Escrevi no Twitter algo óbvio, que momentos depois Cuca comentou com Victorino Chermont, na transmissão do SporTV, a instantes do início do segundo tempo: era preciso fazer a bola girar, inverter de lado com rapidez, que os espaços iriam aparecer.

O que me chamou a atenção foi a distribuição tática da LDU, com um a menos. Sou da teoria de que, quando se tem nove homens na linha (ainda mais com uma vantagem daquelas no placar agregado), o esquema mais aconselhável são as duas linhas de quatro e um atacante veloz. Desta forma o sistema defensivo fica compactado, sem abrir mão do contra-ataque. No entanto Fossatti manteve os três zagueiros. Correu riscos, mas deu certo.
De qualquer forma, o Fluminense está de parabéns. Se o título não veio, em função da sapecada em Quito, o 3 a 0 no Maracanã dá mais confiança ao time, se é que isso é possível, para a rodada derradeira contra o Coxa, em Curitiba.






