Messi foi eleito o melhor pela FIFA.
Robben foi eleito o melhor pela maioria.
E James foi o artilheiro com 6 gols em 5 jogos.
Sem dúvida, os três grandes destaques individuais do torneio.
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quarta-feira, julho 23, 2014
sexta-feira, junho 13, 2014
Del Bosque se afunda com medalhões
Quatro holandeses da final de 2010 foram titulares nesta sexta-feira: De Jong e Sneijder, além da dupla Robben e van Persie (dois caras considerados por mim nível 5 na escala de 1 a 6 de craques da Copa). Em relação à Espanha, esse número sobe para sete: Casillas, Sergio Ramos, que jogava na lateral direita, Piqué, Busquets, Alonso, Xavi e Iniesta.
Se deixarmos de lado De Jong, e até Sneijder, veremos que os titulares da Holanda 2010 que jogaram hoje são caras extraclasses, cracaços, jogam até com dengue. Do outro lado, se deixarmos de lado os defensores, que no momento são indiscutíveis lá atrás (apesar da falha grave de Casillas), e pensarmos somente no meio campo, veremos que é exatamente o mesmo meio campo, só que quatro anos mais velho. É verdade, tem a inclusão de Silva. Mas é praticamente a mesma meia cancha. Só que com quatro anos a mais de vida.

Não quero emplacar uma Era Xavi aqui. Longe disso. Porém, você que me segue no Twitter, sabe que desde sempre, desde os últimos meses, desde a temporada 2013/14 toda, na real, eu defendo a passada de bastão do meia de 34 anos, tanto na seleção quanto no clube, para Fàbregas. Por isso fico à vontade para fazer essa abordagem agora, após a goleada. Não posso ser acusado de oportunista, sequer suspeito. E longe de mim querer botar na conta de Xavi a humilhante derrota por 5 a 1 para a Holanda. Entre outros motivos, porque futebol é um esporte coletivo. Sem dúvida, no entanto, o camisa 8 da Roja simboliza o resquício, as cinzas da equipe campeã do mundo. Há quatro anos.
Esse post sobre a renovação de Wenger com o Arsenal ajuda a explicar o que eu penso sobre o assunto. De certa forma, é o que acontece com Xavi, é o que acontece pela Espanha. Uma gratidão eterna pelos feitos do passado, que, se mal administrada, impede a evolução (não é à toa que o campeão do mundo geralmente vai mal na Copa seguinte). Pô, o elenco hispânico é um dos melhores do torneio. Se não tivesse alternativas, vá lá, tudo bem. Mas tem Fàbregas, Mata, Cazorla, Koke no banco de reservas (sem falar no De Gea). E ainda assim, repete o XI de quatro anos atrás. Aí não, né. O próprio Isco, que eu jurava que seria titular nessa Copa, por ser um jogador de habilidade, de beirada de campo, de características inexistentes no plantel, sequer foi convocado.
A falta de jogadores com essas características, aliás, faz com que a Espanha fique refém da faixa central. No 4-2-3-1 espanhol, sendo Silva e Iniesta, dois meias de ofício, os dois "pontas" do time, o jogo fica muito concentrado por dentro, sem homens abertos, afunilado, tiquetaqueado para lá e para cá, sem profundidade, sem atletas para chegar à linha de fundo ou encostar no nove. Em 2010 ainda tinha Pedro. (Ah, Navas se machucou, é verdade. Tem isso. Se bem que provavelmente ele - Isco idem - seria reserva mesmo, então não faz diferença.)
Enfim. Não quero pegar no pé de Xavi. Se há um responsável por essa equipe ter se tornado previsível, esse alguém é o treinador. Se há alguém que precisa entender que se escala pelo que se faz, e não pelo que se fez, esse alguém é o treinador. É ele quem precisa saber diferenciar a obra da pessoa, saber separar o trabalho atual, o rendimento atual, do currículo. E me parece que Del Bosque não conseguiu fazer isso. Ou ao menos não está conseguindo, já que restam dois jogos e a Espanha teoricamente está a duas vitórias das oitavas de final. Se repetir a base do XI do jogo de hoje contra a Holanda (ou melhor, do jogo de quatro anos atrás), todavia, é provável que a atual campeã seja eliminada na fase de grupos.
Se deixarmos de lado De Jong, e até Sneijder, veremos que os titulares da Holanda 2010 que jogaram hoje são caras extraclasses, cracaços, jogam até com dengue. Do outro lado, se deixarmos de lado os defensores, que no momento são indiscutíveis lá atrás (apesar da falha grave de Casillas), e pensarmos somente no meio campo, veremos que é exatamente o mesmo meio campo, só que quatro anos mais velho. É verdade, tem a inclusão de Silva. Mas é praticamente a mesma meia cancha. Só que com quatro anos a mais de vida.

Não quero emplacar uma Era Xavi aqui. Longe disso. Porém, você que me segue no Twitter, sabe que desde sempre, desde os últimos meses, desde a temporada 2013/14 toda, na real, eu defendo a passada de bastão do meia de 34 anos, tanto na seleção quanto no clube, para Fàbregas. Por isso fico à vontade para fazer essa abordagem agora, após a goleada. Não posso ser acusado de oportunista, sequer suspeito. E longe de mim querer botar na conta de Xavi a humilhante derrota por 5 a 1 para a Holanda. Entre outros motivos, porque futebol é um esporte coletivo. Sem dúvida, no entanto, o camisa 8 da Roja simboliza o resquício, as cinzas da equipe campeã do mundo. Há quatro anos.
Esse post sobre a renovação de Wenger com o Arsenal ajuda a explicar o que eu penso sobre o assunto. De certa forma, é o que acontece com Xavi, é o que acontece pela Espanha. Uma gratidão eterna pelos feitos do passado, que, se mal administrada, impede a evolução (não é à toa que o campeão do mundo geralmente vai mal na Copa seguinte). Pô, o elenco hispânico é um dos melhores do torneio. Se não tivesse alternativas, vá lá, tudo bem. Mas tem Fàbregas, Mata, Cazorla, Koke no banco de reservas (sem falar no De Gea). E ainda assim, repete o XI de quatro anos atrás. Aí não, né. O próprio Isco, que eu jurava que seria titular nessa Copa, por ser um jogador de habilidade, de beirada de campo, de características inexistentes no plantel, sequer foi convocado.
A falta de jogadores com essas características, aliás, faz com que a Espanha fique refém da faixa central. No 4-2-3-1 espanhol, sendo Silva e Iniesta, dois meias de ofício, os dois "pontas" do time, o jogo fica muito concentrado por dentro, sem homens abertos, afunilado, tiquetaqueado para lá e para cá, sem profundidade, sem atletas para chegar à linha de fundo ou encostar no nove. Em 2010 ainda tinha Pedro. (Ah, Navas se machucou, é verdade. Tem isso. Se bem que provavelmente ele - Isco idem - seria reserva mesmo, então não faz diferença.)
Enfim. Não quero pegar no pé de Xavi. Se há um responsável por essa equipe ter se tornado previsível, esse alguém é o treinador. Se há alguém que precisa entender que se escala pelo que se faz, e não pelo que se fez, esse alguém é o treinador. É ele quem precisa saber diferenciar a obra da pessoa, saber separar o trabalho atual, o rendimento atual, do currículo. E me parece que Del Bosque não conseguiu fazer isso. Ou ao menos não está conseguindo, já que restam dois jogos e a Espanha teoricamente está a duas vitórias das oitavas de final. Se repetir a base do XI do jogo de hoje contra a Holanda (ou melhor, do jogo de quatro anos atrás), todavia, é provável que a atual campeã seja eliminada na fase de grupos.
sábado, junho 09, 2012
Onde a Holanda errou?
Chutes a gol: 28 a 8. Isso mesmo. 28 a 8 para os holandeses. Logo ficaria fácil responder à pergunta do título: a Holanda errou nas finalizações. Resposta assim, porém, é muito vaga, muito simples.
O volume de jogo laranja foi infinitamente maior. A posse de bola superior foi sim traduzida em oportunidades de gol. As oportunidades, em contrapartida, não foram convertidas na rede. Não que Andersen tenha sido espetacular. Pelo contrário. Suas defesas difíceis podem ser contadas nos dedos. Contudo, como diz o ditado, tem dia que a bola não entra.
No mesmo 4-2-3-1 de sempre, Afellay não foi o ponta-esquerda que se esperava. Nem Van Bommel o segundo volante desejado. O resto, todavia, trabalhou legal. Robben fez o que se imaginava, Van Persie funcionou como referência do ataque, embora tenha se movimentado bastante (o que é sempre benéfico), Sneijder articulou bem as jogadas, e os laterais apoiaram com frequência. Mas como diz o ditado, tem dia que a bola não entra.

No segundo tempo, lá pelos vinte e poucos minutos, ainda com a Dinamarca à frente por 1 a 0 (placar que permaneceu até o fim do duelo), Bert van Marwijk promoveu duas alterações interessantes: De Jong e Afellay por Van der Vaart e Huntelaar. O esquema tático foi mantido, com Vaart de segundo volante (Bommel de primeiro), Huntelaar de centroavante, o canhoto Van Persie recuado à meia central, Robben na ponta direita e o destro Snijder na esquerda.
Pode-se dizer que o time melhorou. Partiu para cima, criou boas chances. Porém não conseguiu ser eficiente nos arremates. Resultado injusto? Pode-se dizer que sim. Mas, como estamos carecas de saber, futebol é assim mesmo. Esse Holanda vs Dinamarca não foi o primeiro nem será o último exemplo.
Os vice-campeões mundiais serão eliminados? Não sei. É preciso admitir que a situação ficou delicada e essa possibilidade é grande. No entanto, passada a ansiedade da estreia, é preciso reconhecer que a Holanda tem sim bola para bater Alemanha e Portugal e passar adiante.
No Twitter. No Facebook.
O volume de jogo laranja foi infinitamente maior. A posse de bola superior foi sim traduzida em oportunidades de gol. As oportunidades, em contrapartida, não foram convertidas na rede. Não que Andersen tenha sido espetacular. Pelo contrário. Suas defesas difíceis podem ser contadas nos dedos. Contudo, como diz o ditado, tem dia que a bola não entra.
No mesmo 4-2-3-1 de sempre, Afellay não foi o ponta-esquerda que se esperava. Nem Van Bommel o segundo volante desejado. O resto, todavia, trabalhou legal. Robben fez o que se imaginava, Van Persie funcionou como referência do ataque, embora tenha se movimentado bastante (o que é sempre benéfico), Sneijder articulou bem as jogadas, e os laterais apoiaram com frequência. Mas como diz o ditado, tem dia que a bola não entra.

No segundo tempo, lá pelos vinte e poucos minutos, ainda com a Dinamarca à frente por 1 a 0 (placar que permaneceu até o fim do duelo), Bert van Marwijk promoveu duas alterações interessantes: De Jong e Afellay por Van der Vaart e Huntelaar. O esquema tático foi mantido, com Vaart de segundo volante (Bommel de primeiro), Huntelaar de centroavante, o canhoto Van Persie recuado à meia central, Robben na ponta direita e o destro Snijder na esquerda.
Pode-se dizer que o time melhorou. Partiu para cima, criou boas chances. Porém não conseguiu ser eficiente nos arremates. Resultado injusto? Pode-se dizer que sim. Mas, como estamos carecas de saber, futebol é assim mesmo. Esse Holanda vs Dinamarca não foi o primeiro nem será o último exemplo.
Os vice-campeões mundiais serão eliminados? Não sei. É preciso admitir que a situação ficou delicada e essa possibilidade é grande. No entanto, passada a ansiedade da estreia, é preciso reconhecer que a Holanda tem sim bola para bater Alemanha e Portugal e passar adiante.
No Twitter. No Facebook.
quarta-feira, fevereiro 29, 2012
Faltam poucos ajustes à Holanda
Como disse Mauro Cezar Pereira na transmissão da ESPN HD, o placar de 3 a 2 para a Holanda engana. Não no sentido da Inglaterra ter sido melhor. Pelo contrário. O time holandês foi superior e mereceu a vitória em Wembley. Porém o jogo foi ruim, principalmente no primeiro tempo, quando quase nada acontenceu.
A equipe treinada por Bert van Marwijk se apresentou no rotineiro 4-2-3-1, com De Jong e Van Bommel de volantes, Sneijder na articulação e Van Persie na referência do ataque. Só não entendi por que Robben atuou aberto na esquerda e Kuyt na direita. Talvez porque o técnico queria o camisa 11 jogando em cima de Richards, o pesado lateral-direito inglês.

Canhoto, é partindo da ponta direita que Robben deixa os adversários de cabelo em pé. É assim desde sempre, tanto no Bayern quanto na seleção. No primeiro gol desta quarta-feira, por exemplo, embora tenha puxado o contra-ataque pela faixa central, Robben cortou para a perna esquerda e balançou a rede. E no terceiro, nos acréscimos, aí sim já invertido com Kuyt, a mesma jogada: corte para dentro e arremate.
Se por um lado a Inglaterra está aos trancos e barrancos rumo à Euro 2012, a Holanda está com a caminho bem trilhado, com a base da Copa da África do Sul. Faltam apenas alguns ajustes, como laterais mais incisivos ofensivamente e um volante com melhor qualidade na saída de bola. Quem sabe Emanuelson corra por fora e ganhe uma vaga de titular, seja como lateral-esquerdo ou segundo volante.
A equipe treinada por Bert van Marwijk se apresentou no rotineiro 4-2-3-1, com De Jong e Van Bommel de volantes, Sneijder na articulação e Van Persie na referência do ataque. Só não entendi por que Robben atuou aberto na esquerda e Kuyt na direita. Talvez porque o técnico queria o camisa 11 jogando em cima de Richards, o pesado lateral-direito inglês.

Canhoto, é partindo da ponta direita que Robben deixa os adversários de cabelo em pé. É assim desde sempre, tanto no Bayern quanto na seleção. No primeiro gol desta quarta-feira, por exemplo, embora tenha puxado o contra-ataque pela faixa central, Robben cortou para a perna esquerda e balançou a rede. E no terceiro, nos acréscimos, aí sim já invertido com Kuyt, a mesma jogada: corte para dentro e arremate.
Se por um lado a Inglaterra está aos trancos e barrancos rumo à Euro 2012, a Holanda está com a caminho bem trilhado, com a base da Copa da África do Sul. Faltam apenas alguns ajustes, como laterais mais incisivos ofensivamente e um volante com melhor qualidade na saída de bola. Quem sabe Emanuelson corra por fora e ganhe uma vaga de titular, seja como lateral-esquerdo ou segundo volante.
sexta-feira, julho 09, 2010
Favoritos a Craque da Copa
É regra: o Bola de Ouro é sempre o destaque maior da seleção campeã. Portanto o título de melhor jogador da Copa do Mundo não vai sair de Xavi, Iniesta, Villa, Sneijder ou Robben.

Para mim os favoritos são Espanha e Villa. A não ser que Xavi ou Iniesta faça uma partida extraordinária, e o camisa 7 um jogo bem abaixo da média, o prêmio não deve sair do recém-contratado do Barcelona. E, claro, a não ser que dê Holanda.
Pelo lado Laranja, a campanha de Sneijder obviamente está muito à frente da de Robben. Além de ser o maestro da equipe, somado aquele primeiro gol contra o Brasil (que na minha interpretação é contra de Felipe Melo), o 10 holandês tem 5 gols, mesmo número do outro artilheiro do torneio: Villa.

Para mim os favoritos são Espanha e Villa. A não ser que Xavi ou Iniesta faça uma partida extraordinária, e o camisa 7 um jogo bem abaixo da média, o prêmio não deve sair do recém-contratado do Barcelona. E, claro, a não ser que dê Holanda.
Pelo lado Laranja, a campanha de Sneijder obviamente está muito à frente da de Robben. Além de ser o maestro da equipe, somado aquele primeiro gol contra o Brasil (que na minha interpretação é contra de Felipe Melo), o 10 holandês tem 5 gols, mesmo número do outro artilheiro do torneio: Villa.
terça-feira, julho 06, 2010
Holanda: bonita e eficiente
Não acho que a Holanda esteja tão engessada quanto dizem por aí. Ainda mais quando pegamos como parâmetro as outras seleções que disputaram ou disputam o Mundial da África do Sul.

A meu ver, apenas a Alemanha está acima da Laranja. E em função de seu futebol coletivo, não do individual. Apesar das boas campanhas de Schweinsteiger e Müller, não vejo na equipe germânica, por exemplo, um Sneijder ou um Robben (embora não considere estes dois craques extra-terrenos).
Para traçar um paralelo caseiro, se erguer a taça no dia 11, este time holandês estará muito mais para o Brasil de 2002 do que para o de 1994 (em relação à Holanda de 1974 e ao Brasil de 1982). Se não apresenta o futebol-arte em sua plenitude, em sua essência, se não brotam obras-primas nos gramados onde pisa, este time holandês é eficiente sem fazer feio.

A meu ver, apenas a Alemanha está acima da Laranja. E em função de seu futebol coletivo, não do individual. Apesar das boas campanhas de Schweinsteiger e Müller, não vejo na equipe germânica, por exemplo, um Sneijder ou um Robben (embora não considere estes dois craques extra-terrenos).
Para traçar um paralelo caseiro, se erguer a taça no dia 11, este time holandês estará muito mais para o Brasil de 2002 do que para o de 1994 (em relação à Holanda de 1974 e ao Brasil de 1982). Se não apresenta o futebol-arte em sua plenitude, em sua essência, se não brotam obras-primas nos gramados onde pisa, este time holandês é eficiente sem fazer feio.
sexta-feira, julho 02, 2010
Palmas para a Holanda
É fácil arrumar um cristo. Antes da Copa do Mundo, em função da não convocação de Ganso e Neymar, eu mesmo fazia questão do primeiro prego.
Me parece óbvio que a composição do elenco foi o grande pecado de Dunga. Por teimosia, ou coerência, não levou o supra-sumo verde-amarelo para a África do Sul.

Isso à parte, dentro das características dos selecionados que lá estavam e do estilo de jogo do time, na minha opinião o Brasil fez um bom Mundial. Repito: dentro das limitações deste grupo.
Noves fora o descontrole emocional após o primeiro gol da Holanda (que culminou na virada e na expulsão), a Seleção foi eliminada porque qualquer um pode morrer no mata-mata. Palmas aos holandeses, que sobreviveram.
Me parece óbvio que a composição do elenco foi o grande pecado de Dunga. Por teimosia, ou coerência, não levou o supra-sumo verde-amarelo para a África do Sul.

Isso à parte, dentro das características dos selecionados que lá estavam e do estilo de jogo do time, na minha opinião o Brasil fez um bom Mundial. Repito: dentro das limitações deste grupo.
Noves fora o descontrole emocional após o primeiro gol da Holanda (que culminou na virada e na expulsão), a Seleção foi eliminada porque qualquer um pode morrer no mata-mata. Palmas aos holandeses, que sobreviveram.
quinta-feira, julho 01, 2010
Pré-jogo: Holanda x Brasil
Michel Bastos não está sozinho. No duelo contra Robben, terá o suporte de Juan e Felipe Melo. O problema para o time brasileiro é que a Holanda não é apenas Robben. Dependendo da movimentação da cobertura, pode-se abrir caminhos para Sneijder, Van Persie ou o próprio Van Bommel jogar.

Em contrapartida, Robinho pode encontrar bons espaços às costas de Van der Wiel. Assim como o 11 laranja pode abrir brechas para seus companheiros, o 11 verde-amarelo não fica atrás, por causa da supervisão de Heitinga e Van Bommel. A troca de posicionamento entre ele e Kaká pode ser bastante pertinente.
Pelo corredor oposto, Kuyt será encarregado de acompanhar Maicon, para não deixar Van Bronckhorst no sufoco. Agora, se Elia for escalado, o lateral-direito será mais exigido no setor defensivo, já que o camisa 17 da Holanda é mais veloz e habilidoso que o 7. Pelo corredor central, Gilberto Silva e De Jong devem vigiar os números 10.
Tentativa de previsão à parte, a bola rola em Porto Elizabeth às 11h00 (Brasília). Quem passar pega Uruguai ou Gana na semifinal.
PS.: Veja aqui o nome a nome do confronto.

Em contrapartida, Robinho pode encontrar bons espaços às costas de Van der Wiel. Assim como o 11 laranja pode abrir brechas para seus companheiros, o 11 verde-amarelo não fica atrás, por causa da supervisão de Heitinga e Van Bommel. A troca de posicionamento entre ele e Kaká pode ser bastante pertinente.
Pelo corredor oposto, Kuyt será encarregado de acompanhar Maicon, para não deixar Van Bronckhorst no sufoco. Agora, se Elia for escalado, o lateral-direito será mais exigido no setor defensivo, já que o camisa 17 da Holanda é mais veloz e habilidoso que o 7. Pelo corredor central, Gilberto Silva e De Jong devem vigiar os números 10.
Tentativa de previsão à parte, a bola rola em Porto Elizabeth às 11h00 (Brasília). Quem passar pega Uruguai ou Gana na semifinal.
PS.: Veja aqui o nome a nome do confronto.
segunda-feira, junho 28, 2010
Nome a nome de Brasil e Holanda
Embora eu teime em ver a Holanda no 4-3-3, as seleções amarela e laranja jogam com esquemas táticos parecidos: uma linha de quatro, dois volantes, um meia centralizado, dois homens abertos pelas beiradas e um centroavante.
Estes enfrentamentos não serão vistos em campo, no entanto é possível traçar um paralelo entre os jogadores no que diz respeito à qualidade individual. Eis quem leva vantagem nos setores, na minha opinião.
Na defesa o Brasil vence de goleada. Para mim Julio César, Maicon, Lúcio, Juan e Michel Bastos são melhores, sem exceção, que os respectivos goleiro, zagueiros e laterais adversários (Stekelenburg; Van der Wiel, Heitinga, Mathjsen e Van Bronckhorst).
Já entre os volantes, o páreo é duro. Talvez aqui aconteça um empate técnico, pois Gilberto Silva e Felipe Melo estão ali com Van Bommel e De Jong. Ambos os quatro primam pela marcação e pecam na criação. Têm grandes limitações com a bola no pé.

Outro empate técnico ocorre entre os camisas 10. Pelo momento, não pelo geral. Vejo hoje Kaká e Sneijder em condições semelhantes. O brasileiro é mais talentoso, não há dúvida, porém a forma do holandês está mais em dia. Por isso o equilíbrio entre eles.
A vantagem holandesa aparece no corredor da direita, onde Robben e Elano atuam. Apesar dos dois gols que marcou em duas partidas, e de sua importância tática, é evidente que o camisa 7 do Brasil é inferior ao 11 da Holanda. Em contrapartida Robinho, o 11 verde-amarelo, supera Kuyt, o 7 laranja.
Por fim, na referência do ataque, Luís Fabiano e Van Persie. Pau a pau. Antes da Copa começar, inclusive, eles protagonizaram uma enquete aqui no blog. E deu Van Persie. Para manter minha posição, entendo que o 9 europeu esteja à frente do 9 sul-americano.
No frigir dos ovos, muito em função do setor defensivo, a Seleção tem mais qualidades individuais. O que não é garantia de passagem à semifinal, obviamente.
Estes enfrentamentos não serão vistos em campo, no entanto é possível traçar um paralelo entre os jogadores no que diz respeito à qualidade individual. Eis quem leva vantagem nos setores, na minha opinião.
Na defesa o Brasil vence de goleada. Para mim Julio César, Maicon, Lúcio, Juan e Michel Bastos são melhores, sem exceção, que os respectivos goleiro, zagueiros e laterais adversários (Stekelenburg; Van der Wiel, Heitinga, Mathjsen e Van Bronckhorst).
Já entre os volantes, o páreo é duro. Talvez aqui aconteça um empate técnico, pois Gilberto Silva e Felipe Melo estão ali com Van Bommel e De Jong. Ambos os quatro primam pela marcação e pecam na criação. Têm grandes limitações com a bola no pé.

Outro empate técnico ocorre entre os camisas 10. Pelo momento, não pelo geral. Vejo hoje Kaká e Sneijder em condições semelhantes. O brasileiro é mais talentoso, não há dúvida, porém a forma do holandês está mais em dia. Por isso o equilíbrio entre eles.
A vantagem holandesa aparece no corredor da direita, onde Robben e Elano atuam. Apesar dos dois gols que marcou em duas partidas, e de sua importância tática, é evidente que o camisa 7 do Brasil é inferior ao 11 da Holanda. Em contrapartida Robinho, o 11 verde-amarelo, supera Kuyt, o 7 laranja.
Por fim, na referência do ataque, Luís Fabiano e Van Persie. Pau a pau. Antes da Copa começar, inclusive, eles protagonizaram uma enquete aqui no blog. E deu Van Persie. Para manter minha posição, entendo que o 9 europeu esteja à frente do 9 sul-americano.
No frigir dos ovos, muito em função do setor defensivo, a Seleção tem mais qualidades individuais. O que não é garantia de passagem à semifinal, obviamente.
segunda-feira, junho 14, 2010
Vaart e Sneijder batem cabeça
Não sou adepto das teorias que dizem que cicrano ou beltrano não podem jogar com fulano. Não dá para estabelecer a Seleção de 1970 como referência porque é covardia, mas acho que jogadores talentosos sempre têm espaço no time.
No entanto este raciocínio, no caso da Holanda, é pertinente. Na minha opinião, no 4-3-3 (ou seria 4-2-3-1?) adotado por Van Marwijk, os camisas 23 e 10 batem cabeça.

Na minha visão de futebol, Van der Vaart não tem características de atleta de beirada de campo. É lento e pouco habilidoso para isso. Tende a se deslocar para o corredor central, como fez em demasia no jogo contra a Dinamarca. Na segunda etapa, aliás, houve momentos em que Sneijder veio para a esquerda e Vaart foi para dentro. Baita bobagem.
Do outro lado, enquanto Robben não se recupera totalmente, Kuyt atua na ponta direita. É por ali que ele costuma jogar no Liverpool. Todavia, para mim, ele também não possui as peculiaridades para cumprir o papel de ponteiro.

Já escrevi aqui no blog, após o amistoso contra a Hungria, que na minha equipe Elia seria o ponta-esquerda titular, com Robben aberto na direita, Sneijder por dentro e Van Persie na referência. Vaart e Kuyt seriam banco.
Condutor de bola em velocidade, driblador e com boa qualidade no passe, Elia é o extremo-esquerdo ideal para a Holanda. Se não houvesse um jogador desta estirpe no elenco, tudo bem, vá lá que se improvisasse o 23 por ali. Mas não é o caso. Se Van Marwijk não for cabeça dura, o 17 deverá ser efetivado.
No entanto este raciocínio, no caso da Holanda, é pertinente. Na minha opinião, no 4-3-3 (ou seria 4-2-3-1?) adotado por Van Marwijk, os camisas 23 e 10 batem cabeça.

Na minha visão de futebol, Van der Vaart não tem características de atleta de beirada de campo. É lento e pouco habilidoso para isso. Tende a se deslocar para o corredor central, como fez em demasia no jogo contra a Dinamarca. Na segunda etapa, aliás, houve momentos em que Sneijder veio para a esquerda e Vaart foi para dentro. Baita bobagem.
Do outro lado, enquanto Robben não se recupera totalmente, Kuyt atua na ponta direita. É por ali que ele costuma jogar no Liverpool. Todavia, para mim, ele também não possui as peculiaridades para cumprir o papel de ponteiro.

Já escrevi aqui no blog, após o amistoso contra a Hungria, que na minha equipe Elia seria o ponta-esquerda titular, com Robben aberto na direita, Sneijder por dentro e Van Persie na referência. Vaart e Kuyt seriam banco.
Condutor de bola em velocidade, driblador e com boa qualidade no passe, Elia é o extremo-esquerdo ideal para a Holanda. Se não houvesse um jogador desta estirpe no elenco, tudo bem, vá lá que se improvisasse o 23 por ali. Mas não é o caso. Se Van Marwijk não for cabeça dura, o 17 deverá ser efetivado.
domingo, junho 13, 2010
Robben bate Robinho
Tô com o resultado da enquete. Para mim o holandês joga mais que o brasileiro. É menos habilidoso, mas é mais técnico e objetivo, o que faz toda a diferença.

Dos 73 votos computados, 70% foram para Robben, o canhoto ponta-direita da Holanda, e 30% para Robinho, o ponta-esquerda destro do Brasil.

Dos 73 votos computados, 70% foram para Robben, o canhoto ponta-direita da Holanda, e 30% para Robinho, o ponta-esquerda destro do Brasil.
quinta-feira, junho 10, 2010
Van Persie na frente
Enquete boa é enquete apertada. A entre Luís Fabiano e Van Persie não foi das mais equilibradas, mas também não rolou goleada: 57% a 43% para o atacante do Arsenal, em 21 votos assinalados.
Votei no 9 da Holanda.

Luís Fabiano não chega a ser um cone, longe disso. Porém sua técnica, visão de jogo e habilidade, na minha opinião, estão aquém de Van Persie.
Noves fora a fase dos dois: o centroavante brasileiro passou em branco contra Zimbábue e Tanzânia, enquanto o holandês fez dois no México e um na Hungria.
Votei no 9 da Holanda.

Luís Fabiano não chega a ser um cone, longe disso. Porém sua técnica, visão de jogo e habilidade, na minha opinião, estão aquém de Van Persie.
Noves fora a fase dos dois: o centroavante brasileiro passou em branco contra Zimbábue e Tanzânia, enquanto o holandês fez dois no México e um na Hungria.
sábado, junho 05, 2010
Pintura alaranjada
O destro Elia seria o ponta-esquerda titular da minha Holanda. No 6 a 1 sobre a Hungria, o jogador do Hamburgo marcou um belo gol.
Completariam o time, do meio pra frente, De Jong, Van Bommel e Sneijder na meia-cancha, o canhoto Robben na ponta direita e Van Persie na referência. Van der Vaart e Kuyt seriam banco.
Completariam o time, do meio pra frente, De Jong, Van Bommel e Sneijder na meia-cancha, o canhoto Robben na ponta direita e Van Persie na referência. Van der Vaart e Kuyt seriam banco.
segunda-feira, maio 31, 2010
Os homens da bola parada
Não sei ao certo quem são os batedores ditos oficiais das seleções. Nem mesmo a lista abaixo com os principais nomes (sem Alemanha) é 100% segura.
Mas, em tese, a Seleção está a alguns passos atrás das demais, pelo menos nos lances de tiro direto da entrada da área (se Daniel Alves estiver no banco, diga-se).

Argentina: Verón, Messi; Brasil: Elano, Michel Bastos; Espanha: Xavi, Fabregas; França: Gourcuff, Henry; Holanda: Sneijder, Van Persie; Inglaterra: Gerrard, Lampard; Itália: Pirlo, De Rossi; Portugal: Deco, Cristiano Ronaldo.
Em tempos de Zico borbulhando no noticiário, a reclamação por Ronaldinho, no sentido da cobrança de falta, tem fundamento.
Mas, em tese, a Seleção está a alguns passos atrás das demais, pelo menos nos lances de tiro direto da entrada da área (se Daniel Alves estiver no banco, diga-se).

Argentina: Verón, Messi; Brasil: Elano, Michel Bastos; Espanha: Xavi, Fabregas; França: Gourcuff, Henry; Holanda: Sneijder, Van Persie; Inglaterra: Gerrard, Lampard; Itália: Pirlo, De Rossi; Portugal: Deco, Cristiano Ronaldo.
Em tempos de Zico borbulhando no noticiário, a reclamação por Ronaldinho, no sentido da cobrança de falta, tem fundamento.
sexta-feira, abril 30, 2010
Novo uniforme da Holanda
Para quem tem uma queda pela cor laranja, manto encantador.

Com Sneijder e Robben, a Holanda pode fazer bonito na Copa.

Com Sneijder e Robben, a Holanda pode fazer bonito na Copa.
sexta-feira, junho 13, 2008
Holanda, de novo!
Na partida de estréia, 3 a 0 na campeã do mundo.
No segundo jogo, 4 a 1 na vice-campeã do mundo.
Essa é a Holanda da Euro 2008. Uma Holanda avassaladora, muito ofensiva, cheia de graça, técnica e velocidade.
Holanda que, hoje, atropelou a França.
O técnico Van Basten mandou a campo o mesmo time que passeou contra a Itália:

Kuyt, de cabeça, abriu o placar na primeira etapa.
Na segunda, Engelaar, mal na partida, foi substituído. Alteração ousada. Robben entrou em seu lugar. Com isso, Vaart foi recuado para jogar como segundo volante. Sneijder foi centralizado para ocupar o até então lugar de Vaart. E na direita, Kuyt saiu para dar lugar a Van Persie:

O segundo gol, não por acaso, saiu dos pés de atletas que vieram do banco. Da ponta-esquerda para a ponta-direita, do ponta-esquerda para o ponta-direita. De Robben para Persie, de Persie para as redes. 2 a 0.
Mal Henry descontou para a França, e Robben, oportunista, no minuto seguinte, fez o terceiro. 3 a 1.

E no minuto final, Sneijder marcou o seu, fechando a conta: 4 a 1.
A Holanda, classificada, segue arrasadora. Até aqui, nenhuma seleção mostrou bola para fazer frente aos holandeses.
No segundo jogo, 4 a 1 na vice-campeã do mundo.
Essa é a Holanda da Euro 2008. Uma Holanda avassaladora, muito ofensiva, cheia de graça, técnica e velocidade.
Holanda que, hoje, atropelou a França.
O técnico Van Basten mandou a campo o mesmo time que passeou contra a Itália:

Kuyt, de cabeça, abriu o placar na primeira etapa.
Na segunda, Engelaar, mal na partida, foi substituído. Alteração ousada. Robben entrou em seu lugar. Com isso, Vaart foi recuado para jogar como segundo volante. Sneijder foi centralizado para ocupar o até então lugar de Vaart. E na direita, Kuyt saiu para dar lugar a Van Persie:

O segundo gol, não por acaso, saiu dos pés de atletas que vieram do banco. Da ponta-esquerda para a ponta-direita, do ponta-esquerda para o ponta-direita. De Robben para Persie, de Persie para as redes. 2 a 0.
Mal Henry descontou para a França, e Robben, oportunista, no minuto seguinte, fez o terceiro. 3 a 1.

E no minuto final, Sneijder marcou o seu, fechando a conta: 4 a 1.
A Holanda, classificada, segue arrasadora. Até aqui, nenhuma seleção mostrou bola para fazer frente aos holandeses.
segunda-feira, junho 09, 2008
A Bela acabou com a Fera
A vitória da Holanda sobre a Itália foi a vitória do futebol bonito, bem jogado, ofensivo, arte.
A escola holandesa prima pelo ataque, ao contrário da italiana, que se contenta com vitórias de um 1 a 0.

A Holanda não se satisfaz com 1 gol. Nem com 2. Meteu três na campeã do mundo. 3 a 0. Dois deles marcados em contra-ataques exemplares.
O futebol feio da Itália, envelhecido e cheio de volantes, sucumbiu à formosura do futebol holandês, veloz e farto de habilidade.
Holanda 3 x 0 Itália, melhores momentos
Em tempo: gol de Nistelrooy foi legal.
A escola holandesa prima pelo ataque, ao contrário da italiana, que se contenta com vitórias de um 1 a 0.

A Holanda não se satisfaz com 1 gol. Nem com 2. Meteu três na campeã do mundo. 3 a 0. Dois deles marcados em contra-ataques exemplares.
O futebol feio da Itália, envelhecido e cheio de volantes, sucumbiu à formosura do futebol holandês, veloz e farto de habilidade.
Holanda 3 x 0 Itália, melhores momentos
Em tempo: gol de Nistelrooy foi legal.
quarta-feira, abril 25, 2007
Parabéns, Cruyff!
O mundo do futebol ganhou um gênio no dia 25 de abril de 1947.
Nesta data, nasceu o craque holandês Johannes Cruyff.
Os pontos mais altos da carreira do eterno camisa 14 foram no Ajax, onde marcou 190 gols, em 229 jogos, entre 1964 a 1973, e no Barcelona, entre 73 a 78, onde marcou 48 gols, em 143 jogos.
E, é claro, na seleção holandesa.
Foi o destaque da Copa de 1974 - a Holanda foi vice-campeã, perdendo para a Alemanha Ocidental na final -, liderando o famoso Carrossel Holandês. Pela Laranja Mecânica fez 48 jogos, marcando 33 gols.
Como treinador, conquistou quatro títulos espanhóis com o Barça, e uma Liga dos Campeões.
Aqui ficam os parabéns pelos 60 anos, e alguns lances do gênio holandês:
Nesta data, nasceu o craque holandês Johannes Cruyff.
Os pontos mais altos da carreira do eterno camisa 14 foram no Ajax, onde marcou 190 gols, em 229 jogos, entre 1964 a 1973, e no Barcelona, entre 73 a 78, onde marcou 48 gols, em 143 jogos.
E, é claro, na seleção holandesa.
Foi o destaque da Copa de 1974 - a Holanda foi vice-campeã, perdendo para a Alemanha Ocidental na final -, liderando o famoso Carrossel Holandês. Pela Laranja Mecânica fez 48 jogos, marcando 33 gols.
Como treinador, conquistou quatro títulos espanhóis com o Barça, e uma Liga dos Campeões.
Aqui ficam os parabéns pelos 60 anos, e alguns lances do gênio holandês:
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