sexta-feira, fevereiro 04, 2011

Rivaldo, livre para jogar

A melhor hora para se decifrar um sistema tático é no tiro de meta adversário. O plano da câmera se abre e o posicionamento de cada jogador fica mais nítido.

No caso do São Paulo, quando está sem a bola, a equipe se estrutura com duas linhas de quatro e dois atacantes. Já quando está com ela, Fernandinho avança em diagonal, Ilsinho sobe e Rivaldo recua para organizar o jogo.



Essa movimentação garante ao time uma variação para o 4-2-3-1, com o camisa 10 na armação, o 77 e o 12 nas beiradas e Dagoberto na frente. Só não gosto tanto de classificar o esquema como tal porque em momento algum o 25 fez o papel da chamada referência. Mas isso é o de menos.

O importante é destacar a liberdade do estreante da noite. O três oitão pôde circular por todos os cantos do campo, cair pelo lado esquerdo, recuar para criar e se infiltrar na área para finalizar. Foi contra o Linense, e provavelmente será durante a temporada, a liderança técnica do Tricolor.

E quando o Sul-Americano Sub-20 terminar, é bem possível que esta estrutura seja mantida, com Casemiro na posição de Zé Vitor e Lucas na de Ilsinho (para meu desagrado).

3 comentários:

Cleber Soares disse...

e ai Carlão,
parece que o homem esta realmente disposto a jogar futebol, bom para o tricolor, mas ainda acho que é preciso mais contratações de peso.

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andre disse...

Boas
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Cumprimento
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Policarpo Futebol Quaresma disse...

Destesto essa tendência de 4-2-3-1, onde você tem que pegar jogadores de certo talento e jogar para o lado do campo. Quando o Lucas voltar, sou mais o tradicional "quadrado" com dois voltantes, um meia pela direita e outro pela esquerda, porém um pouco mais centralizado e criando melhores situações. Já que o 3-5-2 foi abolido...