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quinta-feira, março 07, 2013

Anzhi passa em branco em casa

Willian saiu do Shakhtar para se tornar o parceiro de ataque do Eto’o. Nada mal. No time russo ele joga (pelo menos foi assim nesta terça-feira) como segundo atacante, enquanto o maior salário do planeta faz o papel da referência, ainda que bastante móvel.

Diante do Newcastle, quando o Anzhi trabalhou a bola no campo ofensivo, o camisa 88 teve liberdade e obrigação de circular por uma extensa faixa, em regra a central, próximo aos volantes adversários. Se não fosse por essa movimentação, aliás, essa região do gramado seria terra de ninguém. Mesmo voltando para buscar o jogo, se descabelando, Willian não teve com quem jogar, uma vez que os volantes não apoiaram (Jucilei preso como primeiro homem é um desperdício danado) e os wingers não entraram em diagonal (nem mesmo o destro Shatov).



Isso tudo até os 22 minutos do primeiro tempo. Willian, logo ele, sentiu alguma coisa e foi substituído pelo centroavantão Traoré. Dessa forma Traoré foi fazer a do Eto’o (ainda que com menos mobilidade), e Eto’o foi fazer a do Willian. Tanto antes quanto depois da alteração, todavia, apenas um lance foi criado (chute de Eto’o aos 39) na fraca primeira etapa (uma única finalização). Os donos da casa não conseguiram desenlear as obedientes e compactadas linhas alvinegras, e as equipes foram para o intervalo no zero a zero.

Na etapa final o Anzhi bem que tentou. De fato, melhorou. Diarra deu mais opção aos companheiros, Eschenko começou a subir pelo corredor direito, Shatov apareceu por dentro, Eto'o desferiu uns três arremates, porém poucas chances claras e efetivas foram construídas. No fim das contas o zero a zero foi ruim mas não horroroso para o time de Makhachkala, por não ter sofrido gol em casa. O duelo de volta dessa oitava de final da Liga Europa está marcado para o dia 14 de março, quinta que vem, no St. James’ Park.

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quinta-feira, março 29, 2012

Taison "mal escalado" no Metalist

Confesso que desconheço o elenco do Metalist. Por isso fica complicado querer criticar as escolhas do treinador ou sugerir algumas mudanças na equipe titular.

O que me chamou atenção no 4-2-3-1 escalado por Myron Markevich, porém, foi o posicionamento de Taison. Destro, o ex-Colorado sempre foi jogador de beirada de campo, em regra pela esquerda, desde os tempos de Beira-Rio. No entanto, pelo menos nesta quinta-feira, diante do Sporting, em Lisboa, o camisa 77 atuou por dentro, com Blanco e Sosa pelos flancos.

Mais condutor do que criador, Taison buscou enconstar em Cristaldo e nos pontas, mais no esquerda do que no direita, talvez em função da apagada partida feita por Blanco. Aliás, Blanco e Taison inverteram as posições em alguns momentos do primeiro tempo. Já na segunda etapa, a inversão foi definitiva.



No meio campo, quase toda bola passou pelo pé de Cleiton Xavier. Homem da pelota parada, o 10 foi, e é, o encarregado em distribuir o jogo, enquanto Torres ficou mais preso, responsável pela cobertura. Ambos, por sinal, não têm um lado de atuação definido.

No segundo tempo, aos 20 minutos, Cristaldo foi substituído por Devic. E mais tarde, aos 32, Blanco cedeu seu espaço para Marlos. Com o ex-São Paulo no gramado, pela faixa central, Sosa seguiu aberto na direita e Taison na esquerda, onde nitidamente se sentiu mais à vontade e rendeu mais.

No fim das contas, aos 89', após finalização de Marlos, o goleiro do Sporting deu rebote e cometeu pênalti na dividida com Devic. Cleiton Xavier cobrou e diminuiu a diferença: 2 a 1 para os donos da casa. Graças a esse tento no finzinho, o 1 a 0 simples, na quinta-feira que vem, na Ucrância, classifica o Metalist à semifinal da Liga Europa.

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quinta-feira, março 15, 2012

Sporting segura pressão e passa

A exemplo do rival da cidade, o City também foi eliminado da Liga Europa nesta quinta-feira. Se por um lado o Athletic Bilbao construiu sua classificação nos 90 minutos, sendo superior aos Red Devils nos dois confrontos, por outro o Sporting penou para segurar a pressão dos Citizens na partida da volta, principalmente nos 20, 25 minutos finais do duelo.

A estrutura tática e a estratégia de Ricardo Sá Pinto foram nítidas: fechar-se com duas linhas de quatro bem compactadas e sair em velocidade no contra-ataque - com os atacantes, os wingers e os laterais. Apesar da movimentação do segundo atacante Matías Fernández, que alimentou a faixa central, as tramas ofensivas se desenharam em regra pelos flancos.



Na primeira etapa funcionou. A equipe portuguesa foi para o intervalo com 2 a 0 de vantagem, gols de Matías e Van Wolfswinkel, aos 33 e 40 minutos, respectivamente. No segundo tempo, no entanto, só deu City. Logo aos 15, Kun Agüero diminuiu. Em seguida, aos 18, Pinto promoveu duas substituições: Jeffren e Renato Neto por Capel e Matías. E aos 22, colocou Carrillo no lugar do camisa 9.

Com as alterações, Carriço foi deslocado à extrema esquerda, Renato e Schaars formaram a duplas de "volantes", e Izmailov manteve-se na extrema direita. E no ataque, Carrillo e Jeffren, com o ex-Barça caindo pelos dois lados e prendendo a bola no campo ofensivo. Mesmo todo fechadinho, com os onze jogadores sem a bola marcando no campo de defesa, os donos da casa ainda balançaram a rede mais duas vezes. Porém os visitantes suportaram a avalanche azul, seguraram a derrota por 3 a 2 (1 a 0 Sporting em Lisboa) e avançaram às quartas de final do segundo maior torneio de clubes do Velho Mundo.

quinta-feira, fevereiro 23, 2012

Pós-jogo: United 1 x 2 Ajax

O resultado da ida - 2 a 0 para o Manchester United - fez com que o Ajax não abrisse mão de suas características ofensivas em pleno Old Trafford, nesta quinta-feira.

Distribuídos no rotineiro 4-3-3, os visitantes foram surpreendidos pelo gol de Chicharito aos 6 minutos do primeiro tempo. Logo, sem se expor loucamente, o Ajax não teve outra escolha a não sair ir para cima do poderoso adversário.

Alguns duelos individuas chamaram a atenção, como os dos irmãos gêmeos Rafael e Fabio com os canhotos Sulejmani e Özbiliz (autor do gol de empate aos 37). Já na meia-cancha, Cleverley e Park bateram de frente com Eriksen e De Jong.



No intervalo Frank De Boer sacou Koppers e passou Anita para a lateral esquerda. Na vaga do 42 entrou Klaassen, para atuar na meia, ao lado de Eriksen. Com isso, De Jong foi recuado à cabeça de área.

Mais tarde, aos 15 minutos da etapa final, outra alteração na equipe holandesa: Serero por Eriksen, seis por meia-dúzia, pelo menos no posicionamento. Meia por meia.

Alex Ferguson também mexeu no time, duplamente: o zagueiro Evans e Paul Scholes substituíram Cleverley e Young. Desta maneira a linha do meio ficou composta por Park e Nani nas extremas, Jones e Scholes por dentro, sempre mantendo o 4-4-2 clássico britânico.

No frigir dos ovos, aos 42 minutos do segundo tempo, Alderweireld ainda colocou o Ajax em vantagem no placar: 2 a 1. Porém não foi o suficiente para evitar a passagem do United às oitavas de final da Liga Europa. O oponente é o Athletic Bilbao, que eliminou o Lokomotiv Moscou. A primeira partida acontece no dia 8 de março.

quarta-feira, dezembro 14, 2011

Mais um no 4-2-3-1

Chama a atenção a troca de posicionamento entre os atletas da chamada linha de três. Originalmente Pastore é o homem central, o canhoto Nenê o ponta-direita e o destro Bahebeck o esquerda. No entanto eventualmente há a inversão entre Pastore e Nenê, e Nenê e Bahebeck.

Pelo menos foi assim nesta quarta-feira, no 4 a 2 sobre o Athetic Bilbao, em Paris. Apesar da vitória, o time treinado por Kombouaré está eliminado da Liga Europa.



Embora ambos avançassem, entre os laterais Ceará apoiou com mais frequência que Tiéné. E entre os volantes, Bodmer saiu mais para o jogo que Armand.

Outra coisa que me chamou a atenção foi a movimentação de Gameiro. O centroavante francês esteve longe de ser aquele 9 de ofício. A mobilidade do camisa 19 foi produtiva nas tramas ofensivas, principalmente nas caídas pela direita. Além de abrir espaços para os companheiros, desorientou a marcação adversária.

quarta-feira, maio 18, 2011

A Liga Europa é do Porto

Não sei se foi a estratégia para a final da Liga Europa, ou se o Porto geralmente joga assim. Mas diante do Braga, nesta quarta-feira, os comandados de Villas Boas concentraram o jogo pelas beiradas.

Não sei se foi a estratégia, ou a marcação adversária, mas os Dragões não conseguiram fazer com que o jogo fluísse pelo corredor central. A tendência foi tramar as jogadas pelos lados, em especial o direito, com Sapunaru, Guarín e Hulk.

Foi dali, aliás, que o camisa 6 cruzou com perfeição para o gol de Falcao, aos 44 minutos do primeiro tempo.



Se com a posse da bola os pontas buscaram tanto a diagonal quanto a linha de fundo, sem ela Hulk e Varela acompanharam os laterais do Braga. Individualmente o destaque ficou com o brasileiro, que foi muito superior ao seu companheiro.

Só achei que faltou uma maior aproximação entre eles.

Talvez por isso o jogo não fluiu tanto pela faixa central. Ou talvez a determinação e a eficiência da equipe vermelha não permitiram que isso ocorresse. Ou foi a estratégia azul e branca mesmo.

O momento é de alegria para o clube português. A hora é de festejar. Contudo há um preço a se pagar quando se conquista um título, e esse deve ser a saída de alguns atletas para gigantes da Europa, e quem sabe a do próprio treinador, de apenas 33 anos.

quinta-feira, abril 07, 2011

Como joga o Spartak Moscou

Na teoria o esquema tático adotado é o 4-4-2 em linha. No entanto, quando o time russo está sem a posse, Alex volta para marcar o primeiro volante adversário. Pelo menos foi assim contra o Porto, nesta quinta, quando o brasileiro vigiou Fernando. Assim sendo, pode-se afirmar que existe a variação para o 4-5-1 (4-4-1-1).

Quando tem a bola, porém, o ex-colorado fica livre. Embora seja o principal criador pela faixa central, um pouco acima de Ibson, com quem divide a função, Alex também se desloca para as bandas para confundir a marcação e dar opções aos companheiros. Os tiros de fora da área e a infiltração na mesma também fazem parte do menu do capitão e camisa 12.



Compreensível e justificavelmente, diante da equipe portuguesa os laterais pouco avançaram. Ficaram mais responsáveis pela marcação de Hulk e Varela do que pelo apoio. Talvez isso explique por que os wingers McGeady e Dmitriy Kombarov se restringiram aos corredores e quase nunca apareceram por dentro. Talvez.

Quanto a Wellinton e Rafael Carioca, um funciona como centroavante, e o outro como cão-de-guarda. Refinado, diga-se, pois o ex-Grêmio e Vasco tem qualidade para sair jogando e se apresentar à frente. Tanto é que às vezes o faz.

quinta-feira, abril 22, 2010

Pós-jogo: Atlético de Madrid x Liverpool

Anfitriões e visitantes adotaram o mesmo esquema tático: o 4-4-2 em linha. Pelo lado do Atlético, Forlán e Jurado compuseram a dupla de frente. Pelo lado do Liverpool coube a Ngog e Gerrard comandarem o ataque.

Tanto Jurado quanto Gerrard atuaram como segundos atacantes, o primeiro com mais mobilidade que o segundo. O camisa 9 do time espanhol incomodava mais a saída de bola dos volantes adversários do que o 8 dos Reds.



Em relação aos homens do miolo da meia-cancha, Paulo Assunção e Mascherano guardaram a posição para que seus companheiros, Raúl García e Lucas, pudessem sair para o jogo e preencher as respectivas intermediárias ofensivas.

Quanto aos atletas das beiradas, as funções foram semelhantes. Reyes e Simão e Kuyt e Benayoun procuraram mais entrar em diagonal para ocupar a faixa central do que avançar rumo à linha de fundo.

Aos 19 da segunda etapa Ngog foi substituído por Babel. Rafa Benítez deslocou Kuyt para o ataque e colocou o holandês na beirada direita da linha de quatro. Treze minutos depois foi a vez de Quique Flores mexer no seu time: tirou Simão e botou Valera, que entrou para atuar na posição de Reyes, que por sua vez inverteu de lado e ocupou o espaço que até então era do português.

Mais de Atlético 1 x 0 Liverpool em Goal.com.

quinta-feira, abril 08, 2010

Liverpool na semi da Liga Europa

Chamou a atenção o fato dos dois treinadores escalarem zagueiros de origem na lateral esquerda. Pelo lado do Liverpool, Agger atuou no improviso, e pelo Benfica, David Luiz jogou por ali, deixando a quarta zaga para outro brasileiro, Sidnei, ex-Internacional.

A equipe de Rafa Benítez se postou no 4-4-2 em duas linhas, com Gerrard e Torres na frente. Embora também voltasse para articular as jogadas, o capitão dos Reds foi o segundo atacante.



Já o time de Jorge Jesus se posicionou no 4-5-1 (4-2-3-1), com Ramires e Di María abertos pelos lados do campo, Aimar por dentro e Cardozo na referência do ataque.

Em regra, o ex-cruzeirense bateu de frente com Agger, Di María com Johnson, Benayoun com Amorim e Kuyt com David Luiz. E pelo miolo do meio-de-campo, Javi Garcia enfrentou Lucas e Carlos Martins duelou com Mascherano. Todavia a dupla de volantes dos donos da casa também foram responsáveis por Aimar, quando este entrava nos respectivos raios de ação.

Mais de Liverpool 4 x 1 Benfica em Goal.com.

quinta-feira, abril 01, 2010

Benfica vira sobre o Liverpool

Com dois gols de Cardozo, de pênalti, os Encarnados bateram os Reds por 2 a 1 nesta quinta-feira, no jogo de ida das quartas de final da Liga Europa, no Estádio da Luz.

Com um a menos (Babel foi expulso aos 30 minutos do primeiro tempo), o Liverpool se posicionou com duas linhas de quatro e um atacante (Torres). Da direita para a esquerda, Kuyt, Lucas, Mascherano e Gerrard ocuparam o setor do meio-de-campo.

O Benfica, por sua vez, atuou no habitual 4-4-2 com um cabeça-de-área e uma linha de três armadores, composta por Ramires e Carlos Martins pelas beiradas, e Aimar pelo centro. Na frente, Cardozo foi o avante de referência, e Di Maria o de movimentação.



Aos 20 minutos do segundo tempo, Nuno Gomes entrou no lugar de Maxi Pereira. O camisa 20 foi recuado para o lado esquerdo, Carlos Martins foi para a direita, Nuno para o ataque, e o 8 para a lateral. E aos 25, Ruben Amorim entrou na vaga do 17, para atuar na mesma posição.

Este esquema tático pouco comum, adotado por Jorge Jesus, é também utilizado pelo Sporting, rival local da cidade de Lisboa.

Mais em Goal.

quinta-feira, março 18, 2010

Sem alteração tática, Sporting é eliminado

Na partida de volta entre Sporting e Atlético de Madrid, nesta quinta, em Portugal, os donos da casa utilizaram um esquema tático pouco usual: o 4-4-2 com um cabeça-de-área e três meias no setor do meio-de-campo.

No caso dos Leões, talvez por Moutinho não ser um meia cerebral, que cadencia e distribui o jogo, a armação das jogadas se concentra pelo flancos, com Pereirinha e Abel pela direita, e Miguel Veloso e Pedro Silva pela esquerda - amparados também pelos atacantes e pelo próprio 28.



Na segunda etapa, aos 8 minutos, o camisa 5 deu lugar a Vukcevic, que entrou para atuar pela esquerda na linha de três, com o 24 recuado para a lateral. Mais tarde, aos 25, Pereirinha cedeu a vaga a Matías, que operou na mesma posição.

Ou seja: alterações técnicas e físicas, e não táticas. Apesar do sangue novo, o sistema se manteve intacto (o que não quer dizer que, se tivesse mudado a estrutura, o resultado seria diferente, até porque, desta forma, os anfitriões pressionaram bastante).

Outro time que adota, ou ao menos adotava, este plano tático pouco comum, é o arquirrival da cidade de Lisboa, o Benfica.

No fim das contas, o Sporting empatou em 2 a 2 e foi eliminado pelo Atlético de Madrid, que avança às quartas de final da Liga Europa. Só para registro, o duelo de ida, no Vicente Calderón, ficou no 0 a 0.

quinta-feira, março 11, 2010

O 4-5-1 da Velha Senhora

Bastante desfalcada, a Juventus saiu na frente no confronto com o Fulham, nesta quinta, pelas oitavas de final da Liga Europa: 3 a 1.

Postada no 4-5-1, com três volantes e dois meia-atacantes (que eventualmente trocavam de lado), a Velha Senhora não teve dificuldades para vencer o visitante inglês.



Em função do congestionamento no setor do meio-campo, falta à Juve, a meu ver, jogadas pelos flancos do gramado. Tanto os camisas 7 e 8 quanto os 28 e 26 tendem a afunilar o jogo.

Na segunda etapa, com a entrada de Camoranesi no lugar de Salihamidzic, a equipe de Zaccheroni abriu um pouco mais pelo lado direito. Mas confesso que, na minha opinião, este esquema tático me soa meio engessado (embora, com os nomes que tinha à disposição, talvez fosse o sistema mais indicado).

quinta-feira, fevereiro 25, 2010

Wolfsburg segue na Liga Europa

Com gols de Dzeko, Ángel López (contra), Gentner e Grafite, o Wolfsburg bateu o Villarreal por 4 a 1 nesta quinta-feira, em casa, e se classificou às oitavas de final da Liga Europa. No jogo de ida as equipes empataram por 2 a 2.

O time alemão joga no 4-4-2 em losango, com Josué na cabeça-de-área e Misimovic de ponta-de-lança, o grande articulador da esquadra. Todavia os vértices laterais, constituídos por Gentner e Riether, ocasionalmente aparecem mais abertos e adiantados. São eles os encarregados em progerdir pelos lados do campo - além dos laterais.



Na frente não há um centroavante, um atacante que jogue centralizado. No ataque o bósnio Dzeko e o brasileiro Grafite dividem os espaços meio a meio. Quando um cai pelo canto, o outro está na área. E vice-versa. E lá atrás, o capitão Josué é o responsável em cobrir as duas bandas.

As partidas das oitavas serão realizadas nos dias 11 e 18 de março, e os Lobos terão pela frente o russo Rubin Kazan.

quinta-feira, fevereiro 18, 2010

Júlio Baptista, o 10 da Roma

O time na prancheta foi o que Ranieri mandou a campo nesta quinta-feira, para enfrentar o Panathinaikos, na Grécia, pela Liga Europa.

A Roma adota o 4-5-1, com apenas Vucinic na frente. O esquema não pode ser considerado um 4-3-3 porque Brighi e Taddei, além de não serem, não atuam como pontas. Eles são, de fato, meio-campistas. Embora um fique mais à esquerda e o outro à direita, nenhum dos dois joga aberto propriamente dito. Ambos aparecem por dentro, com e sem a bola.



A função que Júlio Baptista exerce em seu clube é semelhante a que ele vai executar na Seleção, caso Kaká se machuque. Ele é o ponta-de-lança, responsável por alimentar o centroavante e chegar na área para concluir.

Ao apito final, o placar registrou Panathinaikos 3, Roma 2, e a equipe da capital italiana perdeu uma invencibilidade de 20 jogos. Eis os gols.

Vucinic coloca com a mão

Montenegrino deixa o dele no jogo diante do Panathinaikos.

quinta-feira, novembro 05, 2009

Villarreal acostumado a jogar com dez

Logo aos dois minutos o Villarreal inaugurou o marcador com Pires. Em seguida, aos três, um jogador do time visitante foi expulso (injustamente). Aos quinze o placar já registrava 3 a 0 para os donos da casa.

Postado com suas linhas de quatro e seus dois atacantes, o Submarino Amarelo aplicou 4 a 1 na Lazio nesta quinta-feira, pela Liga Europa, e chegou ao segundo lugar no Grupo G.

Pires, que está longe de ser um condutor de bola veloz e habilidoso, aparece bastante pelo centro para articular as jogadas. Quando a equipe está na defensiva, ele fecha o lado esquerdo do campo.



Ainda da primeira etapa, aos 34, Gonzalo levou cartão vermelho pelo pênalti que cometeu. Aí Ernesto Valverde fez o que fez no jogo contra o Real Madrid, no final de setembro: puxou Eguren para a zaga central, trouxe Cani para dentro, abriu Llorente pela direita e deixou Nilmar no ataque.

Detalhe: contra o Madrid o expulso foi o mesmo Gonzalo, aos mesmos 34 minutos do primeiro tempo.

quinta-feira, setembro 17, 2009

Liga Europa à brasileira

Bem que Benfica e Shakhtar poderiam fazer a final da Liga Europa no Maracanã. Seriam nove, dez brasileiros frente à frente, cinco pra cá, cinco pra lá.

O atual campeão estreou bem, fez 4 a 1 no Brugge fora de casa, com Jadson, Fernandinho, Willian e Luiz Adriano entre os onze. Ilsinho, titular absoluto, não foi relacionado, deve estar machucado.

Já no Estádio da Luz nenhum brasileiro balançou a rede, embora houvesse quatro na linha: Júlio César no gol, David Luiz e Luisão na zaga, e Ramires e Felipe Menezes no meio-campo.

O grande goleador, no entanto, começou no banco e por lá ficou até o apito final. Confesso que não sei por que Keirrison não entrou, sendo que o Benfica fez 2 a 0 ainda no primeiro tempo, e em momento algum da segunda etapa os bielorrussos ameaçaram. E olha que Jorge Jesus fez as três alterações.

Apesar de Cardozo e Nuno Gomes terem feito os gols da vitória sobre o BATE nesta quinta-feira, a meu ver K9 tem mais bola que os dois, fácil, fácil.

quinta-feira, fevereiro 26, 2009

Dinossauros do Milan fora da Copa da Uefa

Tire você a média. Dos onze titulares que enfrentaram o Werder Bremen em Milão, só dois têm vinte e poucos anos (Senderos e Pato).

Os outros nove jogadores que foram a campo são pra lá de veteranos: Dida (35), Zambrotta (32), Maldini (41), Favalli (37), Pirlo (29), Ambrosini (31), Seedorf (32), Beckham (33) e Inzaghi (35).



Não por acaso a equipe rubronegra, que abriu 2 a 0 no placar, cedeu o empate no segundo tempo e foi eliminada da Copa da Uefa.

Se o Milan não renovar seu enferrujado elenco e sua ultrapassada comissão técnica, vai continuar dependendo de Kaká para obter sucesso.