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Um dos sintomas desta virtude é a variação do plano tático em pleno jogo, sem recorrer à substituição.
De início a equipe de Dunga e Jorginho se postou no 4-4-2 com o meio-de-campo em losango (Gilberto na cabeça-de-área, Felipe na esquerda, Elano na direta, Kaká na articulação), mas ainda no primeiro tempo, em função da necessidade da partida, mudou para o 4-2-3-1. No caso do Brasil a diferença é sutil, mas existe.
Não se trata de nenhuma revolução, de nenhuma Holanda de 74, obviamente. Mas o fato é que depois de praticamente três anos de trabalho, é nítido o amadurecimento tático apresentado pelo time.
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