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segunda-feira, setembro 04, 2017

Top 20 elencos Europa 2017/18

1 Real Madrid


2 Paris Saint-Germain


3 Manchester City


4 Bayern


5 Juventus


6 Manchester United


7 Barcelona


8 Chelsea


9 Borussia Dortmund


10 Liverpool


11 Tottenham


12 Arsenal


13 Atlético


14 Napoli


15 Milan


16 Monaco


17 Roma


18 Inter


19 Everton


20 Sevilla


PS: Os esquemas táticos das pranchetas acima, as ordens de titularidade e as distribuições dos jogadores naturalmente não devem estar 100% corretas.

quarta-feira, dezembro 21, 2016

Olho na joia do Borussia Dortmund

Costumo dizer que jogador completo não é o cara que faz gol com a direita, a esquerda e de cabeça. Jogador completo é o que domina a arte do passe, do drible e da finalização no alto nível, de maneira semelhante. Geralmente esse jogador atua na ponta, ou a partir dela, como Messi, Neymar, Hazard, Mahrez, Robben, Griezmann, etc; mas também há exemplos no meio campo (Pogba) e na referência do ataque (Suárez). Repare, no entanto, que estamos falando da elite da elite aqui. Porque, de fato, são raros os jogadores que podem ser enquadrados nessa categoria de "jogadores completos". E um deles, além dos citados acima, é o camisa 7 do Dortmund (ou pelo menos ele está a caminho de ser).



Aos 19 anos de idade, em sua primeira temporada no BVB, Ousmane Dembélé já é um dos três jogadores mais importantes da equipe - para não dizer o mais importante. Claro. Aubameyang é o artilheiro do time, Weigl é o eixo entre defesa e meio/ataque, Reus é ídolo e tudo mais, porém quem tem desequilibrado a favor do Borussia Dortmund, na prática, é Dembélé. E tem desequilibrado porque, além da personalidade, do forte lado emocional que possui, o jovem francês é mestre no drible e no passe. E quando aprimorar a finalização, quando pegar gosto de verdade pelo gol, se tornará world class. Okay. "Mestre" talvez seja exagero, pois se trata de um atleta de 19 anos. Contudo, sua qualidade no drible e no passe fica mais evidente a cada semana que passa.

E seus números também revelam isso. Somando Bundesliga e Champions League, Dembélé tem 11 assistências (e 5 gols) em 21 jogos na temporada, sem falar que a maior média de dribles por partida do campeonato alemão é dele (e uma das maiores da UCL). De fato, seu número de gols não está à altura de seus dribles e seus passes. Mas é importante lembrar que estamos falando de um jogador de 19 anos, que chegou agora a um grande clube da Europa, e que tem tudo, mas tudo, para evoluir - ainda mais atuando no time do ousado e ofensivo Thomas Tuchel. O treinador alemão, aliás, já disse que Dembélé "tem o que têm os Bolas de Ouro". Empolgou? Talvez sim. Ou, talvez não, pois só o tempo dirá se ele se juntará a Neymar, Dybala e os outros na corrida pela Bola de Ouro, quando a hegemonia Messi-CR7 acabar.

PS: Outro detalhe que vale a pena ser citado é que o Dortmund pagou ao Stade Rennais apenas € 15 milhões por Dembélé na última janela de verão. Isso mesmo. Apenas quinze milhões de euros.

quarta-feira, agosto 31, 2016

Top 15 elencos da Europa 2016/17

A discordância é livre.

1. Real Madrid Club de Fútbol



2. Futbol Club Barcelona



3. Fußball-Club Bayern München



4. Manchester United Football Club



5. Juventus Football Club



6. Manchester City Football Club



7. Chelsea Football Club



8. Club Atlético de Madrid



9. Paris Saint-Germain Football Club



10. Tottenham Hotspur Football Club



11. Ballspielverein Borussia 1909 e. V. Dortmund



12. Football Club Internazionale Milano



13. Arsenal Football Club



14. Liverpool Football Club



15. Sevilla Fútbol Club



PS: Os esquemas táticos das pranchetas acima, as ordens de titularidade e as distribuições dos jogadores naturalmente não devem estar 100% corretas. Sem falar em um ou outro atleta que possa ter ficado de fora.

domingo, outubro 04, 2015

Bayern atropela Dortmund

Na prática, um 3-3-4. Com a bola, foi assim que o Bayern de Guardiola se posicionou, diante do Borussia Dortmund, neste domingo, na Allianz Arena, pela 8ª rodada da Bundesliga: num 3-3-4. Com a posse, o lateral-direito Lahm ocupava o corredor central, para evitar a inferioridade numérica no setor, ao lado de Thiago (Alonso cabeça de área), de modo que Müller se somava a Lewandowski no ataque, e Götze e Douglas Costa davam amplitude, colados às linhas laterais (a linha de fundo era deles). Na defesa, Alaba, Boateng e Javi Martínez marcavam Aubameyang e Mkhitaryan.



No 4-4-2 em losango do treinador Thomas Tuchel, Aubameyang e Mkhitaryan atuaram abertos (Reus começou no banco e entrou no segundo tempo), com Kagawa enganche (vs Alonso), o jovem Weigl à frente da zaga, Gündogan na maior parte do tempo duelando com Thiago, e Sokratis na lateral direita, para marcar o já conhecido Douglas Costa. Como era de se esperar, fora de casa, a estratégia do BVB estava voltada ao contra ataque. No entanto, o contra golpe amarelo não pintou e bordou, como de costume, pois do outro lado havia uma equipe que sabe e soube neutralizar o adversário. E que conta com um grande goleiro (Neuer fez umas duas ou três defesas difíceis).

A superioridade do Bayern ficou refletida no placar final: 5 a 1. Müller fez dois, Lewandowski fez dois e Götze um; Aubameyang fez o de honra do Dortmund. Um massacre. Mais um na temporada 2015/16, imposto pelo time mais bem treinado da atualidade. Em seu terceiro ano no clube alemão, mais do que nunca, Guardiola tem a equipe nas mãos. Mais do que nunca os jogadores têm assimiladas suas ideias de jogo, seus conceitos. Sem abrir mão de sua filosofia, mas sempre agregando variações ao repertório (dois gols contra o Dortmund nasceram de passes longos de Boateng, por exemplo), Pep vai conduzindo o Bayern a outra temporada espetacular, suportado pela fase iluminada de jogadores como Lewandowski, Thiago, Douglas Costa e etc. Sem dúvida, é o time a ser batido na Europa.

domingo, agosto 31, 2014

Possível Dortmund com Kagawa

Não sei o que Klopp tem em mente. Só para você ter uma ideia, na verdade até hoje não compreendi direito esse 4-4-2 em losango (veja aqui) adotado por ele na primeira rodada da Bundesliga 2014/15. Portanto realmente não tenho tanta noção do que se passa na cabeça do treinador alemão. E essa tentativa de previsão abaixo, de um time com Kagawa, não passa de mera especulação da minha parte. Afinal, quem não curte dar uma especuladinha?

Dito isso, partindo do princípio de que o japonês volta para ser titular, acredito que Aubameyang ou Mkhitaryan perca a vaga no XI. Para ser mais específico, imagino que no 4-4-2 em losango, Aubameyang pague o pato. No 4-4-2 em losango, imagino que Kagawa jogue como enganche, atrás da dupla ofensiva composta por Immobile e Reus, enquanto Kehl, Jojic (Gündogan quando estiver apto) e Mkhitaryan formam a trinca de "volantes".

Já no 4-2-3-1, creio que Mkhitaryan pague o pato. Pois nesse sistema, em função de suas características, Aubameyang é o nome ideal para atuar numa das beiradas. É atacante de velocidade, de condução. Ou seja, Aubameyang na ponta direita, Reus na esquerda, Kagawa na faixa central, e Mkhitaryan no banco. De resto, Immobile centroavante, Kehl primeiro volante e Jojic segundo volante (Gündogan quando estiver apto). Particularmente prefiro essa opção, e acho que Klopp também. Vamos ver.



Quando digo que prefiro esse 4-2-3-1, digo porque, a meu ver, é bem mais equilibrado que o 4-4-2 em losango (nesse caso do BVB, com esse material humano, etc). Kagawa também rende aberto, mas é pelo corredor central que seu futebol agrega mais ao coletivo. Por ali ele arma de trás, entra na área, encosta no camisa 9 e conclui. Além de cair pelos lados para jogar com os pontas. Não que Kagawa seja o melhor 10 do mundo. Não é isso. Porém talvez seja melhor que, por exemplo... Mkhitaryan. Quanto a Aubameyang e Reus, são os típicos atacantes de beirada. Reus ainda rende bem em outras posições, é verdade. É craque. Contudo, na minha opinião, é partindo dos flancos que ambos exploram melhor seus potenciais.

Quanto ao segundo volante (Kehl deve ser o primeiro mesmo, ou Bender), confesso que não sei quando Gündogan volta, se está para voltar ou se já voltou. Mas quando voltar (se já voltou, me desculpe, falha minha), sem dúvida é titularíssimo. É o chamado meio-campista moderno, como alguns gostam de dizer. Com ele por ali, o meia central (no caso Kagawa) não fica sobrecarregado na armação. Gündogan executa essa função de arquitetar as jogadas com maestria. Noves fora que sabe acelerar com qualidade quando o jogo pede isso. Em outras palavras, é completo. Resta saber como vai voltar depois de tanto tempo afastado dos gramados.

Seja como for, excelente a contratação de Kagawa nas últimas horas dessa janela de transferências. Primeiro pela qualidade técnica do jogador em si. Segundo por se tratar de uma posição onde não existe uma unanimidade (cornetei Mkhitaryan, não resisti). E terceiro por ele ser da casa, por já ter trabalhado com o treinador. Enfim. Vamos ver o que Klopp tem em mente. Vamos ver como ele pretende utilizar Kagawa, e qual vai ser a formação padrão da equipe nessa temporada (esquema tático e peças). A conferir.

PS: Número de Kagawa ainda não foi confirmado, 12 é um chute, está livre.

sábado, novembro 23, 2013

Götze, o personagem do dia

O torcedor distorce. Frase de Armando Nogueira.



Mario Götze não foi o primeiro nem será o último a trocar de time, a mudar para o rival por uma questão financeira e/ou esportiva. Futebol é profissão. Exigir amor à camisa é o mesmo que querer transar ou fazer amor com uma puta de graça, é o mesmo que querer pegar uma carona com um taxista, e por aí vai. Dentro da legalidade, o jogador tem o direito de jogar onde bem entender, e essa escolha cabe a ele e somente a ele.

No Brasil, por exemplo, o amadorismo acabou em 1933, porque vários atletas estavam indo trabalhar em outros países da América do Sul por dinheiro. Na Alemanha eu não sei quando acabou, mas com certeza faz tempo. Portanto esse papo de Judas é uma tremenda babaquice. Uma babaquice justa que pertence ao torcedor e apenas ao torcedor.

Se o torcedor do Borussia Dortmund leva uma bandeirinha dessas para o estádio, beleza, compreensível. Bela sacada. Inteligente. Bem-humorada. Agora, quando comentaristas e veículos da imprensa, seja no site ou na rede social, começam a usar a palavra Judas, mesmo que entre aspas, como vi aos montes hoje, para se referir ao camisa 19 do Bayern, a figura muda de patamar.

Como dizia Armando Nogueira, o torcedor distorce. Muitas vezes é irracional. Entende-se. No entanto, vamos tentar usar a cabeça e deixar esse papo de Judas para os torcedores, porque quando o jornalista embarca nessa, está abraçando a hipocrisia e chutando o próprio profissionalismo para escanteio.

PS: Götze fez o primeiro gol do Bayern (imagem) na vitória por 3 a 0 sobre o Dortmund, neste sábado, na sua antiga casa, em jogo válido pela 13ª rodada da Bundesliga.

segunda-feira, julho 08, 2013

Substituto nota dez

Tá no site oficial: contrato de Henrikh Mkhitaryan com o Borussia Dortmund vai até junho de 2017. Fala-se em € 25 milhões pelo meia, meia-atacante de 24 anos. Excelente contratação dos vice-camepões da Europa. O torcedor não vai nem perceber a saída de Götze. Tô exagerando um pouco, mas nem tanto, pois o armeno é mestre em substituir o craque do time.



Foi assim no Shakhtar Donetsk. Chegou e assumiu com autoridade a faixa central do 4-2-3-1 adotado por Mircea Lucescu, lugar deixado por Jadson, ídolo do clube ucraniano (entrou até para a calçada da fama). Substituiu Jadson tão bem que no Campeonato Ucraniano da última temporada, por exemplo, ele foi o artilheiro isolado com 25 gols em 29 jogos (apenas um de pênalti). Mkhitaryan é mais meia-atacante do que meia, tem isso. A comparação com Jadson e sua rodagem não é justa. Com Götze, entretanto, ela se faz mais pertinente e inevitável.

Claro. Götze é Götze, Mkhitaryan é Mkhitaryan. Contudo, tudo indica que o ex-Shakhtar chega para assumir, tática e tecnicamente, a vaga deixada pelo alemão, possivelmente no 4-2-3-1 habitual de Klopp, entre Kuba e Reus, atrás do centroavante (Lewandowski?). Muita água pode rolar, muita gente pode sair e chegar, evidente (apesar da nota do site, que revela que as transferências dessa janela foram finalizadas com Mkhitaryan, Aubameyang e Sokratis). Mas baseado no elenco atual do Dortmund, fica difícil pensar em outra formação.

Em relação ao Shakhtar, deve montar a equipe com Wellington Nem, Fred e Taison na linha de três. Confira na prancheta.

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sexta-feira, maio 10, 2013

Novo Götze. Só que não

Falou-se no início em € 20 milhões. Agora no Bild cogita-se € 12 milhões. É muita diferença, convenhamos. O que mais me chama a atenção em relação a essa possível transação, porém, pensando com a cabeça do clube alemão, não é o valor em si, mas sim esse papo de "novo Götze" (se é que esse papo passa pela cabeça do clube alemão, ou se é coisa somente do Bild).



Questões técnicas à parte, Mario Götze é bastante polivalente. Joga em qualquer posição da linha de três, à direita, por dentro... Só não joga à esquerda porque Reus é o dono da posição. Noves fora que faz o falso nove de vez em quando. Registrada essa versatilidade, quase sempre em 2012/13 ele tem atuado por dentro. Buscando o jogo pelos flancos durante boa parte da partida, é verdade, até para fugir da marcação dos volantes adversários, mas ocupando a faixa central, entre os pontas Kuba e Reus, atrás de Lewandowski.

Tecnicamente Bernard está à altura de Götze? Talvez não. Ainda não foi tão testado quanto o camisa 10 do Borussia Dortmund. Contudo seu potencial é notório. Tem bola para figurar na elite do futebol europeu. A comparação com o futuro jogador do Bayern, no entanto, deve ser feita - se é que deve ser feita - com parcimônia e relatividade. Apesar da "bagunça organizada" do time de Cuca na fase ofensiva, Bernard hoje é "apenas" um ponta-esquerda. Hoje, por exemplo, não consigo visualizá-lo rendendo o que dele se espera entre Kuba e Reus, atrás de Lewandowski. De bate-pronto, imagino que a solução seria uma linha de três com Kuba à direita, Bernard à esquerda e Reus por dentro, por onde já jogou nessa temporada (veja aqui).

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quarta-feira, abril 24, 2013

Falta um Lewandowski merengue

Nada contra eles. São dois exímios centroavantes, bastante técnicos. Tanto um quanto o outro, hoje, vestiriam a nove da seleção brasileira, por exemplo. Mas com todo respeito, não são à altura do resto do time, tampoco da instituição. Não a ponto de serem titulares duma equipe que luta pela décima Champions League.

O massacre amarelo desta quarta-feira não tem tanto a ver com eles especificamente. Nenhum nove da história, nem mesmo Ronaldo - o verdadeiro - conseguiria afetar a exibição de gala dos anfitriões. Contudo quando vemos de um lado Lewandowski fazendo quatro gols na partida, percebemos que do outro, no lado merengue, falta um centroavante de peso.



Insisto: Higuaín e Benzema são ótimos, seriam titulares na Seleção (ou melhor: brigariam entre eles por uma vaga, assim como acontece no clube espanhol). E repito: a derrota por 4 a 1 não foi "culpa" deles. Longe disso. Embora o desempenho individual do atacante polaco tenha sido assombroso (e de Gündogan, de Götze, de Reus, etc), a vitória foi mais coletiva do que qualquer coisa.

No entanto, a exemplo das oitavas, quando enfrentou o Manchester United e nitidamente sentiu a falta de um Van Persie da vida, na semifinal, pelo menos no jogo de ida, diante do Borussia Dortmund, o Real Madrid sentiu a falta de um Lewandowski.

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quarta-feira, abril 10, 2013

Favoritos na Champions e na Copa

Coincidência? Não. Competência. Não à toa, Espanha e Alemanha são as favoritas à Copa do Mundo. Como disse Paul Breitner no Bola da Vez da ESPN Brasil, a força da liga nacional reflete no selecionado nacional, e os semifinalistas da Champions League mostram isso.



É verdade que no caso da Liga BBVA existe um gap imenso entre Barcelona e Real Madrid e os demais. Ainda assim, a base da Fúria é composta por atletas desses dois times. E o mesmo se aplica a Borussia Dortmund e Bayern de Munique, donos da espinha dorsal da seleção germânica.

Repito: não é coincidência. É fruto do belo trabalho realizado na Bundesliga e na Liga BBVA – sempre lembrando da diferença entre os colossos merengue e azulgrená dos demais no caso espanhol. Ainda assim, vale o exemplo.

Quer dizer que taça do mundo vai ficar com Espanha ou Alemanha? Não. Claro que não. Num torneio de mata-mata, tudo pode acontecer. Trata-se de futebol. Contudo é inegável que as equipes de Del Bosque e Löw irão pousar no Brasil com banca de favoritos. Além, claro, da Argentina, especialmente por causa de Lionel Messi. Lembre-se, entretanto: a Argentina não é apenas Messi. Se encontrou e entrosou nas Eliminatórias, e conta com outros nomes como Agüero, Higuaín, Di María e etc.

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segunda-feira, novembro 12, 2012

Seleção Mundial Sub-21

O 101 Great Goals deu a deixa ao publicar uma lista com os melhores jogadores do planeta nascidos a partir de 1991 (veja aqui). Logo resolvi eleger meu onze.

Que tal?



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quarta-feira, abril 11, 2012

Dortmund abre bela vantagem

Alaba. Talvez foi por causa da presença dele, do inexperiente lateral-esquerdo do Bayern, que o Dortmund explorou as tramas ofensivas pelo flanco direito com mais frequência do que pelo esquerdo. Pela direita, em regra com Piszczek e Kuba (Gündogan ou Kagawa), os donos da casa construíram boas jogadas, em especial no primeiro tempo.

Pela esquerda, Schmelzer mais guardou posição do que apoiou, e Grosskreutz não buscou a linha de fundo, nem a diagonal. Cá entre nós, não foi empolgante a partida do camisa 19 nesta quarta-feira, pela 30ª rodada da Bundesliga.



Embora muitos interpretem o esquema tático adotado por Jürgen Klopp como 4-2-3-1, para mim trata-se de um 4-4-2 em linha, que pode variar para o 4-4-1-1, de acordo com o posicionamento de Kagawa. Entendo que o japonês cumpre a função do segundo atacante, que cai pelos lados, alimenta o centroavante e ajuda o meio-campo, geralmente cercando o primeiro volante, quando o oponente mantém a posse da bola na intermediária do Borussia Dortmund.

Nessa estrutura tática, enxergo no 23 um atacante de movimentação, e não um meia-armador ou meia-atacante. Ele mais flutua entre as costas dos volantes adversários e a linha de zagueiros, próximo ao centroavante, do que bate de frente com os volantes adversários.

Quanto aos wingers, foram aplicados sem a bola, em vários momentos, inclusive, dando o primeiro combate em Robben e Ribéry. Quanto a Lewandowski, trabalha como referência típica. E em relação aos "volantes", foram bastante contidos. Gündogan e Kehl pouco apareceram no apoio. Talvez por isso o jogo da equipe de amarelo se concentrou mais pelos flancos do que pela faixa central.

No fim das contas, a vitória por 1 a 0 (gol de Lewandowski) deixou o líder numa condição confortável na tabela. A oito rodadas do término, o Dortmund conta com 69 pontos, seguido pelo Bayern, o segundo colocado, com 63.

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