O time na prancheta foi o que Ranieri mandou a campo nesta quinta-feira, para enfrentar o Panathinaikos, na Grécia, pela Liga Europa.
A Roma adota o 4-5-1, com apenas Vucinic na frente. O esquema não pode ser considerado um 4-3-3 porque Brighi e Taddei, além de não serem, não atuam como pontas. Eles são, de fato, meio-campistas. Embora um fique mais à esquerda e o outro à direita, nenhum dos dois joga aberto propriamente dito. Ambos aparecem por dentro, com e sem a bola.
A função que Júlio Baptista exerce em seu clube é semelhante a que ele vai executar na Seleção, caso Kaká se machuque. Ele é o ponta-de-lança, responsável por alimentar o centroavante e chegar na área para concluir.
Ao apito final, o placar registrou Panathinaikos 3, Roma 2, e a equipe da capital italiana perdeu uma invencibilidade de 20 jogos. Eis os gols.
Um comentário:
Na verdade nunca soube a posição certa de Julio Batista por onde passou.No São Paulo era volante e aparecia bem na armação das jogadas,de lá foi para o Sevilla e jogou mais avançado mostrando um grande faro de gol no velho continente,depois Real Madrid onde não mostrou um grande futebol,depois Arsenal jogou pouco mas mostrou qualidade e agora na Roma voltando a jogar bem.
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