1 Real Madrid
2 Paris Saint-Germain
3 Manchester City
4 Bayern
5 Juventus
6 Manchester United
7 Barcelona
8 Chelsea
9 Borussia Dortmund
10 Liverpool
11 Tottenham
12 Arsenal
13 Atlético
14 Napoli
15 Milan
16 Monaco
17 Roma
18 Inter
19 Everton
20 Sevilla
PS: Os esquemas táticos das pranchetas acima, as ordens de titularidade e as distribuições dos jogadores naturalmente não devem estar 100% corretas.
Mostrando postagens com marcador Monaco. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Monaco. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, setembro 04, 2017
sexta-feira, março 20, 2015
O panorama das quartas
Definidas as quartas de final da Champions League 2014/15.

Paris Saint-Germain vs Barcelona
O time treinado por Luis Enrique tem média de posse de bola na competição de 63% (atrás apenas do Bayern), enquanto a equipe treinada por Laurent Blanc computa 51%. O número de passes completos também é favorável ao clube azulgrená (Barcelona 5237, PSG 4014). Portanto, tanto no jogo de ida (15 abril) quanto no jogo de volta (21 abril), é provável que o Barcelona fique mais tempo com a bola e consequentemente troque mais passes, de modo que o PSG fique voltado para o contra ataque. Nesse aspecto, aliás, a volta de Lucas é fundamental (se não me engano, ele volta). Agora, tem uma coisa: caso o Barcelona abra o placar, quem pode passar a explorar o contra ataque é ele. E nesse aspecto (e em tantos outros), o trio MSN é fatal.
Atlético vs Real Madrid
O atual campeão do torneio tem média de posse de 56% (atrás "apenas" de Bayern, Barcelona, Porto e Juventus). O atual vice-campeão do torneio tem média de 47% (atrás de uma galera). A diferença é grande. E no número de passes completos a diferença também é grande (Madrid 4239, Atlético 2324). A equipe treinada por Simeone é também a que mais cruza bolas na área. Na jogada ofensiva aérea, diga-se de passagem, ambos são eficientes. O Madrid foi quem mais marcou gols de cabeça nessa Champions (5). O Atlético vem logo atrás (4). Na verdade o panorama da partida é esperado: Real Madrid de Luka Modric com a posse e Atlético de Antoine Griezmann no contra ataque. Só uma coisa: vale lembrar que o retrospecto recente é todo alvirrubro. São 4 vitórias e 2 empates nos últimos 6 jogos (veja aqui).
Porto vs Bayern
O time com mais posse de bola na Champions League 2014/15, claro, é o treinado por Guardiola. Nesse aspecto, o Bayern lidera com 64%, enquanto o Porto computa 59% (atrás apenas, claro, do Bayern, e do Barcelona). Nos passes completos, o Bayern também lidera no geral: 5237, ao passo que o Porto completou 3803 passes. Logo, embora a equipe de Lopetegui priorize a posse da bola, ela obviamente deve ficar mais tempo nos pés dos jogadores do Bayern. Tanto no jogo de ida (15 abril) quanto no jogo de volta (21 abril), esse deve ser o panorama. Outra coisa: assim como o Barcelona diante do PSG, se abrir o placar, o Bayern pode explorar mais o contra ataque, pois peças e coletivo para isso o time de Pep tem de sobra.
Juventus vs Monaco
O triste é saber que Pogba está fora. Mas enfim, vida que segue. No quesito posse de bola, a média da Velha Senhora é de 58% (atrás apenas de Bayern, Barcelona e Porto). Já o Monaco tem média de 46%, atrás de vários times e até mesmo do Atlético de Simeone. Vantagem italiana também nos passes completos: 3739 contra 2100. Ou seja, assim como em PSG vs Barcelona e Porto vs Bayern, no confronto entre Juventus e Monaco o panorama parece estar bem definido, com a bola mais tempo nos pés dos favoritos. Inclusive na partida disputada na França (22 abril), imagino que a Juve controle o jogo com a bola, assim como fez o Arsenal no jogo de volta das oitavas de final.

Paris Saint-Germain vs Barcelona
O time treinado por Luis Enrique tem média de posse de bola na competição de 63% (atrás apenas do Bayern), enquanto a equipe treinada por Laurent Blanc computa 51%. O número de passes completos também é favorável ao clube azulgrená (Barcelona 5237, PSG 4014). Portanto, tanto no jogo de ida (15 abril) quanto no jogo de volta (21 abril), é provável que o Barcelona fique mais tempo com a bola e consequentemente troque mais passes, de modo que o PSG fique voltado para o contra ataque. Nesse aspecto, aliás, a volta de Lucas é fundamental (se não me engano, ele volta). Agora, tem uma coisa: caso o Barcelona abra o placar, quem pode passar a explorar o contra ataque é ele. E nesse aspecto (e em tantos outros), o trio MSN é fatal.
Atlético vs Real Madrid
O atual campeão do torneio tem média de posse de 56% (atrás "apenas" de Bayern, Barcelona, Porto e Juventus). O atual vice-campeão do torneio tem média de 47% (atrás de uma galera). A diferença é grande. E no número de passes completos a diferença também é grande (Madrid 4239, Atlético 2324). A equipe treinada por Simeone é também a que mais cruza bolas na área. Na jogada ofensiva aérea, diga-se de passagem, ambos são eficientes. O Madrid foi quem mais marcou gols de cabeça nessa Champions (5). O Atlético vem logo atrás (4). Na verdade o panorama da partida é esperado: Real Madrid de Luka Modric com a posse e Atlético de Antoine Griezmann no contra ataque. Só uma coisa: vale lembrar que o retrospecto recente é todo alvirrubro. São 4 vitórias e 2 empates nos últimos 6 jogos (veja aqui).
Porto vs Bayern
O time com mais posse de bola na Champions League 2014/15, claro, é o treinado por Guardiola. Nesse aspecto, o Bayern lidera com 64%, enquanto o Porto computa 59% (atrás apenas, claro, do Bayern, e do Barcelona). Nos passes completos, o Bayern também lidera no geral: 5237, ao passo que o Porto completou 3803 passes. Logo, embora a equipe de Lopetegui priorize a posse da bola, ela obviamente deve ficar mais tempo nos pés dos jogadores do Bayern. Tanto no jogo de ida (15 abril) quanto no jogo de volta (21 abril), esse deve ser o panorama. Outra coisa: assim como o Barcelona diante do PSG, se abrir o placar, o Bayern pode explorar mais o contra ataque, pois peças e coletivo para isso o time de Pep tem de sobra.
Juventus vs Monaco
O triste é saber que Pogba está fora. Mas enfim, vida que segue. No quesito posse de bola, a média da Velha Senhora é de 58% (atrás apenas de Bayern, Barcelona e Porto). Já o Monaco tem média de 46%, atrás de vários times e até mesmo do Atlético de Simeone. Vantagem italiana também nos passes completos: 3739 contra 2100. Ou seja, assim como em PSG vs Barcelona e Porto vs Bayern, no confronto entre Juventus e Monaco o panorama parece estar bem definido, com a bola mais tempo nos pés dos favoritos. Inclusive na partida disputada na França (22 abril), imagino que a Juve controle o jogo com a bola, assim como fez o Arsenal no jogo de volta das oitavas de final.
terça-feira, dezembro 16, 2014
Thierry Henry encerra a carreira
Poucos jogadores na história têm direito a um Top 50 gols.
Thierry Henry é um deles.
Números do atacante francês:
Monaco (1994-99): 28 gols em 141 jogos.
Juventus (1999): 3 gols em 20 jogos.
Arsenal: (1999-07, 2012): 228 gols em 377 jogos.
Barcelona: (2007-10): 49 gols em 121 jogos.
New York Red Bulls (2010-14): 52 gols em 135 jogos.
Seleção (1997-2010): 51 gols em 123 jogos.
Total: 411 gols em 917 jogos.
Na Champions League, são 50 gols e 15 assistências em 112 partidas.
Thierry Henry é um deles.
Números do atacante francês:
Monaco (1994-99): 28 gols em 141 jogos.
Juventus (1999): 3 gols em 20 jogos.
Arsenal: (1999-07, 2012): 228 gols em 377 jogos.
Barcelona: (2007-10): 49 gols em 121 jogos.
New York Red Bulls (2010-14): 52 gols em 135 jogos.
Seleção (1997-2010): 51 gols em 123 jogos.
Total: 411 gols em 917 jogos.
Na Champions League, são 50 gols e 15 assistências em 112 partidas.
quarta-feira, outubro 01, 2014
Olho no Monaco de Jardim
Foi o primeiro jogo do Monaco que vi nessa temporada. Do Zenit também. Confesso. E embora ele tenha acontecido em São Petersburgo, chamou-me a atenção, de longe, o desempenho do time treinado pelo português Leonardo Jardim (40 anos). O time treinado por ele manteve a proposta (imagino que seja a proposta padrão) de posse e passe mesmo fora de casa, algo digno de nota e elogios.
Nos primeiros 15 minutos os visitantes dominaram a partida. Chegaram a ter 57% de posse de bola, e salvo engano chegaram a criar chance de gol. Aos poucos os donos da casa equilibraram o confronto, é verdade (50% de posse ao fim do primeiro tempo). Mas ainda assim, na minha visão, a superioridade do Monaco na primeira etapa foi nítida. Apesar do placar não ter saído do zero, ficou evidente a proposta, por parte da equipe de Jardim, pela troca de passes curtos, pelo passe com boa margem de segurança, para valorizar a posse da bola.

Engana-se quem pensa que não houve/há ambição nessa troca de passes. Pois uma coisa é querer adotar um estilo de jogo assim ou assado, e outra é conseguir transformar a teoria na prática, a ideia em realidade. Justamente por isso tirei o chapéu para a exibição do Monaco, nesta quarta-feira, pela segunda rodada da fase de grupos da Champions League. Porque, mesmo fora de casa, impôs sua filosofia de jogo de posse e passe (mais no primeiro tempo; no segundo o panorama mudou um pouco). Não aquela posse inócua sem sal que não leva a lugar algum, e sim uma posse evolutiva via troca de passes progressivos sempre que possível.
Sem a bola o trabalho é mais simples, mas não menos nobre. E o Monaco de Jardim também se mostrou eficiente nesse aspecto, ao se fechar num 4-4-2 em linha bem agrupado e marcar por zona lá atrás. Ou seja, ao contrário do que fazia o Barcelona de Pep Guardiola (a grande referência no tema), que valorizava a posse através do passe curto, e marcava por pressão lá em cima quando perdia a bola, esse Monaco, que também valoriza a posse através do passe curto, quando perde a bola, recompõe-se no seu campo defensivo, uma postura que consequentemente gera espaços para eventuais contra ataques. No segundo tempo, por uma série de fatores, a opção pelo contra ataque ficou mais latente, inclusive.
Em outras palavras, uma coisa não exclui a outra. Mesmo se sua proposta for pela posse e pelo passe, por exemplo, você também tem que estar preparado para executar a retomada e a transição rápida. Seu time tem que ser flexível o suficiente para atacar com todas as armas que o futebol oferece. Entre essas duas correntes, no entanto (posse e passe ou retomada e transição rápida), sempre lembrando que uma coisa não exclui a outra, admito que me agrada mais a primeira, por uma série de motivos. Muito mais. Mas enfim. Em relação ao resultado da partida, o empate se manteve até o fim: Zenit 0-0 Monaco. Para mim, porém, vide esse post, o que valeu mesmo foi o desempenho (do Monaco, em especial na primeira etapa), e não o resultado em si, esse mero detalhe (sem desmerecer o suado ponto conquistado pela equipe francesa na Rússia, claro).
Nos primeiros 15 minutos os visitantes dominaram a partida. Chegaram a ter 57% de posse de bola, e salvo engano chegaram a criar chance de gol. Aos poucos os donos da casa equilibraram o confronto, é verdade (50% de posse ao fim do primeiro tempo). Mas ainda assim, na minha visão, a superioridade do Monaco na primeira etapa foi nítida. Apesar do placar não ter saído do zero, ficou evidente a proposta, por parte da equipe de Jardim, pela troca de passes curtos, pelo passe com boa margem de segurança, para valorizar a posse da bola.

Engana-se quem pensa que não houve/há ambição nessa troca de passes. Pois uma coisa é querer adotar um estilo de jogo assim ou assado, e outra é conseguir transformar a teoria na prática, a ideia em realidade. Justamente por isso tirei o chapéu para a exibição do Monaco, nesta quarta-feira, pela segunda rodada da fase de grupos da Champions League. Porque, mesmo fora de casa, impôs sua filosofia de jogo de posse e passe (mais no primeiro tempo; no segundo o panorama mudou um pouco). Não aquela posse inócua sem sal que não leva a lugar algum, e sim uma posse evolutiva via troca de passes progressivos sempre que possível.
Sem a bola o trabalho é mais simples, mas não menos nobre. E o Monaco de Jardim também se mostrou eficiente nesse aspecto, ao se fechar num 4-4-2 em linha bem agrupado e marcar por zona lá atrás. Ou seja, ao contrário do que fazia o Barcelona de Pep Guardiola (a grande referência no tema), que valorizava a posse através do passe curto, e marcava por pressão lá em cima quando perdia a bola, esse Monaco, que também valoriza a posse através do passe curto, quando perde a bola, recompõe-se no seu campo defensivo, uma postura que consequentemente gera espaços para eventuais contra ataques. No segundo tempo, por uma série de fatores, a opção pelo contra ataque ficou mais latente, inclusive.
Em outras palavras, uma coisa não exclui a outra. Mesmo se sua proposta for pela posse e pelo passe, por exemplo, você também tem que estar preparado para executar a retomada e a transição rápida. Seu time tem que ser flexível o suficiente para atacar com todas as armas que o futebol oferece. Entre essas duas correntes, no entanto (posse e passe ou retomada e transição rápida), sempre lembrando que uma coisa não exclui a outra, admito que me agrada mais a primeira, por uma série de motivos. Muito mais. Mas enfim. Em relação ao resultado da partida, o empate se manteve até o fim: Zenit 0-0 Monaco. Para mim, porém, vide esse post, o que valeu mesmo foi o desempenho (do Monaco, em especial na primeira etapa), e não o resultado em si, esse mero detalhe (sem desmerecer o suado ponto conquistado pela equipe francesa na Rússia, claro).
Assinar:
Postagens (Atom)



















