quinta-feira, abril 10, 2014

Qual brasileiro vai mais longe?

Os outros jogadores do Atlético inscritos na Libertadores: Giovanni, Lee, Réver, Edcarlos, Jemerson, Lucas Cândido, Pedro Botelho, Alex, Claudinei, Fillipe Soutto, Josué, Rosinei, Renan Oliveira, Guilherme, André, Marion, Carlos, Neto Berola, Leonardo (Anelka?).



Os outros jogadores do Cruzeiro inscritos na Libertadores: Elisson, Alan, Alex, Léo, Wallace, Mayke, Egídio, Souza, Tinga, Rodrigo Souza, Nilton, Elber, Alisson, Marlone, Martinuccio, Willian, Borges, Luan, Marcelo Moreno.



Os outros jogadores do Grêmio inscritos na Libertadores: Busatto, Tiago, Bressan, Saimon, Pedro Geromel, Breno, Moisés, Tinga, Léo Gago, Adriano, Matheus Biteco, Jean Deretti, Alán Ruiz, Zé Roberto, Maxi Rodríguez, Everton, Everaldo, Lucas Coelho, Kleber.



CORREÇÃO: Renan Oliveira e Leonardo estão no Sport, e não no Atlético.

quarta-feira, abril 09, 2014

Pardal ou não, Pep é o cara

A não ser que você jogue, sei lá, com duas linhas de cinco, é impossível preencher os corredores laterais e a faixa central ao mesmo tempo. Ou se ocupa o lado direito e o meio, ou o meio e o lado esquerdo. Jamais os três ao mesmo tempo. Por isso, penso eu, Guardiola optou por colar Robben e Ribéry às linhas laterais, bem abertos, justamente para alargar e abrir espaços entre os defensores do Manchester United.

Ao passo que Robben e Ribéry ocupavam as extremidades do campo, com a posse (ou seja, em praticamente 70% do tempo), os laterais avançavam por dentro, uma movimentação que me surpreendeu. Tanto Lahm quanto Alaba, quando o Bayern tinha a bola, subiam simultaneamente pela faixa central, no intuito, penso eu, de criar a superioridade numérica no setor do meio campo. Na prática, porém, Kagawa e Valencia se desdobravam na defesa: ora vinham por dentro para acompanhar os laterais adversários, ora fechavam por fora e dobravam a marcação nos pontas adversários, somados a Evra e Jones.



Esse foi o panorama do primeiro tempo. United fechado lá atrás à espera da retomada e da transição ofensiva rápida, do contra ataque, em regra puxado por Rooney e Welbeck (ou Valencia, Kagawa). Já o Bayern trabalhou a posse na base do passe, sem conseguir criar chances efetivas de gol. Na segunda etapa, contudo, o jogo foi mais aberto, mais franco, menos tático e mais rico em emoção, lá e cá. Trocação pura. Isso graças à postura dos Red Devils na volta do intervalo, em favor da posse própria, e, claro, graças ao(s) gol(s).

Até então preso lá atrás, preocupado com Robben, Evra deu uma escapada, chegou à frente sem ser incomodado e, com uma bomba de prima, abriu o placar aos 57'. Dois minutos depois Mandzukic já empatou. E aos 68', Müller virou, após cruzamento de Robben, que solitário superou por um momento a dupla Evra-Kagawa. Mais tarde, aos 76', o holandês faria o dele, a seu estilo, trazendo da direita para dentro e batendo de esquerda, decretando o placar final: 3 a 1 (4 a 2 no agregado).

Sou fã de Guardiola, porém confesso que não entendi direito, ou acho que não aprovei, digamos assim, esse papo de trazer os laterais por dentro e deixar os pontas bem abertos. Não sei se chegou a ser um Professor Pardal, porém admito minha surpresa e meu estranhamento com certas decisões tomadas por ele. Mas Pep é isso. Sai do lugar comum. Quebra paradigmas táticos. Inova. E toda inovação causa suspeita. Deu certo contra o United? Tenho minhas dúvidas. A vitória veio e o Bayern está classificado à semifinal da Champions League, entretanto ela poderia ter sido facilitada. Mas enfim, como disse, sou fã do treinador catalão e admiro demais seu trabalho, com ou sem "pardalices". De fato, Guardiola escreve seu nome na história do futebol.

sexta-feira, abril 04, 2014

Por que o Cruzeiro é meu favorito

Não vi o jogo de ontem contra a La U. Confesso que não quis ver, acho que por nervosismo, ansiedade. Não que eu seja cruzeirense. Não sou. Não torço pelo Cruzeiro. Torço por mim. Ou melhor: torço para que meu palpite se confirme. Palpite que você sabe qual é, se me segue no Twitter: Cruzeiro campeão da Libertadores 2014. Quer dizer, não cravo que o Cruzeiro será o campeão, né. Não sou louco. Futebol é futebol. Mas quando me perguntam quem é meu favorito, respondo na lata: o Cruzeiro. Se será campeão ou não são outros quinhentos.

Por que o Cruzeiro é, desde o final do ano passado, o meu favorito ao título da Libertadores 2014? Primeiramente, por causa do elenco. Quando aponto um favorito, inicialmente me baseio na qualidade do elenco, e para mim o elenco cruzeirense é o melhor do Brasil e da América Latina (embora eu não conheça tão bem os plantéis dos demais participantes da competição, logo reconheço essa soberba da minha parte). O tempo me ensinou, entretanto, que elenco não ganha campeonato sozinho. Ajuda e muito, é essencial, é fundamental, contudo futebol não é ciência exata, graças a Deus.



Outro motivo que me levou a apontar o Cruzeiro como o favorito (gosto de apontar apenas um favorito, apontar dois ou três é mole, é fácil, é lindo) é a qualidade da comissão técnica, a maneira como Marcelo Oliveira enxerga o futebol. Basta lembrar do campo e bola do time treinado por ele no Brasileirão 2013. Nenhum outro time sequer se aproximou daquele futebol envolvente. Mas, claro, pontos corridos são uma coisa, mata-mata é outra. Nos pontos corridos, quando se tem um elenco bom em quantidade e qualidade, a vida fica mais fácil. Já no mata-mata o buraco é mais embaixo, nem sempre o considerado melhor vence.

Futebol não é matemática, não quer dizer que o clube com melhor elenco e melhor treinador irá conquistar o título do torneio em questão (ainda mais em torneio mata-mata, como é a Copa Libertadores). Uma equipe campeã é moldada no dia a dia, nos treinamentos, na dedicação, na disciplina dos atletas, na capacidade técnica e psicológica do treinador, na capacidade do líder do grupo (o treinador) em manter todos focados no mesmo objetivo, e só estando lá dentro do CT para saber se Marcelo Oliveira e os jogadores do Cruzeiro estão comprometidos e trabalhando duro. Se estiverem, as chances de título crescem. Porém não se pode esquecer que seu adversário quer o título tanto quanto você, e o que faz a diferença é a preparação (aprendi isso com Bernardinho, recomendo demais o livro dele – Transformando Suor em Ouro). Se você se preparar melhor que seu adversário, suas chances aumentam.

Enfim, como disse, se o Cruzeiro vai ser o campeão ou não, são outros quinhentos. Diga-se de passagem, falta passar pela fase de grupos. Será preciso, salvo engano, golear o Real Garcilaso no Mineirão para chegar às oitavas (odeio essas contas, é isso, né?). Aí, a partir das oitavas, qualquer um pode matar ou morrer. No mata-mata qualquer um pode sobreviver ou ficar pelo caminho (basta lembrar da Copa do Brasil do ano passado, quando o próprio Cruzeiro foi eliminado pelo Flamengo, por exemplo, um time dito inferior).

Vou torcer pelo Cruzeiro? Vou. Não por ser cruzeirense, pois não sou, mas como disse, para que meu palpite se confirme. Egoísmo da minha parte? Estou pensando só em mim? Talvez. Talvez, não. Com certeza. Antes de ficar bravo comigo, no entanto, admita que todos somos egoístas e que todos torcemos para nós mesmos. (O gene é egoísta, meu filho. Bem-vindo ao mundo.) Se der certo, se o Cruzeiro levantar o troféu, vou falar "Não falei!? Sou foda." Agora, se o Cruzeiro ficar pelo caminho, vou ter de aguentar as cornetadas nas redes sociais.

quarta-feira, abril 02, 2014

Xavi ou Fàbregas. Ou um, ou outro

Terminei o post assim: “É uma questão de comparação, de custo-benefício, como tudo na vida. E pode ser que Martino tenha chegado à conclusão de que, sim, vale a pena "sacrificar" Neymar na ponta direita para que o time, coletivamente, com Iniesta na ponta esquerda (e Busquets, Xavi e Fàbregas no meio), atinja um nível mais satisfatório.” Leia aqui a íntegra.

O 1 a 1 contra o Atlético, pelo jogo de ida das quartas da Champions, no Camp Nou, reabriu a discussão (pelo menos na minha cabeça). Será mesmo que vale a pena? Pois quando joga na ponta direita, Neymar é apenas um bom atacante. Okay, um ótimo atacante. Quando joga na ponta esquerda, porém, Neymar é um dos melhores jogadores do mundo, e isso ficou evidente na partida de ontem, terça-feira. A bola que ele recebe de Iniesta e o tapa que ele dá com a parte de dentro do pé no canto oposto de Courtois só se concretizaram porque ele estava no seu habitat natural: a ponta esquerda (e Iniesta na meia esquerda).

É verdade que contra o Real Madrid e o Manchester City, nas oitavas, o Barcelona funcionou com Iniesta na ponta esquerda e Neymar na direita. Contudo, é óbvio que o craque brasileiro atinge seu ápice, joga a 100%, à esquerda. À direita seu futebol se reduz a, sei lá, 60%.

No fundo, no fundo, a sinuca de bico, o xis da questão, passa por Fàbregas ou Xavi (ou um, ou outro). Eu, particularmente, acho que nessa temporada Xavi é banco de Cesc (tanto no clube quanto na seleção). Entretanto entendo que há um certo tabu em mexer em medalhões. Discordo radicalmente, mas entendo. Uma espécie de gratidão eterna que atrapalha a evolução.

Mas enfim, espero que Tata Martino reconsidere essa ideia, espero que ele tenha colhão para escolher Fàbregas ou Xavi (e não Fàbregas e Xavi), para que Neymar renda seu máximo, na ponta esquerda, e para que Iniesta também renda seu máximo, na meia esquerda, pois, embora possa trabalhar na ponta esquerda, Iniesta atinge o 100% na meia, e não na ponta. Ou seja: em nome da média que tem feito com o medalhão Xavi, e talvez em nome duma suposta segurança e dum estilo de posse e passe, como escrevi no post da semana passada, Tata limita não só o futebol de Neymar, mas também de Iniesta. Aliás, com os dois nas suas respectivas posições (um na ponta e o outro na meia), o Barcelona chegou ao empate contra o Atlético (passe de Iniesta, gol de Neymar). Logo, Tata, decida-se: é Xavi ou Fàbregas.

quinta-feira, março 27, 2014

quarta-feira, março 26, 2014

Barcelona é Neymar e mais dez

Neymar soma 14 gols e 11 assistências em 34 jogos oficiais pelo Barcelona. São 9 gols e 8 assistências na Liga (22 jogos), 3 gols e 3 assistências na Champions (8 jogos), 1 gol na Supercopa da Espanha (2 jogos) e 1 gol na Copa do Rei (2 jogos). Belos números, não? Para um jogador de 22 anos, recém-contratado por um dos melhores times do mundo, sem dúvida.

O vídeo abaixo, porém, ou ainda bem, nos lembra que futebol é arte e vai além dos números.



PS: Veja aqui um vídeo bem mais curto com todos os gols e assistências de Neymar no Espanhol. E leia aqui minha opinião sobre o atualíssimo momento vivido pelo craque brasileiro na equipe treinada pelo argentino Tata Martino.

PS 2: Os dados estatísticos desse post foram atualizados e incluem os dois gols marcados por Neymar nesta quarta-feira, contra o Celta, pela Liga.

Em time que está ganhando se mexe

A média de posse de bola do campeão da Bundesliga é de 71%. Isso mesmo: setenta e um por cento. Em 27 rodadas o Bayern venceu nada menos do que 25 partidas e empatou somente 2; marcou 79 gols e sofreu 13 (mais dados aqui). Título histórico, conquistado de maneira invicta. Isso mesmo: nenhuma derrota. Entre tantos números expressivos, porém, quero me ater ao da posse de bola.

Na Champions League esse número cai para 65%, mas ainda é o primeiro entre os quadrifinalistas da competição (confira aqui). Na UCL 2012/13, sob o comando de Heynckes, a média do time bávaro foi de 54%, atrás apenas de Porto (56%) e Barcelona (66%). Já nessa temporada, sob Guardiola, o salto foi/está sendo impressionante, não só quantitativa, mas qualitativamente. Não se trata apenas da estatística em si, não se trata apenas do número, do salto de 54% para 65%, mas sim do salto dentro de campo, do que o Bayern faz com a bola no pé nesse tempo. Há quem não goste desse estilo de jogo. Há quem ache chato de se ver (me pergunto o que é legal, chutão e correria?). Enfim, a filosofia Tiki-Taka foi implantada e os frutos estão sendo colhidos com antecedência.



Rafinha foi o maior beneficiado pela chegada de Guardiola a Munique. De eterno reserva do considerado melhor lateral-direito do mundo, o brasileiro virou titular, assumiu a posição com autoridade e de quebra pode pintar na lista dos 23 de Felipão para a Copa. Tudo isso graças à sacada de Pep, mais uma na carreira: Lahm no meio campo. No começo, claro, causou espanto, surpresa, como toda mudança, toda inovação. Aos poucos, todavia, os olhares de desconfiança foram substituídos por olhares de admiração. O técnico espanhol chegou a dizer, inclusive, que Lahm é o jogador mais inteligente com quem ele já trabalhou. Por essas e outras, o lateral, hoje volante, é peça fundamental no melhor time do planeta (veja isso). Rafinha agradece.

Na verdade essa sacada causou mais espanto ainda porque Guardiola bateu de frente com uma máxima do futebol e mostrou que, sim, em time que está ganhando se mexe. A versão 2013/14 do Bayern consegue ser superior à anterior, que conquistou a tríplice coroa. Se os títulos serão conquistados de novo agora são outros quinhentos. O fato é que, em relação ao time da temporada passada, esse é muito melhor. Queira ou não, goste ou não, o estilo de posse e passe é seguro e eficiente, além de ser encantador. Estilo de posse e passe com objetividade, sempre em busca do próximo gol. Estilo que não é inédito, estilo que se viu em outras equipes do passado, mas que no dito futebol moderno, mais físico, compactado e globalizado do que nunca, foi reinventado por Pep e seus 43 anos de idade.

terça-feira, março 25, 2014

O substituto de Edwin van der Sar

Não me pergunte quem são os outros quatro.

Mas que David de Gea está no Top 5 goleiros da atualidade, está.

segunda-feira, março 24, 2014

Neymar paga o pato pelo coletivo

Às vezes procuramos chifre em cabeça de cavalo para tentar justificar certas teorias que criamos na nossa cabeça. Não gostamos de dar o braço a torcer, por isso às vezes procuramos pelo em ovo para tentar concretizar certos (pre)conceitos que construímos.

Desde 2010 (fevereiro de 2010, para ser mais preciso) eu vislumbrava a possibilidade de Neymar no Barcelona. Quando ele surgiu para o futebol brasileiro naquele ano, deitando e rolando na ponta esquerda daquele Santos que tinha Robinho na direita, Ganso por dentro e André na frente (além dos volantes Arouca e Wesley), foi inevitável a associação com o clube catalão, em especial por causa da "necessidade" azulgrená, vide esse post intitulado Pep e o ponta ideal. No fim das contas, três anos depois, Neymar foi contratado pelo Barcelona.

Foi contratado pelo Barcelona em tese para assumir a ponta esquerda da equipe, e até outro dia foi assim. Nessa temporada foi por ali que ele jogou e, sim, se destacou. Lembre-se: enquanto Messi esteve cerca de dois meses afastado dos gramados (novembro e dezembro de 2013, basicamente), o ex-santista foi o melhor jogador do time (eventualmente jogando, e bem, até como falso nove). Hoje, porém, a julgar pela partida contra o Manchester City e por El Clásico de domingo, pode ser que minha previsão de 2010 não se confirme, pode ser que Neymar não seja "o novo Ronaldinho do Barça" como eu havia pensado, e aí terei de dar o braço a torcer.



A exemplo do que fez Vilanova em 2012/13, me parece que nessa reta final de temporada Martino irá recorrer a umas das invenções de Guardiola: Iniesta na ponta esquerda. Não foi uma sacada tão genial quanto Messi falso nove, mas foi uma inovação importante feita por Pep, na temporada 2011/12 (aqui e aqui), refletida até hoje. Em prol da segurança e do consagrado estilo de jogo baseado na posse da bola, a impressão é de que, na hora do vâmo vê, o treinador argentino vai mesmo optar por Iniesta na esquerda e, consequentemente, deslocar Neymar à direita.

Evidente, Neymar rende mais quando joga na ponta esquerda. Trata-se de um dos melhores pontas-esquerdas do mundo. Está no Top 5 da posição na atualidade ao lado de Cristiano Ronaldo, Ribéry, Hazard e Reus, eu diria. É partindo daquele canto do campo que ele se torna letal com sua velocidade, seus dribles e seus arremates, independente de quem seja o adversário. Apesar disso, ao que parece Martino se convenceu de que a alternativa mais indicada, no fim das contas, é ter Iniesta à esquerda e Neymar "sacrificado" à direita (sacrificado entre aspas, não é o fim do mundo, Neymar se adapta).

O que muda? Bom, Iniesta é craque é consegue cumprir diferentes funções com excelência semelhante. Logo, ele é capaz de fazer o que um ponta faz, de abrir a defesa, de dar profundidade, de entrar na área, de fazer gol, como fez ontem contra o Madrid, após o passe de Messi (esse passe é uma prática do camisa 10, inclusive). Com a posse da bola (ou seja, na maior parte do tempo), no entanto, Iniesta tende a se integrar à meia cancha para qualificar o Tiki-Taka (algo que Neymar, por exemplo, tem dificuldade em fazer, por uma questão de característica). Para ditar o ritmo e dominar o jogo, fica mais fácil para o Barcelona se Xavi, Fàbregas e Iniesta estiverem em campo, e não apenas dois deles. E por que não escalar Iniesta na ponta direita, em vez de Neymar? Bom, me parece que ambos os dois rendem mais pela esquerda, e que, por uma série de motivos, Iniesta tem a preferência.

Enfim. É uma questão de comparação, de custo-benefício, como tudo na vida. E pode ser que Martino tenha chegado à conclusão de que, sim, vale a pena "sacrificar" Neymar na ponta direita para que o time, coletivamente, com Iniesta na ponta esquerda (e Busquets, Xavi e Fàbregas no meio), atinja um nível mais satisfatório. Ou ao menos se torne mais competitivo nessa reta final de temporada, principalmente na Champions, já que a Liga permite um rodízio de elenco mais efetivo. Seja como for, independente da formação utilizada, os culés estão na briga pelo título nacional e são, na minha visão, favoritos diante do Atlético nas quartas da UCL.

PS: Confira aqui os lances de Iniesta contra o Real Madrid.