1 Real Madrid
2 Paris Saint-Germain
3 Manchester City
4 Bayern
5 Juventus
6 Manchester United
7 Barcelona
8 Chelsea
9 Borussia Dortmund
10 Liverpool
11 Tottenham
12 Arsenal
13 Atlético
14 Napoli
15 Milan
16 Monaco
17 Roma
18 Inter
19 Everton
20 Sevilla
PS: Os esquemas táticos das pranchetas acima, as ordens de titularidade e as distribuições dos jogadores naturalmente não devem estar 100% corretas.
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segunda-feira, setembro 04, 2017
quinta-feira, janeiro 30, 2014
Possível Milan com Taarabt e Essien
Quando Seedorf foi anunciado pelo Milan, a Gazzetta dello Sport cogitou um time no 4-4-2 em losango, com Kaká e Balotelli no ataque. Honestamente, de bate-pronto, confesso também ter pensado nessa formação. O que se viu na prática, porém, foi um 4-2-3-1 com Honda, Kaká e Robinho na linha de três. A questão agora é: onde entra Taarabt? Antes de responder essa pergunta, no entanto, é preciso responder outra: ele será titular? Acredito que sim. Embora particularmente eu prefira pontas de ofício no 4-2-3-1, creio que o marroquino terá uma vaga no XI inicial de Seedorf. No caso, a de Robinho.
Adel Taarabt, 24 anos - emprestado até o fim da temporada, com previsão de compra na janela de verão - joga "atrás do centroavante, ou pela esquerda, ou pela direita", como disse ao site do clube italiano. No vídeo acima, pelo QPR 2012/13, fica evidente seu rendimento pela faixa central. Claro, é um compacto apenas com os melhores momentos. Mas de fato ele joga mais por ali. E como Kaká joga bem pela esquerda (não pela marcação ao lateral adversário e sim pelo corte para dentro e pelo arremate de direita), me parece essa a melhor saída, na prancheta abaixo, com o canhoto Honda aberto à direita. Parênteses: Taarabt também é canhoto.

O que esperar do Milan? A colocação na Serie A é ruim, apenas o nono lugar. Logo, a briga por vaga na próxima Champions parece impossível, não só em função da diferença na pontuação, mas também por causa da qualidade dos times em questão (Napoli, Roma e Juventus). Pode acontecer através do título da Champions dessa temporada, é verdade. Contudo, mesmo com as chegadas de Rami, Essien, Honda, Taarabt e, principalmente, Seedorf, convenhamos, o favorito nas oitavas de final (19 de fevereiro e 11 de março) segue sendo o Atlético de Simeone e Diego Costa. Seja como for, passando ou não pela equipe de Madri, se classificando ou não para a UCL 2014/15, a expectativa daqui pra frente, pelo menos a minha, é bastante positiva.
Adel Taarabt, 24 anos - emprestado até o fim da temporada, com previsão de compra na janela de verão - joga "atrás do centroavante, ou pela esquerda, ou pela direita", como disse ao site do clube italiano. No vídeo acima, pelo QPR 2012/13, fica evidente seu rendimento pela faixa central. Claro, é um compacto apenas com os melhores momentos. Mas de fato ele joga mais por ali. E como Kaká joga bem pela esquerda (não pela marcação ao lateral adversário e sim pelo corte para dentro e pelo arremate de direita), me parece essa a melhor saída, na prancheta abaixo, com o canhoto Honda aberto à direita. Parênteses: Taarabt também é canhoto.

O que esperar do Milan? A colocação na Serie A é ruim, apenas o nono lugar. Logo, a briga por vaga na próxima Champions parece impossível, não só em função da diferença na pontuação, mas também por causa da qualidade dos times em questão (Napoli, Roma e Juventus). Pode acontecer através do título da Champions dessa temporada, é verdade. Contudo, mesmo com as chegadas de Rami, Essien, Honda, Taarabt e, principalmente, Seedorf, convenhamos, o favorito nas oitavas de final (19 de fevereiro e 11 de março) segue sendo o Atlético de Simeone e Diego Costa. Seja como for, passando ou não pela equipe de Madri, se classificando ou não para a UCL 2014/15, a expectativa daqui pra frente, pelo menos a minha, é bastante positiva.
terça-feira, outubro 22, 2013
Milan segura Barcelona no San Siro
Mais surpreendente do que a escalação de Kaká foi sua função no gramado. Inesperadamente, pelo menos pra mim, o camisa 22 do Milan atuou aberto pelo lado esquerdo, região do camisa 22 do Barcelona. Kaká vs Daniel Alves, aliás, foi um dos grandes duelos da partida, tendo o brasileiro do clube italiano levado vantagem: não deixou espaços para Daniel se sobressair no apoio e aproveitou os espaços deixados às costas dele.
O time de Massimiliano Allegri, mesmo antes de Robinho abrir o placar aos 9 minutos, se fechou num compactado 4-5-1 (duas linhas), com o 7 na frente, muitas vezes atrás da linha da bola, cercando Busquets. Já a equipe de Tata Martino se organizou no habitual 4-3-3, com Messi e Alexis se revezando entre a faixa central e a ponta direita – medida talvez tomada em função da eficiência defensiva dos donos da casa em parte da primeira etapa. Em parte, porque, no fim das contas, o Barcelona acabou empatando com Messi aos 23 e criando mais chances (9 finalizações contra 3 do Milan).

A atuação de Neymar foi discreta. Como o Milan, quando atacou, atacou pela esquerda com Kaká e Robinho, e o Barcelona priorizou o lado direito com Daniel, Alexis e Messi, o embate pouco se desenrolou para valer do seu lado. Particularmente defendo a tese de que Neymar é ponta de ofício. Não aquele ponta das antigas, mas o ponta do dito futebol moderno. Ponta-esquerda destro. Devido ao contexto do confronto, no entanto, Neymar merecia mais liberdade para flutuar por uma faixa mais extensa, para confundir a marcação, aumentar sua participação, enfim. Ainda assim, com o camisa 11 apagado, abandonado, os culés dominaram o segundo tempo, não se expuseram como no primeiro, construíram algumas oportunidades (a melhor delas com Adriano), porém não conseguiram alterar o placar (1 a 1).
Dentro das propostas de jogo, o Milan jogou bem nesta terça. A supremacia foi do adversário, como era de se esperar. Entretanto ela não foi traduzida em gols, o que determinou o resultado final. Resultado que, convenhamos, não é dos piores para os milanistas, pois os outros times do Grupo H não devem pontuar contra o Barça em casa (Celtic já não pontuou, vamos ver o Ajax). Quanto ao Barça, dane-se a Champions. A partir de agora apenas El Clásico, sábado, no Camp Nou, interessa.
O time de Massimiliano Allegri, mesmo antes de Robinho abrir o placar aos 9 minutos, se fechou num compactado 4-5-1 (duas linhas), com o 7 na frente, muitas vezes atrás da linha da bola, cercando Busquets. Já a equipe de Tata Martino se organizou no habitual 4-3-3, com Messi e Alexis se revezando entre a faixa central e a ponta direita – medida talvez tomada em função da eficiência defensiva dos donos da casa em parte da primeira etapa. Em parte, porque, no fim das contas, o Barcelona acabou empatando com Messi aos 23 e criando mais chances (9 finalizações contra 3 do Milan).

A atuação de Neymar foi discreta. Como o Milan, quando atacou, atacou pela esquerda com Kaká e Robinho, e o Barcelona priorizou o lado direito com Daniel, Alexis e Messi, o embate pouco se desenrolou para valer do seu lado. Particularmente defendo a tese de que Neymar é ponta de ofício. Não aquele ponta das antigas, mas o ponta do dito futebol moderno. Ponta-esquerda destro. Devido ao contexto do confronto, no entanto, Neymar merecia mais liberdade para flutuar por uma faixa mais extensa, para confundir a marcação, aumentar sua participação, enfim. Ainda assim, com o camisa 11 apagado, abandonado, os culés dominaram o segundo tempo, não se expuseram como no primeiro, construíram algumas oportunidades (a melhor delas com Adriano), porém não conseguiram alterar o placar (1 a 1).
Dentro das propostas de jogo, o Milan jogou bem nesta terça. A supremacia foi do adversário, como era de se esperar. Entretanto ela não foi traduzida em gols, o que determinou o resultado final. Resultado que, convenhamos, não é dos piores para os milanistas, pois os outros times do Grupo H não devem pontuar contra o Barça em casa (Celtic já não pontuou, vamos ver o Ajax). Quanto ao Barça, dane-se a Champions. A partir de agora apenas El Clásico, sábado, no Camp Nou, interessa.
segunda-feira, março 11, 2013
Pré-jogo: Barcelona vs Milan
Sem Pazzini as opções de Allegri são Niang e Bojan (e Robinho). Por uma série de motivos aposto em Bojan. Entre eles por ser prata da casa azul-grená, e por ser a peça mais indicada para o contra ataque. Apesar da gigantesca vantagem, o Milan não irá apenas se defender durante 90 minutos. Uma hora ou outra irá atacar. Ou melhor: contra atacar. E Niang é meio lerdo e desengonçado para isso. Já Robinho é mais atacante de beirada e menos participativo sem a bola, além de estar com a cabeça na Vila Belmiro, onde chegará para ser o “substituto” de Neymar (isso não é informação, é especulação sem-vergonha da minha parte).
Independente do escolhido, todavia, o panorama da partida feita pelos visitantes será semelhante – se não idêntico – ao do confronto do San Siro. Duas linhas bem compactadas e sincronizadas, uma na entrada da grande área e outra na intermediária, com Ambrosini entre elas, grudado em Messi – embora não se trate duma marcação individual propriamente dita; se o camisa 10 cai pelos flancos, por exemplo, o 23 não acompanha. Defender, defender e defender à espera da roubada, do eventual erro do adversário, para encaixar o contra golpe perfeito, de preferência com El Shaarawy e Prince Boateng na condução da redonda em alta velocidade. Sem mais nem menos, curta e grossa, é mais ou menos essa a estratégia rubro-negra – sem desprezar, claro, as jogadas de bola parada.

A dúvida maior, porém, a meu ver está do outro lado. Vilanova e Roura têm de trazer algum elemento novo para esse duelo, pois com a formação clássica da temporada 2012/13 o Barcelona perdeu para ao Milan e para o Real Madrid. Formação clássica que atende por Fàbregas titular e Iniesta na ponta esquerda, e que é alvo de crítica fundamentada (leia mais). Em tese a formação clássica perde em profundidade e ganha em messidependência. Portanto, em função do placar agregado desfavorável, imagino que a equipe de Tito entrará em campo com outro atacante de ofício (Alexis), enquanto Fàbregas (ou Iniesta) ficará no banco.
CONFIRA AQUI A PRANCHETA
Posse de bola esmagadora, troca de passes curtos e pacientes, à espera da infiltração de alguém na área, em especial dos ponteiros e dos meias. Sem esquecer que é permitido arrematar de longe (Daniel Alves), creio nessa postura do Barça. E talvez mais do que nunca seja necessário o recuo de Messi, para arquitetar as jogadas e soltar as enfiadas para as entradas em diagonal de Pedro e Alexis (claro, se forem titulares).
A exemplo do embate de ida, nesta terça-feira, no Camp Nou, os nervos do time catalão serão colocados à prova. Porque se o gol ou os gols não saírem ainda na primeira etapa, a tendência é a ansiedade tomar conta dos atletas, por mais experientes que eles sejam. Teorias e tentativas de previsão à parte, o pontapé inicial será dado às 16h45, horário de Brasília. Em jogo, uma vaga nas quartas de final da Champions League.
No Twitter. No Facebook.
Independente do escolhido, todavia, o panorama da partida feita pelos visitantes será semelhante – se não idêntico – ao do confronto do San Siro. Duas linhas bem compactadas e sincronizadas, uma na entrada da grande área e outra na intermediária, com Ambrosini entre elas, grudado em Messi – embora não se trate duma marcação individual propriamente dita; se o camisa 10 cai pelos flancos, por exemplo, o 23 não acompanha. Defender, defender e defender à espera da roubada, do eventual erro do adversário, para encaixar o contra golpe perfeito, de preferência com El Shaarawy e Prince Boateng na condução da redonda em alta velocidade. Sem mais nem menos, curta e grossa, é mais ou menos essa a estratégia rubro-negra – sem desprezar, claro, as jogadas de bola parada.

A dúvida maior, porém, a meu ver está do outro lado. Vilanova e Roura têm de trazer algum elemento novo para esse duelo, pois com a formação clássica da temporada 2012/13 o Barcelona perdeu para ao Milan e para o Real Madrid. Formação clássica que atende por Fàbregas titular e Iniesta na ponta esquerda, e que é alvo de crítica fundamentada (leia mais). Em tese a formação clássica perde em profundidade e ganha em messidependência. Portanto, em função do placar agregado desfavorável, imagino que a equipe de Tito entrará em campo com outro atacante de ofício (Alexis), enquanto Fàbregas (ou Iniesta) ficará no banco.
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Posse de bola esmagadora, troca de passes curtos e pacientes, à espera da infiltração de alguém na área, em especial dos ponteiros e dos meias. Sem esquecer que é permitido arrematar de longe (Daniel Alves), creio nessa postura do Barça. E talvez mais do que nunca seja necessário o recuo de Messi, para arquitetar as jogadas e soltar as enfiadas para as entradas em diagonal de Pedro e Alexis (claro, se forem titulares).
A exemplo do embate de ida, nesta terça-feira, no Camp Nou, os nervos do time catalão serão colocados à prova. Porque se o gol ou os gols não saírem ainda na primeira etapa, a tendência é a ansiedade tomar conta dos atletas, por mais experientes que eles sejam. Teorias e tentativas de previsão à parte, o pontapé inicial será dado às 16h45, horário de Brasília. Em jogo, uma vaga nas quartas de final da Champions League.
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terça-feira, abril 03, 2012
Barça vs Milan, sem surpresas
Não acho nenhum absurdo a marcação do segundo pênalti - que, para mim, não existiu. Contudo a classificação do Barcelona vai além da discussão envolvendo a arbitragem do jogo desta terça-feira, no Camp Nou. No frigir dos ovos, nos 180 minutos, a equipe de Guardiola foi superior à de Allegri, e avançou à semifinal justa e merecidamente. Aliás, é a primeira vez que um clube chega à semifinal da Champions League em cinco temporadas seguidas.
Postado no 3-4-3, com Fàbregas na vaga de Keita, e Daniel Alves e Cuenca nas pontas, o Barça manteve a posse da bola, como era de se imaginar, e dominou do começo ao fim. Só não foi tanto "ataque contra defesa" quanto eu esperava. De certa forma, os milanistas me surpreenderam, criaram chances e chegaram a balançar a rede culé. Mas as duas penalidades convertidas por Messi na primeira etapa encaminharam o triunfo azulgrená.

Após anotar o segundo tento, Guardiola voltou ao 4-3-3, com Daniel Alves e Puyol nas laterais, Cuenca e Iniesta nas beiradas e Messi na dele, de falso 9. Já o Milan foi fiel ao seu 4-4-2 em losango, que eventualmente variava para o 4-4-2 em linha em função do controle exercido pelos donos da casa próximo à área rossoneri.
Não houve surpresa. Passou o melhor elenco, o melhor time, o melhor treinador. Os rubronegros poderiam sim ter passado, pois trata-se de futebol em sua fase mata-mata. Porém, como vem acontecendo de uns tempos para cá, esse Barcelona chuta para escanteio a máxima que diz que futebol é uma caixinha de surpresas. Com esse Barcelona em campo, esse ditado perde seu sentido.
No Twitter. No Facebook.
Postado no 3-4-3, com Fàbregas na vaga de Keita, e Daniel Alves e Cuenca nas pontas, o Barça manteve a posse da bola, como era de se imaginar, e dominou do começo ao fim. Só não foi tanto "ataque contra defesa" quanto eu esperava. De certa forma, os milanistas me surpreenderam, criaram chances e chegaram a balançar a rede culé. Mas as duas penalidades convertidas por Messi na primeira etapa encaminharam o triunfo azulgrená.

Após anotar o segundo tento, Guardiola voltou ao 4-3-3, com Daniel Alves e Puyol nas laterais, Cuenca e Iniesta nas beiradas e Messi na dele, de falso 9. Já o Milan foi fiel ao seu 4-4-2 em losango, que eventualmente variava para o 4-4-2 em linha em função do controle exercido pelos donos da casa próximo à área rossoneri.
Não houve surpresa. Passou o melhor elenco, o melhor time, o melhor treinador. Os rubronegros poderiam sim ter passado, pois trata-se de futebol em sua fase mata-mata. Porém, como vem acontecendo de uns tempos para cá, esse Barcelona chuta para escanteio a máxima que diz que futebol é uma caixinha de surpresas. Com esse Barcelona em campo, esse ditado perde seu sentido.
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segunda-feira, abril 02, 2012
Jogo do ano: ataque contra defesa?
A estratégia foi a mesma no confronto de ida: fechar-se com duas linhas de quatro, bem próximas uma da outra, e sair no contra-ataque puxado pela dupla de atacantes e Boateng. A diferença é que na semana passada, no San Siro, nos 10, 15 minutos iniciais, o Milan adiantou a equipe e marcou por pressão - coisa que não deve ocorrer no Camp Nou. Pode acontecer, mas acho difícil.
Portanto o panorama não foge disso: Barcelona dominando a posse de bola, trocando passes curtos, pacientes, à espera da hora certa para o passe vertical, aquele que deixa o companheiro na cara do gol. Devido à aplicação tática e à força física dos rubronegros, porém, esse passe não deve ser completado com tanta frenquência.

Os milanistas, em contrapartida, devem ter na ligação direta para Robinho e Ibrahimovic sua principal arma (Pato, bem provável, fica no banco). A retomada da bola e o lançamento aos atacantes, ou para quem melhor estiver posicionado no momento, devem ser as orientações de Allegri.
Lembre-se: o 0 a 0 leva à prorrogação. O empate com gols classifica o Milan. E ao Barcelona só interessa a vitória nos 90 minutos. Ou seja: podemos esperar um jogo de ataque contra defesa, pelo menos até sair o primeiro gol azulgrená - se ele sair. Caso os rossoneri balancem a rede primeiro, a estratégia deve ser matida: fechar-se com duas linhas de quatro, marcar por zona e sair no contra-ataque.
Teorias à parte, a pelota rola na prática nesta terça-feira, às 15h45, horário de Brasília, pela segunda perna das quartas de final da Champions League. E não é exagero nenhum afirmar que trata-se do jogo mais importante do ano. Pelo contrário.
No Twitter. No Facebook.
Portanto o panorama não foge disso: Barcelona dominando a posse de bola, trocando passes curtos, pacientes, à espera da hora certa para o passe vertical, aquele que deixa o companheiro na cara do gol. Devido à aplicação tática e à força física dos rubronegros, porém, esse passe não deve ser completado com tanta frenquência.

Os milanistas, em contrapartida, devem ter na ligação direta para Robinho e Ibrahimovic sua principal arma (Pato, bem provável, fica no banco). A retomada da bola e o lançamento aos atacantes, ou para quem melhor estiver posicionado no momento, devem ser as orientações de Allegri.
Lembre-se: o 0 a 0 leva à prorrogação. O empate com gols classifica o Milan. E ao Barcelona só interessa a vitória nos 90 minutos. Ou seja: podemos esperar um jogo de ataque contra defesa, pelo menos até sair o primeiro gol azulgrená - se ele sair. Caso os rossoneri balancem a rede primeiro, a estratégia deve ser matida: fechar-se com duas linhas de quatro, marcar por zona e sair no contra-ataque.
Teorias à parte, a pelota rola na prática nesta terça-feira, às 15h45, horário de Brasília, pela segunda perna das quartas de final da Champions League. E não é exagero nenhum afirmar que trata-se do jogo mais importante do ano. Pelo contrário.
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terça-feira, março 27, 2012
Pré-jogo: Milan x Barcelona
Ao contrário dos confrontos válidos pela fase de grupos, dessa vez está difícil prever o que pode acontecer taticamente no jogo entre Milan e Barcelona. Em especial por causa de alguns desfalques, principalmente pelo lado rubronegro.
Na verdade não há dúvida quanto ao esquema tático. Desde sempre, faça chuva ou faça sol, Allegri escala sua equipe no 4-4-2 em losango. Ele pode até mudar as peças, mas a estrutura continua a mesma. Sempre. Portanto deve ser assim que os donos da casa irão atuar. A questão, porém, é: quem substituirá o suspenso Van Bommel?
Baseado nas informações do site da UEFA, acredito que são duas as opções: Ambrosini ou Muntari. Emanuelson é dúvida, mas se fosse escalado, Seedorf poderia ser o primeiro homem do meio campo, com o holandês pela esquerda, Nocerino na direita em Prince Boateng na ligação. Contudo, na prévia aqui do blog, optei por Ambrosini, pela experiência.
Se confirmadas as presenças de Bonera, Mesbah, Nesta e Robinho, este deve ser o onze inicial que tentará parar o todo-poderoso Barcelona. No entanto, atacar tamém será preciso, e para isso o trio Boateng-Robinho-Ibrahimovic terá de estar inspirado.

É possível suportar a pressão azulgrená sem sofrer gol? E atacar sem se expor aos contra-golpes? Difícil. O panorama deve ser o de praxe, mesmo longe do Camp Nou: posse de bola para o Barça, troca de passes curtos e pacientes, inversões de jogadas à espera da melhor oportunidade para a infiltração na área. Sem a bola, retomada rápida com marcação por pressão.
Pelo lado espanhol, pode-se até pensar no 3-4-3. Dois zagueiros no combate e um na sobra, na disputa com Ibrahimovic e Robinho; meia cancha espelhada em losango com Busquets, Xavi, Fàbregas e Iniesta; e ataque com dois pontas (Alexis e Pedro) e o falso 9 (Messi). Porém creio no tradicional 4-3-3, com Daniel Alves e Puyol nas laterais.
Se assim for, três duelos podem ser claros: Busquets x Boateng, Xavi x Seedorf e Fàbregas x Nocerino. Já Ambrosini pode ser cercado ora por Iniesta, que se integra ao meio campo, ora por Messi, que vira-e-mexe recua pela faixa central ou inverte com Alexis Sánchez.
Seja como for, tentativas de previsão à parte, o apito inicial será dado às 15h45, horário de Brasília, nesta quarta-feira, no San Siro, pela partida de ida das quartas de final da Champions League.
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Na verdade não há dúvida quanto ao esquema tático. Desde sempre, faça chuva ou faça sol, Allegri escala sua equipe no 4-4-2 em losango. Ele pode até mudar as peças, mas a estrutura continua a mesma. Sempre. Portanto deve ser assim que os donos da casa irão atuar. A questão, porém, é: quem substituirá o suspenso Van Bommel?
Baseado nas informações do site da UEFA, acredito que são duas as opções: Ambrosini ou Muntari. Emanuelson é dúvida, mas se fosse escalado, Seedorf poderia ser o primeiro homem do meio campo, com o holandês pela esquerda, Nocerino na direita em Prince Boateng na ligação. Contudo, na prévia aqui do blog, optei por Ambrosini, pela experiência.
Se confirmadas as presenças de Bonera, Mesbah, Nesta e Robinho, este deve ser o onze inicial que tentará parar o todo-poderoso Barcelona. No entanto, atacar tamém será preciso, e para isso o trio Boateng-Robinho-Ibrahimovic terá de estar inspirado.

É possível suportar a pressão azulgrená sem sofrer gol? E atacar sem se expor aos contra-golpes? Difícil. O panorama deve ser o de praxe, mesmo longe do Camp Nou: posse de bola para o Barça, troca de passes curtos e pacientes, inversões de jogadas à espera da melhor oportunidade para a infiltração na área. Sem a bola, retomada rápida com marcação por pressão.
Pelo lado espanhol, pode-se até pensar no 3-4-3. Dois zagueiros no combate e um na sobra, na disputa com Ibrahimovic e Robinho; meia cancha espelhada em losango com Busquets, Xavi, Fàbregas e Iniesta; e ataque com dois pontas (Alexis e Pedro) e o falso 9 (Messi). Porém creio no tradicional 4-3-3, com Daniel Alves e Puyol nas laterais.
Se assim for, três duelos podem ser claros: Busquets x Boateng, Xavi x Seedorf e Fàbregas x Nocerino. Já Ambrosini pode ser cercado ora por Iniesta, que se integra ao meio campo, ora por Messi, que vira-e-mexe recua pela faixa central ou inverte com Alexis Sánchez.
Seja como for, tentativas de previsão à parte, o apito inicial será dado às 15h45, horário de Brasília, nesta quarta-feira, no San Siro, pela partida de ida das quartas de final da Champions League.
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terça-feira, março 06, 2012
Na conta do chá, passa o Milan
Merecida. A classificação do Milan foi justa e merecida. Não pelo que (não) fez no Emirates nesta terça, obviamente, mas pelo chocolate (4 a 0) aplicado no jogo de ida. No frigir dos ovos, nos 180 minutos, o rubronegro italiano foi superior.
Contudo é preciso ponderar alguns pontos, como a falta de ousadia, ou excesso de conservadorismo, de Allegri. É claro que era obrigatório jogar a volta com a vantagem conquistada no San Siro. Porém, mais uma vez, o técnico do Milan se mostrou covarde. No primeiro tempo seus comandados, assustados, ofensivamente não produziram nada. Resultado? Foram para o intervalo com 3 a 0 no placar.

Se por um lado Allegri foi mal, do outro Wenger, quem diria, foi bem. Escalou Chamberlain como segundo volante (para marcar Nocerino sem a bola), abriu Gervinho na esquerda, pôs Rosicky na articulção, e o Arsenal foi avassalador nos primeiros 45 minutos. Na etapa final, no entanto, os visitantes melhoraram (piorar não dava), a diferença técnica entre as equipes diminuiu, e o 3 a 0 foi mantido até o final.
Em relação aos centroavantes, pelo lado rossoneri, autor de um hat-trick no fim de semana, Ibrahimovic fez péssima partida, individual e coletivamente. Em contrapartida Van Persie foi a referência do ataque. Quase todas bolas visavam e passavam por ele. Porém o camisa 10 pecou pelo preciosismo. No lance que poderia ter feito 4 a 0, ao invés de soltar a bomba à queima-roupa, quis encobrir Abiatti e se deu mal. Grande defesa do arqueiro milanista, é verdade. Reflexo puro. Apurado. Mas entre o mérito do goleiro e a falha do atacante, pesa mais a falha do atacante.
Contudo é preciso ponderar alguns pontos, como a falta de ousadia, ou excesso de conservadorismo, de Allegri. É claro que era obrigatório jogar a volta com a vantagem conquistada no San Siro. Porém, mais uma vez, o técnico do Milan se mostrou covarde. No primeiro tempo seus comandados, assustados, ofensivamente não produziram nada. Resultado? Foram para o intervalo com 3 a 0 no placar.

Se por um lado Allegri foi mal, do outro Wenger, quem diria, foi bem. Escalou Chamberlain como segundo volante (para marcar Nocerino sem a bola), abriu Gervinho na esquerda, pôs Rosicky na articulção, e o Arsenal foi avassalador nos primeiros 45 minutos. Na etapa final, no entanto, os visitantes melhoraram (piorar não dava), a diferença técnica entre as equipes diminuiu, e o 3 a 0 foi mantido até o final.
Em relação aos centroavantes, pelo lado rossoneri, autor de um hat-trick no fim de semana, Ibrahimovic fez péssima partida, individual e coletivamente. Em contrapartida Van Persie foi a referência do ataque. Quase todas bolas visavam e passavam por ele. Porém o camisa 10 pecou pelo preciosismo. No lance que poderia ter feito 4 a 0, ao invés de soltar a bomba à queima-roupa, quis encobrir Abiatti e se deu mal. Grande defesa do arqueiro milanista, é verdade. Reflexo puro. Apurado. Mas entre o mérito do goleiro e a falha do atacante, pesa mais a falha do atacante.
quarta-feira, fevereiro 15, 2012
Milan bombardeia Arsenal no jogo de ida
Nada justifica a reserva de Chamberlain no San Siro. Nem a falta de experiência, nem a qualidade do gramado pelos corredores laterais. Sem dúvida, uma escolha equivocada de Arsene Wenger.
Evidente que a presença de Chamberlain desde o começo não garantiria a vitória. No entanto é quase certeza que o desempenho do Arsenal teria sido melhor, em especial na primeira etapa da partida.
O treinador francês optou por Song como primeiro volante, Arteta como segundo, Ramsey à frente deles, pelo centro, Walcott na ponta direita, Van Persie na referência e Rosicky na ponta esquerda do 4-2-3-1. Não deu certo. Aliás, só deu Milan.

Postados no costumeiro 4-4-2 em losango com Van Bommel, Nocerino, Seedorf (Emanuelson) e Boateng no meio-campo, os mandantes mandaram no jogo do começo ao fim. No setor ofensivo, Ibrahimovic saiu bastante da área para jogar com os companheiros, e Robinho, que vinha muito mal, errando muitos passes até então, anotou o segundo e o terceiro gol. O placar foi aberto por Boateng.
Após o intervalo Wenger tentou alguma coisa. Colocou Henry na referência do ataque, recuando Van Persie pela faixa central e abrindo Ramsey na direita. Mas de nada adiantou. O domínio seguiu rubronegro e culminou no quarto tento, assinalado de pênalti pelo melhor jogador em campo: Ibrahimovic.
O que esparar do duelo de volta no Emirates? Pressão colossal dum Arsenal ligado, e um Milan voltado para o contra-ataque. Quem sabe até se fechando com duas linhas de quatro, como ocorreu após o terceiro gol nesta quarta-feira. Depois do segundo gol de Robinho, foi essa a tática e a estratégia adotadas por Allegri.
Evidente que a presença de Chamberlain desde o começo não garantiria a vitória. No entanto é quase certeza que o desempenho do Arsenal teria sido melhor, em especial na primeira etapa da partida.
O treinador francês optou por Song como primeiro volante, Arteta como segundo, Ramsey à frente deles, pelo centro, Walcott na ponta direita, Van Persie na referência e Rosicky na ponta esquerda do 4-2-3-1. Não deu certo. Aliás, só deu Milan.

Postados no costumeiro 4-4-2 em losango com Van Bommel, Nocerino, Seedorf (Emanuelson) e Boateng no meio-campo, os mandantes mandaram no jogo do começo ao fim. No setor ofensivo, Ibrahimovic saiu bastante da área para jogar com os companheiros, e Robinho, que vinha muito mal, errando muitos passes até então, anotou o segundo e o terceiro gol. O placar foi aberto por Boateng.
Após o intervalo Wenger tentou alguma coisa. Colocou Henry na referência do ataque, recuando Van Persie pela faixa central e abrindo Ramsey na direita. Mas de nada adiantou. O domínio seguiu rubronegro e culminou no quarto tento, assinalado de pênalti pelo melhor jogador em campo: Ibrahimovic.
O que esparar do duelo de volta no Emirates? Pressão colossal dum Arsenal ligado, e um Milan voltado para o contra-ataque. Quem sabe até se fechando com duas linhas de quatro, como ocorreu após o terceiro gol nesta quarta-feira. Depois do segundo gol de Robinho, foi essa a tática e a estratégia adotadas por Allegri.
terça-feira, fevereiro 14, 2012
Pré-jogo: Milan x Arsenal
Não devemos ter surpresas no que diz respeito às estruturas táticas das equipes italiana e inglesa. Tanto Allegri quanto Wenger são fiéis extremistas a seus esquemas, e na partida de ida das oitavas de final da Champions League não deve ser diferente.
Como temos de um lado o 4-4-2 em losango e do outro o 4-2-3-1, a vantagem numérica no miolo da meia-cancha é, em tese, do Milan. Se Song cercar Prince Boateng, Arteta (Ramsey) cercar Seedorf e Rosicky cercar Van Bommel, sobra espaço para Nocerino.

No setor ofensivo rubronegro, Robinho deve atuar aberto na esquerda, como de praxe, em cima de Sagna e Djourou. Já Ibrahimovic é a referência, embora saia da área para jogar com quem vem de trás, pois qualidade para isso ele tem de sobra.
No ataque dos Gunners, o inspiradíssimo Van Persie deve dar trabalho à dupla de zaga composta por Thiago Silva e Mexès (Nesta). Quanto aos pontas Walcott e Chamberlain, não devem deixar os laterais Mesbah e Abate livres para apoiar.
Teorias e tentativas de previsão à parte, a bola rola na prática nesta quarta-feira, às 17h45 (Brasília), no San Siro.
Como temos de um lado o 4-4-2 em losango e do outro o 4-2-3-1, a vantagem numérica no miolo da meia-cancha é, em tese, do Milan. Se Song cercar Prince Boateng, Arteta (Ramsey) cercar Seedorf e Rosicky cercar Van Bommel, sobra espaço para Nocerino.

No setor ofensivo rubronegro, Robinho deve atuar aberto na esquerda, como de praxe, em cima de Sagna e Djourou. Já Ibrahimovic é a referência, embora saia da área para jogar com quem vem de trás, pois qualidade para isso ele tem de sobra.
No ataque dos Gunners, o inspiradíssimo Van Persie deve dar trabalho à dupla de zaga composta por Thiago Silva e Mexès (Nesta). Quanto aos pontas Walcott e Chamberlain, não devem deixar os laterais Mesbah e Abate livres para apoiar.
Teorias e tentativas de previsão à parte, a bola rola na prática nesta quarta-feira, às 17h45 (Brasília), no San Siro.
quinta-feira, dezembro 29, 2011
Paris é uma boa para Pato?
A temporada não foi das melhores para Alexandre Pato. Mas sua qualidade e seu potencial são inegáveis. É craque do alto escalão europeu. Não há como negar.

Pelo visto, porém, Allegri não concorda. Apesar da irregularidade devido a lesões, nunca foi titular absoluto do treinador. No obrigatório 4-4-2 em losango do Milan, luta pela segunda vaga do ataque com Robinho. E mais para frente, provavelmente também com Tevez. Ou seja: o cenário não é animador para o jogador.
Salário superior à parte, no PSG seria titular indiscutível. Seja como centroavante, seja como ponta, no 4-2-3-1 da equipe francesa, Pato nadaria de braçada. Além do que, trabalhando com Ancelotti e Leonardo, o ex-Colorado foi muito bem.
É verdade que a Liga Francesa não é forte nem visada como a Italiana. No entanto no que diz respeito ao panomara continental, não resta dúvida de que iremos ver o PSG disputando a Champions League com frequência. Quanto ao papel que vão fazer nela, são outros quinhentos.

Pelo visto, porém, Allegri não concorda. Apesar da irregularidade devido a lesões, nunca foi titular absoluto do treinador. No obrigatório 4-4-2 em losango do Milan, luta pela segunda vaga do ataque com Robinho. E mais para frente, provavelmente também com Tevez. Ou seja: o cenário não é animador para o jogador.
Salário superior à parte, no PSG seria titular indiscutível. Seja como centroavante, seja como ponta, no 4-2-3-1 da equipe francesa, Pato nadaria de braçada. Além do que, trabalhando com Ancelotti e Leonardo, o ex-Colorado foi muito bem.
É verdade que a Liga Francesa não é forte nem visada como a Italiana. No entanto no que diz respeito ao panomara continental, não resta dúvida de que iremos ver o PSG disputando a Champions League com frequência. Quanto ao papel que vão fazer nela, são outros quinhentos.
terça-feira, novembro 22, 2011
Pré-jogo: Milan x Barcelona
Se Allegri não pecasse pela falta de ousadia - ou seria covardia em demasia? - o time provavelmente teria Robinho, Pato e Ibrahimovic entre os onze (seja no 4-4-2 em losango, com Robinho na ponta de lança, ou no 4-3-3). Pelo pouco que conheço do treinador, porém, Pato deve ficar no banco.
Sem Seedorf, o meio-campo deve ser formado por Van Bommel, Nocerino, Aquilani (Ambrosini) e Boateng. E os duelos individuais devem ser definidos entre Boateng x Busquets, Aquilani x Xavi e Nocerino x Fábregas. Se Messi não voltar para cercar Van Bommel, o holandês vai ficar livre, o que não significa muita coisa.

Se Alexis e Villa forem mesmo os ponteiros do Barça, baterão de frente com Antonini e Abate. A vantagem nesses confrontos são dos visitantes, obviamente.
Resta saber se em pleno San Siro o Barcelona vai fazer o que faz sempre: manter a posse de bola no campo ofensivo, trocar passes precisos e pacientes e infiltrar na área a tabelas e triangulações para finalizar.
Devido à potência e ao estilo de jogo da equipe treinada por Guardiola, é possível que, mesmo em casa, a principal arma rubronegra seja o contra-ataque. Por isso eu começaria com Pato.
Tentativas de previsão e teorias à parte, o apito inicial será soprado às 17h45 (Brasília) desta quarta-feira, pela penúltima rodada da fase de grupos da Champions League.
Sem Seedorf, o meio-campo deve ser formado por Van Bommel, Nocerino, Aquilani (Ambrosini) e Boateng. E os duelos individuais devem ser definidos entre Boateng x Busquets, Aquilani x Xavi e Nocerino x Fábregas. Se Messi não voltar para cercar Van Bommel, o holandês vai ficar livre, o que não significa muita coisa.

Se Alexis e Villa forem mesmo os ponteiros do Barça, baterão de frente com Antonini e Abate. A vantagem nesses confrontos são dos visitantes, obviamente.
Resta saber se em pleno San Siro o Barcelona vai fazer o que faz sempre: manter a posse de bola no campo ofensivo, trocar passes precisos e pacientes e infiltrar na área a tabelas e triangulações para finalizar.
Devido à potência e ao estilo de jogo da equipe treinada por Guardiola, é possível que, mesmo em casa, a principal arma rubronegra seja o contra-ataque. Por isso eu começaria com Pato.
Tentativas de previsão e teorias à parte, o apito inicial será soprado às 17h45 (Brasília) desta quarta-feira, pela penúltima rodada da fase de grupos da Champions League.
segunda-feira, setembro 12, 2011
Pré-jogo: Barcelona x Milan
Independente de quem esteja do outro lado do campo, no Camp Nou o Barcelona joga adiantado, domina a posse de bola no gramado ofensivo, envolve o adversário a toques curtos, pacientes e objetivos até criar as oportunidades de gol. Quando perde a bola, marca por pressão. Contra o Milan, nesta terça-feira, não deve ser diferente.
Sem Robinho e Ibrahimovic, Allegri deve escalar Cassano e Pato na frente, o que não deixa de ser boa opção para o contra-ataque, artifício que deve ser o mais utilizado pelo time italiano para aprontar pra cima da avançada linha de defesa azulgrená, provavelmente composta por Mascherano e Puyol, atletas não tão rápidos.

Pelo lado dos donos da casa, o desenrolar não deve fugir do script descrito no primeiro parágrafo: posse, pressão e chances. Não creio, porém, que Van Bommel marcará Messi individulamente. A marcação deve ser por zona, mas com o holandês na nuca do argentino.
E se a disposição tática e as peças forem essas mesmo, quem pode ter espaço para brilhar é Iniesta, já que o três quatrão Ambrosini não prima pelo desarme, tampouco pela velocidade. Xavi, em contrapartida, deve ter mais trabalho com Aquilani.
Tentativa de previsão à parte, a bola rola pra valer às 15h45, horário de Brasília, na estreia da fase de grupos da Champions League.
Sem Robinho e Ibrahimovic, Allegri deve escalar Cassano e Pato na frente, o que não deixa de ser boa opção para o contra-ataque, artifício que deve ser o mais utilizado pelo time italiano para aprontar pra cima da avançada linha de defesa azulgrená, provavelmente composta por Mascherano e Puyol, atletas não tão rápidos.

Pelo lado dos donos da casa, o desenrolar não deve fugir do script descrito no primeiro parágrafo: posse, pressão e chances. Não creio, porém, que Van Bommel marcará Messi individulamente. A marcação deve ser por zona, mas com o holandês na nuca do argentino.
E se a disposição tática e as peças forem essas mesmo, quem pode ter espaço para brilhar é Iniesta, já que o três quatrão Ambrosini não prima pelo desarme, tampouco pela velocidade. Xavi, em contrapartida, deve ter mais trabalho com Aquilani.
Tentativa de previsão à parte, a bola rola pra valer às 15h45, horário de Brasília, na estreia da fase de grupos da Champions League.
sexta-feira, abril 22, 2011
Data: agosto. Destino: Milão
O próprio já admitiu: "Meu futuro é na Itália." O meia, porém, diz ainda não saber se vai para a Inter ou para o Milan.

Propostas e salários à parte, segundo enquete realizada aqui no blog, o melhor destino para Ganso é o time rubronegro, resultado com o qual eu concordo.
No clube de Berlusconi, onde atualmente Boateng é o último homem do meio-campo (até outro dia era Robinho), o santista seria titular absoluto, enquanto no rival, Sneijder ocupa a posição.
Não que Ganso jogue menos que o holandês. Pelo contrário. Para mim, joga muito mais. No entanto, devido ao histórico do nerazzurri, talvez a titularidade não viria da noite pro dia.
Em contrapartida, no entanto, como citou Arthur Nonnig, nesta coluna, no Goal.com, a pressão seria maior no Rossonero, onde o camisa 10 protagonizaria a reformulação do elenco (que, aliás, carece de bons laterais e conta com vários veteranos).
Contudo, na minha opinião, com a categoria que lhe caracteriza, Paulo Henrique tiraria isso de letra, porque tem bola para tal.
Não sei de você, mas se dependesse de mim (e de Mano Menezes, certamente), Ganso deveria desfilar pelos gramados da Bota trajado de vermelho e preto, portanto. O que deve ocorrer, independente da cor que irá defender, a partir de agosto.

Propostas e salários à parte, segundo enquete realizada aqui no blog, o melhor destino para Ganso é o time rubronegro, resultado com o qual eu concordo.
No clube de Berlusconi, onde atualmente Boateng é o último homem do meio-campo (até outro dia era Robinho), o santista seria titular absoluto, enquanto no rival, Sneijder ocupa a posição.
Não que Ganso jogue menos que o holandês. Pelo contrário. Para mim, joga muito mais. No entanto, devido ao histórico do nerazzurri, talvez a titularidade não viria da noite pro dia.
Em contrapartida, no entanto, como citou Arthur Nonnig, nesta coluna, no Goal.com, a pressão seria maior no Rossonero, onde o camisa 10 protagonizaria a reformulação do elenco (que, aliás, carece de bons laterais e conta com vários veteranos).
Contudo, na minha opinião, com a categoria que lhe caracteriza, Paulo Henrique tiraria isso de letra, porque tem bola para tal.
Não sei de você, mas se dependesse de mim (e de Mano Menezes, certamente), Ganso deveria desfilar pelos gramados da Bota trajado de vermelho e preto, portanto. O que deve ocorrer, independente da cor que irá defender, a partir de agosto.
segunda-feira, fevereiro 28, 2011
Pato é craque. Só não vê quem não quer
Não escrevo sobre jogos que não vi. No entanto, para evitar que se crie teia de aranha no blog e para que eu não esqueça a senha do mesmo, resolvi dedicar algumas linhas nesta segunda-feira a Alexandre Pato.
Não assisti à partida entre Milan e Napoli, e mesmo se tivesse assistido não mudaria em nada minha opinião, pois parto do princípio que não se pode julgar um jogador por um jogo.
Dito isso, apesar de ficar na reserva do time italiano em alguns momentos, e de ter seu futebol questionado por algumas pessoas, minha visão em relação a ele é curta e grossa: Pato é craque. E embora há quem o prefira como segundo atacante ou ponteiro, para mim se trata do maior centroavante brasileiro surgido nos últimos tempos.
Já postei isso, inclusive (em 2007): Pato é o sucessor de Ronaldo. Não que eles sejam do mesmo nível. Por favor, não é isso. Contudo a melhor opção para herdar a 9 da Seleção atende por Alexandre Pato, e isso me parece mais do que óbvio. Não menos óbvio, ainda, que sua titularidade no Milan ou em qualquer outra equipe do mundo, apesar da discordância de Allegri.
Não assisti à partida entre Milan e Napoli, e mesmo se tivesse assistido não mudaria em nada minha opinião, pois parto do princípio que não se pode julgar um jogador por um jogo.
Dito isso, apesar de ficar na reserva do time italiano em alguns momentos, e de ter seu futebol questionado por algumas pessoas, minha visão em relação a ele é curta e grossa: Pato é craque. E embora há quem o prefira como segundo atacante ou ponteiro, para mim se trata do maior centroavante brasileiro surgido nos últimos tempos.
Já postei isso, inclusive (em 2007): Pato é o sucessor de Ronaldo. Não que eles sejam do mesmo nível. Por favor, não é isso. Contudo a melhor opção para herdar a 9 da Seleção atende por Alexandre Pato, e isso me parece mais do que óbvio. Não menos óbvio, ainda, que sua titularidade no Milan ou em qualquer outra equipe do mundo, apesar da discordância de Allegri.
terça-feira, fevereiro 15, 2011
O melhor time vence em San Siro
Talvez o Milan seja superior ao Tottenham no quesito individual. Talvez. Coletivamente, porém, com certeza não. O padrão de jogo nem se compara.
Postados em suas clássicas e compactadas linhas de quatro, e explorando os flancos com seus wingers, os Spurs, no frigir dos ovos, foram melhores durante os 90 minutos. Saíram de San Siro com a vitória mais que merecida. O gol de Crouch, aliás, foi resultado de um excelente contra-golpe puxado pelo veloz Lennon.
Os donos da casa, em contrapartida, não viram a bola no primeiro tempo. Com Seedorf na ligação do habitual 4-4-2 em losango, os rubro-negros insistiram pelo corredor central e nada criaram. Na segunda etapa, com Robinho nessa posição e Pato na frente ao lado de Ibrahimovic, a equipe melhorou, mas não o suficiente.
Para consumo interno, dentro da Itália, o esquadrão em si dá pro gasto. Dá pra faturar a Série A. No entanto se pensarmos em nível de Europa, o time do Milan, com seus medalhões ultrapassados, seus laterais amadores e seu treinador conservador (para não dizer covarde), não vai longe.
Postados em suas clássicas e compactadas linhas de quatro, e explorando os flancos com seus wingers, os Spurs, no frigir dos ovos, foram melhores durante os 90 minutos. Saíram de San Siro com a vitória mais que merecida. O gol de Crouch, aliás, foi resultado de um excelente contra-golpe puxado pelo veloz Lennon.
Os donos da casa, em contrapartida, não viram a bola no primeiro tempo. Com Seedorf na ligação do habitual 4-4-2 em losango, os rubro-negros insistiram pelo corredor central e nada criaram. Na segunda etapa, com Robinho nessa posição e Pato na frente ao lado de Ibrahimovic, a equipe melhorou, mas não o suficiente.
Para consumo interno, dentro da Itália, o esquadrão em si dá pro gasto. Dá pra faturar a Série A. No entanto se pensarmos em nível de Europa, o time do Milan, com seus medalhões ultrapassados, seus laterais amadores e seu treinador conservador (para não dizer covarde), não vai longe.
segunda-feira, outubro 25, 2010
O que muda com Robinho ou Ronaldinho
Allegri tem escalado o Milan no 4-4-2 em losango, quando Ronaldinho está em campo. Nesta segunda-feira, porém, na vitória por 2 a 1 sobre o Napoli fora de casa, sem o camisa 80 e com o 70, o Rubro-Negro voltou ao seu 4-3-3 de outros carnavais.
No entanto neste esquema Robinho não fica preso à ponta esquerda. Flutua de uma beirada a outra, transita pela faixa central do gramado, volta para compor o meio-campo, inverte de lado com Pato, se movimenta por quase todos os cantos.

Na abertura do placar, por exemplo, posicionado no corredor direito, ele toca para Oddo na linha de fundo, entra em diagonal, recebe de volta do lateral e finaliza de esquerda no canto direito do goleiro.
Aparentemente Robinho dá mais mobilidade à equipe que Ronaldinho. Contudo há uma diferença entre os dois: enquanto um corre, o outro faz a bola correr.
Seja quando está jogando na ponta esquerda ou pelo centro, como tem sido ultimamente, Ronaldinho faz o time jogar, se sustenta, com seus passes precisos de média e longa distância. Já Robinho se desloca em demasia para dar opções aos seus companheiros.
Qual a melhor alternativa? Creio que com Ronaldinho. Na minha opinião mais vale ter um maestro do que um motorzinho. Se bem que, para mim, os dois poderiam jogar juntos (veja aqui). Na teoria fica bonito. Na prática não sabemos, pois Allegri nunca testou.
No entanto neste esquema Robinho não fica preso à ponta esquerda. Flutua de uma beirada a outra, transita pela faixa central do gramado, volta para compor o meio-campo, inverte de lado com Pato, se movimenta por quase todos os cantos.

Na abertura do placar, por exemplo, posicionado no corredor direito, ele toca para Oddo na linha de fundo, entra em diagonal, recebe de volta do lateral e finaliza de esquerda no canto direito do goleiro.
Aparentemente Robinho dá mais mobilidade à equipe que Ronaldinho. Contudo há uma diferença entre os dois: enquanto um corre, o outro faz a bola correr.
Seja quando está jogando na ponta esquerda ou pelo centro, como tem sido ultimamente, Ronaldinho faz o time jogar, se sustenta, com seus passes precisos de média e longa distância. Já Robinho se desloca em demasia para dar opções aos seus companheiros.
Qual a melhor alternativa? Creio que com Ronaldinho. Na minha opinião mais vale ter um maestro do que um motorzinho. Se bem que, para mim, os dois poderiam jogar juntos (veja aqui). Na teoria fica bonito. Na prática não sabemos, pois Allegri nunca testou.
terça-feira, outubro 19, 2010
Madrid, de Marcelo, passa fácil pelo Milan
Não creio que Mano irá convocar ou deixar de convocar Ronaldinho para o amistoso contra a Argentina por causa do jogo contra o Real Madrid.
Minha aposta é que ele será chamado por uma questão de 'necessidade', como disse o próprio treinador. Com Ganso no estaleiro, Mano testou primeiro Carlos Eduardo na função, depois Elias, e agora, penso eu, Ronaldinho. Mas quando o 10 da Vila voltar de vez, acredito que o 80 do Milan ficará fora dos planos.

Dito isso, não tenho dúvida de que quem chamou a atenção do técnico da Seleção, presente no Santiago Bernabéu, nesta terça-feira, foi Marcelo. Ausente da última lista, o camisa 12 do Madrid foi perfeito tanto defensiva quanto ofensivamente. Apareceu muito bem na frente em várias oportunidades, e em tantas outras, freou o ímpeto dos adversários, entre eles nada menos que Pato. Foi, de longe, o melhor brasileiro em campo.
Sobre a partida em si, o Real sobrou. Mais compacto e completo, fez dois gols aos 13 e 14 minutos do primeiro tempo, e no restante do duelo esteve muito mais perto de chegar ao terceiro do que de sofrer o primeiro. Não se expôs, e ainda criou boas chances. Domínio supremo. 2 a 0 ficou barato.
Minha aposta é que ele será chamado por uma questão de 'necessidade', como disse o próprio treinador. Com Ganso no estaleiro, Mano testou primeiro Carlos Eduardo na função, depois Elias, e agora, penso eu, Ronaldinho. Mas quando o 10 da Vila voltar de vez, acredito que o 80 do Milan ficará fora dos planos.

Dito isso, não tenho dúvida de que quem chamou a atenção do técnico da Seleção, presente no Santiago Bernabéu, nesta terça-feira, foi Marcelo. Ausente da última lista, o camisa 12 do Madrid foi perfeito tanto defensiva quanto ofensivamente. Apareceu muito bem na frente em várias oportunidades, e em tantas outras, freou o ímpeto dos adversários, entre eles nada menos que Pato. Foi, de longe, o melhor brasileiro em campo.
Sobre a partida em si, o Real sobrou. Mais compacto e completo, fez dois gols aos 13 e 14 minutos do primeiro tempo, e no restante do duelo esteve muito mais perto de chegar ao terceiro do que de sofrer o primeiro. Não se expôs, e ainda criou boas chances. Domínio supremo. 2 a 0 ficou barato.
segunda-feira, outubro 18, 2010
Pré-jogo de Madrid x Milan
Sérgio Ramos e Thiago Silva são dúvidas. Caso não dê para eles, é provável que Arbeloa e Banega comecem. De resto, estes devem ser os times que se enfrentam pela terceira rodada da fase de grupos da Liga dos Campeões.
Com Cristiano Ronaldo ou Di María na ponta esquerda, ofensivamente esse lado do Real Madrid é bastante forte, também em função das subidas de Marcelo. Caberá, portanto, a Gattuso auxiliar Zambrotta nesta árdua tarefa.

Com o possível deslocamento do camisa 8 rubro-negro para a direita, espaços poderão se abrir para a progressão de Alonso. Em contrapartida, se isso ocorrer, apenas Khedira ficará na marcação de Ronaldinho num eventual contra-ataque. Se Sérgio Ramos chegar na sobra, por exemplo, Pepe e Ricardo Carvalho podem ficar no mano a mano com Ibrahimovic e Pato.
Me parece, também pelo fato de jogar em casa, que o Real Madrid vai manter a posse, e consequentemente se expor aos contra-golpes do Milan. Para isso, a esquadra italiana terá basicamente sete homens para se defender, sendo dois laterais fixos, e três para atacar. Contudo não imagino que a equipe comandada por Allegri vá ao Santiago Bernabéu com a estratégia voltada exclusivamente ao contra-ataque.
Teorias e tentativas de previsão à parte, a bola rola na prática nesta terça-feira, às 16h45, horário de Brasília.
Com Cristiano Ronaldo ou Di María na ponta esquerda, ofensivamente esse lado do Real Madrid é bastante forte, também em função das subidas de Marcelo. Caberá, portanto, a Gattuso auxiliar Zambrotta nesta árdua tarefa.

Com o possível deslocamento do camisa 8 rubro-negro para a direita, espaços poderão se abrir para a progressão de Alonso. Em contrapartida, se isso ocorrer, apenas Khedira ficará na marcação de Ronaldinho num eventual contra-ataque. Se Sérgio Ramos chegar na sobra, por exemplo, Pepe e Ricardo Carvalho podem ficar no mano a mano com Ibrahimovic e Pato.
Me parece, também pelo fato de jogar em casa, que o Real Madrid vai manter a posse, e consequentemente se expor aos contra-golpes do Milan. Para isso, a esquadra italiana terá basicamente sete homens para se defender, sendo dois laterais fixos, e três para atacar. Contudo não imagino que a equipe comandada por Allegri vá ao Santiago Bernabéu com a estratégia voltada exclusivamente ao contra-ataque.
Teorias e tentativas de previsão à parte, a bola rola na prática nesta terça-feira, às 16h45, horário de Brasília.
sexta-feira, outubro 08, 2010
Messi, Villa e Pato?
'Se um dia sair, gostaria de vestir a camisa do Barcelona'.
A frase de Alexandre Pato, relatada no catalão SPORT, dá um banho de água fria no bilionário Manchester City, clube que pretende, ou pretendia, contratar o atacante brasileiro.
Acredito que Pato não sairá tão cedo do Milan, contudo não custa nada imaginar um trio ofensivo formado por ele, Messi e Villa. O camisa 7 azul-grená, aliás, tem uma forte semelhança com o 7 rubro-negro: joga na ponta e na referência com a mesma eficiência.
No Milan, Pato é ponta-direita desde os tempos de Leonardo. Já na Seleção, é o indiscutível dono da 9. David Villa, por sua vez, é ponta-esquerda no Barcelona, mas também vai bem como centroavante, a exemplo da Fúria na Copa do Mundo.
Porém, caso essa transação épica porventura acontecesse (Ibrahimovic por Pato?), provavelmente Guardiola escalaria Pato centralizado, como faz Mano, com o craque espanhol numa beirada e o gênio argentino na outra.
Seria sensacional!
A frase de Alexandre Pato, relatada no catalão SPORT, dá um banho de água fria no bilionário Manchester City, clube que pretende, ou pretendia, contratar o atacante brasileiro.
Acredito que Pato não sairá tão cedo do Milan, contudo não custa nada imaginar um trio ofensivo formado por ele, Messi e Villa. O camisa 7 azul-grená, aliás, tem uma forte semelhança com o 7 rubro-negro: joga na ponta e na referência com a mesma eficiência.
No Milan, Pato é ponta-direita desde os tempos de Leonardo. Já na Seleção, é o indiscutível dono da 9. David Villa, por sua vez, é ponta-esquerda no Barcelona, mas também vai bem como centroavante, a exemplo da Fúria na Copa do Mundo.
Porém, caso essa transação épica porventura acontecesse (Ibrahimovic por Pato?), provavelmente Guardiola escalaria Pato centralizado, como faz Mano, com o craque espanhol numa beirada e o gênio argentino na outra.
Seria sensacional!
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