Não. Nenhum dos dois. Na vaga do "reserva do Neymar", que hoje, imagino eu, chama-se Osvaldo.
Honestamente? Na real, no fundo, não creio que Felipão irá levá-lo. E, honestamente, compreendo a decisão de deixá-lo de fora (se é que essa decisão será tomada). Jô não foi convocado nenhuma vez por ele, e não deve ser aos 45 do segundo tempo que será. Guardadas devidas proporções, é semelhante a Ganso e Neymar com Dunga em 2010. "Nunca jogou comigo, como posso levar?" Confesso que não gosto tampouco aprovo esse argumento, mas, convenhamos, ele é compreensível e aceitável (se é que Jô deixará de ser chamado por Scolari sob esse argumento).
PS: Nas Olimpíadas de Pequim, em 2008, sob o comando de Dunga, Jô era banco de Pato (e Sobis). Na partida que decidiu o bronze, citada na legenda da foto, ele foi titular e marcou dois gols. Relembre aqui e aqui.
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domingo, maio 12, 2013
Linha de três no Top 10
Bem bolado esse Top 50 do Caught Offside. Confira aqui. Os 50 melhores jogadores jovens do momento, com idade até 22 anos. Muitos deles, por sinal, estão na Seleção Mundial Sub-23 que rabisquei aqui no blog esses dias, como Courtois, Nastasic, Alaba, Pogba, Verratti, El Shaarawy, Götze, Oscar, e por aí vai.
Entre os 50, apenas cinco brasileiros (apenas entre aspas, né, porque se trata de uma proporção boa). Em contrapartida, três deles estão no Top 10. Além de Marquinhos da Roma (37º) e Coutinho do Liverpool (19º), a 9ª posição pertence a Lucas, a 8ª a Oscar, e a 1ª a Neymar. Curiosa e justamente, não à toa, é a linha de três que eu defendo na Seleção há cerca de dois meses (veja).

Embora esse time não tenha saído do papel ainda - e provavelmente nem chegue a sair -, imagino que a estrutura tática mais indicada seja o 4-2-3-1, com dois volantes (Ramires e David Luiz, ou Fernando, ou Hernanes), o centroavante (Fred, Pato ou Jô), mais a linha de três composta por Lucas à direita, Oscar pela faixa central e Neymar à esquerda (na linha de quatro, Daniel ou Rafael, Thiago Silva, Dante e Marcelo). Na teoria, me parece a opção mais apropriada para a competição que vem aí.
Quem pintará na lista dos 23 de Felipão, só saberemos na terça-feira. Mas uma coisa eu sei: até em função da Copa do Mundo, o trio verde e amarelo do Top 10 do Caught Offside tem de ser titular na Copa das Confederações, de preferência com o jogador do PSG pela direita, o do Santos pela esquerda e o do Chelsea por dentro.
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Entre os 50, apenas cinco brasileiros (apenas entre aspas, né, porque se trata de uma proporção boa). Em contrapartida, três deles estão no Top 10. Além de Marquinhos da Roma (37º) e Coutinho do Liverpool (19º), a 9ª posição pertence a Lucas, a 8ª a Oscar, e a 1ª a Neymar. Curiosa e justamente, não à toa, é a linha de três que eu defendo na Seleção há cerca de dois meses (veja).

Embora esse time não tenha saído do papel ainda - e provavelmente nem chegue a sair -, imagino que a estrutura tática mais indicada seja o 4-2-3-1, com dois volantes (Ramires e David Luiz, ou Fernando, ou Hernanes), o centroavante (Fred, Pato ou Jô), mais a linha de três composta por Lucas à direita, Oscar pela faixa central e Neymar à esquerda (na linha de quatro, Daniel ou Rafael, Thiago Silva, Dante e Marcelo). Na teoria, me parece a opção mais apropriada para a competição que vem aí.
Quem pintará na lista dos 23 de Felipão, só saberemos na terça-feira. Mas uma coisa eu sei: até em função da Copa do Mundo, o trio verde e amarelo do Top 10 do Caught Offside tem de ser titular na Copa das Confederações, de preferência com o jogador do PSG pela direita, o do Santos pela esquerda e o do Chelsea por dentro.
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