terça-feira, fevereiro 10, 2009

Mesmo sem Kaká, 4-2-3-1 deve ser mantido

A última partida da Seleção foi aquele 6 a 2 contra Portugal no Bezerrão, em novembro do ano passado.

Aquela equipe tinha, do meio pra frente, Gilberto Silva e Anderson formando a dupla de volantes; Robinho (na esquerda), Kaká (centralizado) e Elano (na direita) compondo a linha de três meias; e Luís Fabiano na frente.

Sem Anderson, Kaká e Luís Fabiano, imagino que o coerente treinador do Brasil colocará Josué, Ronaldinho e Pato (ou Adriano) em seus respectivos lugares, e o 4-2-3-1 deve ser mantido.

Do outro lado a Itália vem, possivelmente, com três volantes, dois meias e o centroavante.



Ronaldinho vai atuar pela esquerda, onde se entende muito bem com Marcelo. Robinho terá a liberdade, ou melhor, a obrigação de aparecer não só pela esquerda, mas também pela direita, para jogar com Elano e Maicon. À frente da zaga, dois volantes de pegada para cobrir as subidas dos laterais. E lá na frente Pato (ou Adriano) aguarda pelos cruzamentos e pela aproximação dos que vêm de trás, embora a saída da área seja inevitável.

A forma de jogar do time brasileiro será um pouco diferente porque não há um Kaká no meio-campo, não há um cara que mate a bola, ergua a cabeça e conduza a equipe avante. Em função disso a inversão das posições na linha de três deve ocorrer com frequência.

O amistoso entre Brasil e Itália acontece hoje, em Londres, óbvio, e começa às 17h45, horário de Brasília.

2 comentários:

gerson disse...

Não conseguir ver o jogo. Aliás, tenho visto pouco a seleção. O Brasil terá alguns desfalques importantes. Isso pode prejudicar.
Grande abraço!

Vinicius Grissi disse...

A seleção vai sentir muita falta do Kaká. Mas concordo que a forma de jogar da equipe não deve mudar muito. Apostaria em Adriano no ataque, pelas características que gosta Dunga, e acho até que pode ser uma boa. De toda forma, com certeza será um jogão!