No Brasil ser honesto é ser otário. Por isso a meia-entrada não funciona (e até onde sei, essa política só existe no Brasil). Ou melhor, funciona na teoria. No campo das ideias é bacana. Agrega, inclui. Na prática, porém, prejudica os promotores e principalmente os consumidores do evento.
Claro, se você tem direito à meia-entrada, legal. O estudante, por exemplo, é beneficiado. O problema é o número enorme de não estudantes e de pessoas sem esse direito que dão um jeito de conseguir entrar no espetáculo dessa maneira, enquanto o cidadão dito de bem, que honestamente paga inteira, é considerado otário pelos malandros (e pela sociedade como um todo). E tem outra: também por causa disso, do uso irregular da meia-entrada com a maior naturalidade, os dirigentes jogam o preço do ingresso lá em cima.
Ah, o jeitinho brasileiro. Fodendo o país há 500 anos. Visto com graça por alguns, eu abomino, do fundo do coração, com unhas e dentes, o jeitinho brasileiro, da fila furada à carteirinha de estudante falsificada, passando pelo corruptor e pelo corrompido. É um dos motivos pelos quais o Brasil não anda, não só fora mas também dentro dos gramados, já que o futebol é reflexo da sociedade.
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terça-feira, fevereiro 25, 2014
terça-feira, fevereiro 23, 2010
Futebol é de nascença
Vi este vídeo no Blog do Massi. É uma propaganda da Nike, de 6 minutos, estrelada por Robinho, Maicon, Luís Fabiano e a nova camisa azul da Seleção.
Mas particularmente me chama a atenção quando o narrador diz: "Às vezes até parece, que é por isso... que a barriga que a gente vive antes de nascer é redonda".
Tô de acordo com o trecho citado. E vou um pouco além, vide o post aqui publicado no dia 28 e julho do ano passado:
PONTAPÉ INICIAL
O primeiro movimento da vida é o chute.
Na barriga da mãe.
Que tem a forma de uma bola.
Por essas e outras o futebol é popular e fascinante.
Mas particularmente me chama a atenção quando o narrador diz: "Às vezes até parece, que é por isso... que a barriga que a gente vive antes de nascer é redonda".
Tô de acordo com o trecho citado. E vou um pouco além, vide o post aqui publicado no dia 28 e julho do ano passado:
PONTAPÉ INICIAL
O primeiro movimento da vida é o chute.
Na barriga da mãe.
Que tem a forma de uma bola.
Por essas e outras o futebol é popular e fascinante.
terça-feira, julho 28, 2009
Pontapé inicial
O primeiro movimento da vida é o chute.
Na barriga da mãe.
Que tem a forma de uma bola.
Por essas e outras o futebol é popular e fascinante.
Na barriga da mãe.
Que tem a forma de uma bola.
Por essas e outras o futebol é popular e fascinante.
terça-feira, junho 09, 2009
Primeiro mundo é outra história
Vi na lista dos jogadores mais caros da história no Blog do PVC que Rio Ferdinand, o bom zagueiro do Manchester United, custou 47 milhões de dólares, cerca de 30 milhões de euros.
Nada como uma transação entre clubes europeus.
E a gente aqui, na América Latina, com as veias abertas.
Nada como uma transação entre clubes europeus.
E a gente aqui, na América Latina, com as veias abertas.
segunda-feira, maio 25, 2009
Uns poupam, outros aproveitam
Dos sete clubes envolvidos em competições paralelas, Corinthians e Inter foram os que mais pouparam na 3ª rodada. Contra o fraco Barueri em casa o Timão venceu pela primeira vez no campeonato, com cinco titulares. E na vitória sobre o forte Goiás em Goiânia, o Internacional iniciou com apenas quatro.
Cruzeiro, Grêmio, Palmeiras, São Paulo e Coritiba usaram o que tinham de melhor. Os dois primeiros somaram três pontos, e os outros empataram.
A tabela mostra que o Inter, graças ao seu elenco, tem conseguido melhor administrar a situação.
Na próxima rodada provavelmente os times envolvidos na Copa do Brasil irão poupar. Aí quem vai tirar proveito é o embalado Santos, que receberá o Corinthians na Vila Belmiro. E o sempre perigoso Goiás, que enfrentará o Coxa no Couto Pereira (vale lembrar que com quase todos os reservas a equipe paranaense levou quatro do Santo André em Curitiba). Só não se pode dizer que o Avaí irá gozar deste contexto porque o compromisso catarinense é mais embaixo: o líder no Beira-Rio.
Já os participantes da Libertadores, imagino eu, usarão os titulares no fim de semana que vem porque as partidas de volta das quartas-de-final acontecem somente nos dias 17 e 18 de junho.
Cruzeiro, Grêmio, Palmeiras, São Paulo e Coritiba usaram o que tinham de melhor. Os dois primeiros somaram três pontos, e os outros empataram.
A tabela mostra que o Inter, graças ao seu elenco, tem conseguido melhor administrar a situação.
Na próxima rodada provavelmente os times envolvidos na Copa do Brasil irão poupar. Aí quem vai tirar proveito é o embalado Santos, que receberá o Corinthians na Vila Belmiro. E o sempre perigoso Goiás, que enfrentará o Coxa no Couto Pereira (vale lembrar que com quase todos os reservas a equipe paranaense levou quatro do Santo André em Curitiba). Só não se pode dizer que o Avaí irá gozar deste contexto porque o compromisso catarinense é mais embaixo: o líder no Beira-Rio.
Já os participantes da Libertadores, imagino eu, usarão os titulares no fim de semana que vem porque as partidas de volta das quartas-de-final acontecem somente nos dias 17 e 18 de junho.
sábado, maio 16, 2009
A Inglaterra ficou pequena
Pela terceira vez consecutiva o Manchester United ergue o caneco da Premier League. Com o 0 a 0 de hoje, diante do Arsenal, os Diabos Vermelhos chegaram a 87 pontos e não podem mais ser alcançados pelo Liverpool.

Sem dúvida quem manda na terra da rainha é o time de Alex Ferguson. Resta-nos aguardar o dia 27, quando saberemos, na finalíssima de Roma, quem será coroado o rei da Europa: se novamente o Manchester United de Rooney e Cristiano Ronaldo, ou se o Barcelona de Messi, Henry e Eto'o.

Sem dúvida quem manda na terra da rainha é o time de Alex Ferguson. Resta-nos aguardar o dia 27, quando saberemos, na finalíssima de Roma, quem será coroado o rei da Europa: se novamente o Manchester United de Rooney e Cristiano Ronaldo, ou se o Barcelona de Messi, Henry e Eto'o.
quarta-feira, maio 13, 2009
Paradinha é malandragem
Antes de Sport e Palmeiras começarem a cobrar os pênaltis, o juíz Carlos Chandia chamou os capitães e avisou: não vale paradinha. Por isso não houve nenhuma.
Perfeito.
A paradinha existe somente no Brasil porque somente no Brasil existe o glorioso jeitinho brasileiro.
Bater pênalti com paradinha é bater com jeitinho.
Este artifício, que se disceminou pelo país de uns anos para cá, é um indicador típico de como a sociedade reflete no futebol.
A paradinha é uma tentativa explícita de lograr, de enganar, de trapacear. Ou seja: é a malandragem brasileira.
E quem a defende sob o argumento de que ela é legal, interpreta a lei com cabeça de brasileiro.
Perfeito.
A paradinha existe somente no Brasil porque somente no Brasil existe o glorioso jeitinho brasileiro.
Bater pênalti com paradinha é bater com jeitinho.
Este artifício, que se disceminou pelo país de uns anos para cá, é um indicador típico de como a sociedade reflete no futebol.
A paradinha é uma tentativa explícita de lograr, de enganar, de trapacear. Ou seja: é a malandragem brasileira.
E quem a defende sob o argumento de que ela é legal, interpreta a lei com cabeça de brasileiro.
segunda-feira, maio 11, 2009
Corinthians e Inter têm ambições distintas
Algumas pessoas se perguntaram por que só o Corinthians poupou os titulares na partida de ontem, e o Internacional não, sendo que os dois jogam no mesmo dia e horário (quarta-feira depois da novela).
Hoje me dei conta do seguinte: as prioridades são diferentes.
O objetivo maior do Corinthians é ser campeão da Copa do Brasil. Sabidamente o sonho de consumo corintiano é o título da Libertadores. E materializá-lo no ano do centenário alvinegro seria a cereja no bolo. E para chegar lá, como diz o próprio slogan, o caminho mais curto é a Copa do Brasil.
Já o Inter cobiça outro troféu.
É claro que o time gaúcho quer ganhar a Copa do Brasil (até porque este é o ano do centenário colorado, e quanto mais canecos erguidos, melhor). Mas o Internacional não fatura o Brasileirão há exatos 30 anos! Por isso a meta maior nesta temporada é ser campeão brasileiro (e consequentemente participar da Libertadores em 2010).
Hoje me dei conta do seguinte: as prioridades são diferentes.
O objetivo maior do Corinthians é ser campeão da Copa do Brasil. Sabidamente o sonho de consumo corintiano é o título da Libertadores. E materializá-lo no ano do centenário alvinegro seria a cereja no bolo. E para chegar lá, como diz o próprio slogan, o caminho mais curto é a Copa do Brasil.
Já o Inter cobiça outro troféu.
É claro que o time gaúcho quer ganhar a Copa do Brasil (até porque este é o ano do centenário colorado, e quanto mais canecos erguidos, melhor). Mas o Internacional não fatura o Brasileirão há exatos 30 anos! Por isso a meta maior nesta temporada é ser campeão brasileiro (e consequentemente participar da Libertadores em 2010).
quarta-feira, maio 06, 2009
Por um fio Chelsea não chega à final
No Camp Nou os comandados de Guus Hiddink abdicaram de atacar. O Chelsea implantou uma retranca exagerada e assegurou o 0 a 0 em Barcelona.
Fechei o texto pós-jogo de ida assim: 'Na Espanha só um time quis jogar. Na Inglaterra os dois vão sair para o jogo. Aí veremos se os defensores da equipe londrina irão conseguir frear o ataque azul-grená'.
O que se viu novamente foi um Chelsea armado para contra-atacar. A exemplo da primeira partida, hoje o Barça dominou a posse de bola mas não conseguiu ameaçar o goleiro Peter Cech.
No entanto desta vez a equipe inglesa não atuou com as rígidas linhas de quatro. Os Blues se postaram no 4-2-3-1 usual. Mas quando o Chelsea estava sem a pelota (ou seja, quase sempre) os homens das beiradas, aplicados taticamente que são, principalmente Malouda, voltavam para marcar o lateral adversário. O camisa 15 teve trabalho dobrado por causa das repetidas subidas de Daniel Alves.

A estratégia foi ótima. Mesmo com a bola no pé na maior parte do duelo, o Barça nada fez. O objetivo azul só não foi alcançado porque Iniesta fez um gol aos 48 do segundo tempo, igualando o placar e eliminando o clube inglês da competição (neste regulamento, quem não faz gol fora de casa está perdido).
Pelo fim da supremacia inglesa na Europa e pelo bem do futebol-arte em sua essência, uma final entre Barça e Manchester United, penso eu, era mais almejada do que uma reedição da decisão do ano passado.
Fechei o texto pós-jogo de ida assim: 'Na Espanha só um time quis jogar. Na Inglaterra os dois vão sair para o jogo. Aí veremos se os defensores da equipe londrina irão conseguir frear o ataque azul-grená'.
O que se viu novamente foi um Chelsea armado para contra-atacar. A exemplo da primeira partida, hoje o Barça dominou a posse de bola mas não conseguiu ameaçar o goleiro Peter Cech.
No entanto desta vez a equipe inglesa não atuou com as rígidas linhas de quatro. Os Blues se postaram no 4-2-3-1 usual. Mas quando o Chelsea estava sem a pelota (ou seja, quase sempre) os homens das beiradas, aplicados taticamente que são, principalmente Malouda, voltavam para marcar o lateral adversário. O camisa 15 teve trabalho dobrado por causa das repetidas subidas de Daniel Alves.

A estratégia foi ótima. Mesmo com a bola no pé na maior parte do duelo, o Barça nada fez. O objetivo azul só não foi alcançado porque Iniesta fez um gol aos 48 do segundo tempo, igualando o placar e eliminando o clube inglês da competição (neste regulamento, quem não faz gol fora de casa está perdido).
Pelo fim da supremacia inglesa na Europa e pelo bem do futebol-arte em sua essência, uma final entre Barça e Manchester United, penso eu, era mais almejada do que uma reedição da decisão do ano passado.
Palmeiras abre boa vantagem
Luxemburgo adotou um esquema não tão comum ao Verdão. O 3-5-2 deu lugar ao 4-4-2 à brasileira, com Marquinhos ora fazendo o terceiro atacante pela esquerda.
Cleiton Xavier atuou como segundo volante, vindo de trás, mais pela direita, ao lado de Pierre. Aliás, quando os dois laterais subiam ao mesmo tempo, eventualmente o camisa 5 vinha fazer o terceiro zagueiro às costas de Armero.

O 10 e o 7 são os dois pés pensantes da meia cancha. Eles transitaram por extensa faixa criativa do gramado com a missão de articular as jogadas, e também de chutar de fora da área.
Marquinhos e Willians são os pés velozes. Ambos deram bastante leveza e rapidez ao time, tanto buscando a ponta quanto entrando em diagonal. Embora seja digno de nota a má aparição dos dois.
Aos 20 do segundo tempo ocorreram algumas alterações. Mozar, o estreante da noite, compos a dupla de volantes com Pierre. Desta maneira Cleiton ficou mais solto para criar, ao lado de Diego. Na frente, Ortigoza entrou para ser o companheiro de Keirrison. O paraguaio sofreu a falta que resultou na expulsão do volante Hamilton e no gol, marcado por ele mesmo, de cabeça, após a cobrança da infração. E, posteriormente, Armero, mal na partida, deu lugar a Jefferson.
O 1 a 0 foi um ótimo placar para o Palmeiras. Não levar gol em casa neste tipo de mata-mata é fundamental. A tarefa do Sport na Ilha não é fácil: ir para cima sem se desguarnecer.
Cleiton Xavier atuou como segundo volante, vindo de trás, mais pela direita, ao lado de Pierre. Aliás, quando os dois laterais subiam ao mesmo tempo, eventualmente o camisa 5 vinha fazer o terceiro zagueiro às costas de Armero.

O 10 e o 7 são os dois pés pensantes da meia cancha. Eles transitaram por extensa faixa criativa do gramado com a missão de articular as jogadas, e também de chutar de fora da área.
Marquinhos e Willians são os pés velozes. Ambos deram bastante leveza e rapidez ao time, tanto buscando a ponta quanto entrando em diagonal. Embora seja digno de nota a má aparição dos dois.
Aos 20 do segundo tempo ocorreram algumas alterações. Mozar, o estreante da noite, compos a dupla de volantes com Pierre. Desta maneira Cleiton ficou mais solto para criar, ao lado de Diego. Na frente, Ortigoza entrou para ser o companheiro de Keirrison. O paraguaio sofreu a falta que resultou na expulsão do volante Hamilton e no gol, marcado por ele mesmo, de cabeça, após a cobrança da infração. E, posteriormente, Armero, mal na partida, deu lugar a Jefferson.
O 1 a 0 foi um ótimo placar para o Palmeiras. Não levar gol em casa neste tipo de mata-mata é fundamental. A tarefa do Sport na Ilha não é fácil: ir para cima sem se desguarnecer.
terça-feira, maio 05, 2009
Verdão x Leão: ataque vs. contra-ataque
Contra times fechados, o Palmeiras sofre. O grande defeito da equipe de Luxemburgo é não conseguir perfurar as barreiras erguidas pelos oponentes.
Na fase de grupo, o Palmeiras foi quem se fechou e ganhou no contra-ataque na Ilha do Retiro. No Palestra Itália, o Leão se retrancou e o Verdão parou no empate.

Hoje à noite, às 21h15, na partida de ida das oitavas-de-final da Libertadores, é bem provável que os comandados de Nelsinho atuem no contra-golpe. Vão se proteger, e quando der, surpreender. É aí que se forma a dificuldade para os anfitriões.
E caso o Palmeiras não obtenha sucesso na infiltração, o caminho pode ser o tiro de média e longa distância, como fez Cleiton Xavier em Santiago diante do Colo Colo.
E para o Sport, por ser critério de desempate, marcar gol fora de casa é essencial. Seja lá atrás, postado estrategicamente no contra-ataque, seja avançado, para complicar a saída de bola dos palmeirenses.
Na fase de grupo, o Palmeiras foi quem se fechou e ganhou no contra-ataque na Ilha do Retiro. No Palestra Itália, o Leão se retrancou e o Verdão parou no empate.

Hoje à noite, às 21h15, na partida de ida das oitavas-de-final da Libertadores, é bem provável que os comandados de Nelsinho atuem no contra-golpe. Vão se proteger, e quando der, surpreender. É aí que se forma a dificuldade para os anfitriões.
E caso o Palmeiras não obtenha sucesso na infiltração, o caminho pode ser o tiro de média e longa distância, como fez Cleiton Xavier em Santiago diante do Colo Colo.
E para o Sport, por ser critério de desempate, marcar gol fora de casa é essencial. Seja lá atrás, postado estrategicamente no contra-ataque, seja avançado, para complicar a saída de bola dos palmeirenses.
sexta-feira, maio 01, 2009
Só para reiterar:
Segunda-feira que vem, dia 4, estreia a Mesa Redonda pelo MSN, a partir das 19h (horário de Brasília). Para participar, basta adicionar blogdocarlao@hotmail.com.
quinta-feira, abril 30, 2009
Derrota com gosto de vitória
A última impressão é a que fica.
Em noite inspirada de Rafael Moura, Wallyson, Raul e companhia limitada, o Atlético fez uma partida memorável contra o Corinthians em Curitiba. O primeiro tempo, então, foi irretocável: 2 a 0, fora o banho.

Na segunda etapa, apesar de o Furacão ter feito mais um logo no início, o Timão deu uma relativa equilibrada. No entanto o Atlético dominava o confronto, o 3 a 0 parecia certo, e a classificação rubronegra para as quartas-de-final estava bem encaminhada.
Eis que aos 42 Cristian diminuiu de falta: 3 a 1. E aos 47 do segundo tempo, Dentinho marcou o segundo: 3 x 2. A recuperação à corintiana, sofrida, no finzinho, caiu como uma balde de água gelada para os paranaenses.
Embora a vantagem no placar tenha sido dos anfitriões, na prática, a situação do Atlético tornou-se delicada, principalmente porque o gol fora de casa é critério de desempate. Basta um 1 a 0 ao Coringão no Pacaembu, e o alvinegro paulista segue na competição. Além disso, o zagueirão William e o meia-atacante Jorge Henrique (peça essencial na marcação) devem voltar. Ou seja: defensivamente o Corinthians vai voltar a ter força máxima.
A expressão 'empate com gosto de vitória' é comum no futebol. Porém, em função do contexto de ontem, é legítimo dizer que a derrota teve gosto de vitória para os corintianos.
Em noite inspirada de Rafael Moura, Wallyson, Raul e companhia limitada, o Atlético fez uma partida memorável contra o Corinthians em Curitiba. O primeiro tempo, então, foi irretocável: 2 a 0, fora o banho.

Na segunda etapa, apesar de o Furacão ter feito mais um logo no início, o Timão deu uma relativa equilibrada. No entanto o Atlético dominava o confronto, o 3 a 0 parecia certo, e a classificação rubronegra para as quartas-de-final estava bem encaminhada.
Eis que aos 42 Cristian diminuiu de falta: 3 a 1. E aos 47 do segundo tempo, Dentinho marcou o segundo: 3 x 2. A recuperação à corintiana, sofrida, no finzinho, caiu como uma balde de água gelada para os paranaenses.
Embora a vantagem no placar tenha sido dos anfitriões, na prática, a situação do Atlético tornou-se delicada, principalmente porque o gol fora de casa é critério de desempate. Basta um 1 a 0 ao Coringão no Pacaembu, e o alvinegro paulista segue na competição. Além disso, o zagueirão William e o meia-atacante Jorge Henrique (peça essencial na marcação) devem voltar. Ou seja: defensivamente o Corinthians vai voltar a ter força máxima.
A expressão 'empate com gosto de vitória' é comum no futebol. Porém, em função do contexto de ontem, é legítimo dizer que a derrota teve gosto de vitória para os corintianos.
quarta-feira, abril 29, 2009
Manchester United larga na frente
Sem poder contar com Arshavin (que atuou pelo Zenit nesta edição da Liga dos Campeões) e Van Persie (machucado), Arsene Wenger optou por trocar o 4-2-3-1 usual por duas linhas de quatro - a exemplo do Chelsea, que ontem, no Camp Nou, também adotou as duas linhas de quatro no lugar do 4-2-3-1 rotineiro.
A diferença é que o Arsenal não ficou numa retranca explícita, como ficou a equipe de Guus Hiddink contra o Barça. No entanto faltou qualidade para os Gunners saírem para o jogo. Adebayor ficou abandonado porque Diaby pela esquerda e Walcott pela direita pouco apoiaram. Diaby, aliás, para mim não serve para atuar pela beirada do campo. Na minha opinião o Arsenal poderia ter sido mais ofensivo no primeiro tempo se o 2 se colocasse por dentro, ao lado de Song, e se Nasri abrisse pela faixa canhota.
O Manchester, que nada tem a ver com os desfalques do conjunto londrino, dominou a primeira etapa sem problemas, com Tevez centralizado, Rooney na esquerda e Ronaldo na direita entrando em diagonal, e com as aproximações de Anderson. Porém quem marcou o único gol do duelo, veja você, foi O'Shea.

No segundo tempo o Arsenal não ficou em seu campo de defesa tão acuado, e o confronto se tornou mais equilibrado. Aos 25 minutos, com as alterações promovidas pelos treinadores, os esquemas táticos ficaram idênticos.
Tevez foi substituído por Berbatov e Anderson por Giggs, e os Diabos Vermelhos voltaram ao 4-4-2 habitual. Como tem acontecido recentemente, Cristiano Ronaldo foi formar a dupla de ataque com o búlgaro, Rooney veio para a direita e Giggs permaneceu na esquerda.
Do outro lado, Walcott saiu para a entrada de Bendtner. O 26 foi compor a dupla de avantes com Adebayor, Fabregas recuou e posicionou-se entre Diaby e Song, e Nasri abriu pela direita.

O Arsenal perde muito sem Arshavin. O canto de cá fica carente sem o russo. Talvez por isso, e principalmente por jogar no Old Trafford, Wenger aderiu uma postura defensiva. Entretanto, assim como o Chelsea, o Arsenal não vai ficar atrás na partida de volta.
Não só pelo resultado desta quarta, mas pelos times em si, o grupo comandado por Sir Alex Ferguson é o grande favorito para conquistar a vaga na final.
A diferença é que o Arsenal não ficou numa retranca explícita, como ficou a equipe de Guus Hiddink contra o Barça. No entanto faltou qualidade para os Gunners saírem para o jogo. Adebayor ficou abandonado porque Diaby pela esquerda e Walcott pela direita pouco apoiaram. Diaby, aliás, para mim não serve para atuar pela beirada do campo. Na minha opinião o Arsenal poderia ter sido mais ofensivo no primeiro tempo se o 2 se colocasse por dentro, ao lado de Song, e se Nasri abrisse pela faixa canhota.
O Manchester, que nada tem a ver com os desfalques do conjunto londrino, dominou a primeira etapa sem problemas, com Tevez centralizado, Rooney na esquerda e Ronaldo na direita entrando em diagonal, e com as aproximações de Anderson. Porém quem marcou o único gol do duelo, veja você, foi O'Shea.

No segundo tempo o Arsenal não ficou em seu campo de defesa tão acuado, e o confronto se tornou mais equilibrado. Aos 25 minutos, com as alterações promovidas pelos treinadores, os esquemas táticos ficaram idênticos.
Tevez foi substituído por Berbatov e Anderson por Giggs, e os Diabos Vermelhos voltaram ao 4-4-2 habitual. Como tem acontecido recentemente, Cristiano Ronaldo foi formar a dupla de ataque com o búlgaro, Rooney veio para a direita e Giggs permaneceu na esquerda.
Do outro lado, Walcott saiu para a entrada de Bendtner. O 26 foi compor a dupla de avantes com Adebayor, Fabregas recuou e posicionou-se entre Diaby e Song, e Nasri abriu pela direita.

O Arsenal perde muito sem Arshavin. O canto de cá fica carente sem o russo. Talvez por isso, e principalmente por jogar no Old Trafford, Wenger aderiu uma postura defensiva. Entretanto, assim como o Chelsea, o Arsenal não vai ficar atrás na partida de volta.
Não só pelo resultado desta quarta, mas pelos times em si, o grupo comandado por Sir Alex Ferguson é o grande favorito para conquistar a vaga na final.
Aviso aos navegantes
Fiz uma substituição no e-mail daqui. O blogdocarlao@gmail.com vai pendurar as chuteiras para o blogdocarlao@hotmail.com se tornar titular.
Pelo seguinte: vou fazer uma mesa redonda virtual pelo MSN com vocês, leitores e blogueiros.
O Twitter também é uma ferramenta para trocar ideias, e, claro, a própria seção de comentários. Mas via Messenger, imagino eu, as discussões podem fluir com mais naturalidade.
Toda segunda-feira, das 19 às 19h30, estarei à disposição no MSN. Conto contigo.
Pelo seguinte: vou fazer uma mesa redonda virtual pelo MSN com vocês, leitores e blogueiros.
O Twitter também é uma ferramenta para trocar ideias, e, claro, a própria seção de comentários. Mas via Messenger, imagino eu, as discussões podem fluir com mais naturalidade.
Toda segunda-feira, das 19 às 19h30, estarei à disposição no MSN. Conto contigo.
Grêmio é 1º na classificação geral
Evidentemente que decidir em casa não é garantia de sucesso. No entanto, embora haja bastante controvérsias, na minha opinião fazer o segundo jogo do mata-mata no próprio estádio é melhor.
Ah, mas em 2007 o Grêmio fez a finalíssima contra o Boca no Olímpico, e deu no que deu.
É verdade, mas aquele Boca tinha caras rodados como Riquelme, Palácio, Palermo, etc.
E o de hoje não tem?
Tudo bem, tem. Mas o Grêmio de hoje, por exemplo, conta com jogadores mais experientes e calejados que aqueles comandados brilhantemente por Mano Menezes.
É óbvio que quem quer ser campeão não escolhe adversário. Porém, fazer do seu campo um caldeirão - como fazem do Olímpico os gremistas - é um combustível a mais, principalmente na partida de volta.
Ah, mas em 2007 o Grêmio fez a finalíssima contra o Boca no Olímpico, e deu no que deu.
É verdade, mas aquele Boca tinha caras rodados como Riquelme, Palácio, Palermo, etc.
E o de hoje não tem?
Tudo bem, tem. Mas o Grêmio de hoje, por exemplo, conta com jogadores mais experientes e calejados que aqueles comandados brilhantemente por Mano Menezes.
É óbvio que quem quer ser campeão não escolhe adversário. Porém, fazer do seu campo um caldeirão - como fazem do Olímpico os gremistas - é um combustível a mais, principalmente na partida de volta.
terça-feira, abril 28, 2009
Barça para no bloqueio do Chelsea
Se fizesse algum, maravilha. Se não fizesse nenhum, também seria só alegria. O objetivo traçado pelo time inglês nitidamente era não levar gol no Camp Nou. Objetivo este que, na base da retranca, foi alcançado. O placar sequer foi inaugurado.
O técnico Guus Hiddink abriu mão de duas coisas nesta terça-feira: do esquema que vinha sendo utilizado, e de atacar os donos da casa. O Chelsea se fechou com duas linhas de quatro (muitas vezes uma de quatro e uma de cinco), deixou Drogba isolado na frente, e esperou o relógio andar. O centroavante, diga-se, teve uma única chance, claríssima, para marcar, mas Victor Valdes não permitiu.

O Barça, com seus 70% de posse de bola, bem que tentou. Até criou uma ou outra oportunidade com Eto'o, Henry, Iniesta, mas de nada adiantou. A barreira inglesa estava intransponível.
Só que tem o seguinte. Na partida de volta, em Londres, o Chelsea não vai ficar atrás. Automaticamante vai para cima do Barça, e consequentemente vai dar espaços para Messi e companhia.
Na Espanha só um time quis jogar. Na Inglaterra os dois vão sair para o jogo. Aí veremos se os defensores da equipe londrina irão conseguir frear o ataque azul-grená. E, claro, se os defensores do esquadrão catalão conseguirão segurar as investidas da artilharia dos Blues.
O técnico Guus Hiddink abriu mão de duas coisas nesta terça-feira: do esquema que vinha sendo utilizado, e de atacar os donos da casa. O Chelsea se fechou com duas linhas de quatro (muitas vezes uma de quatro e uma de cinco), deixou Drogba isolado na frente, e esperou o relógio andar. O centroavante, diga-se, teve uma única chance, claríssima, para marcar, mas Victor Valdes não permitiu.

O Barça, com seus 70% de posse de bola, bem que tentou. Até criou uma ou outra oportunidade com Eto'o, Henry, Iniesta, mas de nada adiantou. A barreira inglesa estava intransponível.
Só que tem o seguinte. Na partida de volta, em Londres, o Chelsea não vai ficar atrás. Automaticamante vai para cima do Barça, e consequentemente vai dar espaços para Messi e companhia.
Na Espanha só um time quis jogar. Na Inglaterra os dois vão sair para o jogo. Aí veremos se os defensores da equipe londrina irão conseguir frear o ataque azul-grená. E, claro, se os defensores do esquadrão catalão conseguirão segurar as investidas da artilharia dos Blues.
Messi e cia vs. Drogba e sua turma
Tudo indica que o Barcelona vai com força máxima para cima do Chelsea no Camp Nou. Do outro lado, Ashley Cole desfalca o time inglês. Guus Hiddink vai escalar Bosingwa ou Belletti para desempenhar a fácil tarefa de marcar Lionel Messi.
Se Malouda não acompanhar as subidas do lateral-direito azul-grená, o confronto por este canto do campo se dará entre o Daniel-Xavi-Messi e Bosingwa-Essien-Terry. Se o 15 do Chelsea não voltar, Eto'o vai sobrar.
Na banda oposta Iniesta, Henry, e eventualmente Abidal, darão trabalho a Ivanovic, Alex e, quem sabe, Ballack - que não é dos mais dedicados à marcação. No entanto, vale lembrar que o camisa 10 do Barça não fica preso à ponta esquerda. Ele flutua também pela faixa central do gramado, para criar e dar opções de jogadas aos companheiros.

Em função dos atacantes abertos da equipe catalã, imagino que os laterais do Chelsea pouco poderão apoiar. Malouda e Anelka terão de se projetar não apenas nas diagonais, para buscar Didier Drogba, mas também se lançar à linha de fundo.
Lampard, o pé pensante do esquadrão londrino, vai acionar os homens das beiradas e o centroavante, seja a passes curtos, após carregar a bola, seja a arremessos longos verticalizados (no caso de Drogba).
Além do 8, Ballack igualmente vai surgir de trás para ativar os quatro atletas à frente e, por que não, soltar tiros de fora da área. Em outras partidas o alemão cansou de tocar a pelota para o avante marfinense, que se desloca como poucos nos arredores da área.
De qualquer maneira, a partir das 15h45 de hoje, a teoria vai dar lugar à prática. E dentro de 90 minutos vamos saber quem abrirá vantagem no primeiro duelo da semifinal da Liga dos Campeões.
Se Malouda não acompanhar as subidas do lateral-direito azul-grená, o confronto por este canto do campo se dará entre o Daniel-Xavi-Messi e Bosingwa-Essien-Terry. Se o 15 do Chelsea não voltar, Eto'o vai sobrar.
Na banda oposta Iniesta, Henry, e eventualmente Abidal, darão trabalho a Ivanovic, Alex e, quem sabe, Ballack - que não é dos mais dedicados à marcação. No entanto, vale lembrar que o camisa 10 do Barça não fica preso à ponta esquerda. Ele flutua também pela faixa central do gramado, para criar e dar opções de jogadas aos companheiros.

Em função dos atacantes abertos da equipe catalã, imagino que os laterais do Chelsea pouco poderão apoiar. Malouda e Anelka terão de se projetar não apenas nas diagonais, para buscar Didier Drogba, mas também se lançar à linha de fundo.
Lampard, o pé pensante do esquadrão londrino, vai acionar os homens das beiradas e o centroavante, seja a passes curtos, após carregar a bola, seja a arremessos longos verticalizados (no caso de Drogba).
Além do 8, Ballack igualmente vai surgir de trás para ativar os quatro atletas à frente e, por que não, soltar tiros de fora da área. Em outras partidas o alemão cansou de tocar a pelota para o avante marfinense, que se desloca como poucos nos arredores da área.
De qualquer maneira, a partir das 15h45 de hoje, a teoria vai dar lugar à prática. E dentro de 90 minutos vamos saber quem abrirá vantagem no primeiro duelo da semifinal da Liga dos Campeões.
quinta-feira, abril 23, 2009
Galo elimina Guará e aguarda Vitória
Ao vencer o Guaratinguetá no Mineirão por 2 a 0 (gols de Tardelli e Júnior), o Atlético-MG assegurou seu lugar nas oitavas-de-final da Copa do Brasil.
Com Renan de cabeça-de-área, Carlos Alberto e Márcio Araújo de volantes de escape, Lopes na articulação, e Diego Tardelli e Éder Luís no ataque, o Galo passou pelo Guará sem muito esforço nesta quinta-feira.
A movimentação que chama a atenção na equipe mineira é a do camisa 9. O artilheiro do Brasil até aqui com 23 gols aparece por todos cantos do campo, inclusive no de defesa. Não é raro vê-lo, por exemplo, invertendo de posicionamento com o meia ou com o outro atacante.

No intervalo, insatisfeito com o desempenho defensivo do meio-de-campo, Leão trocou Márcio Araújo por Rafael Miranda (e Lopes por Alessandro). Desta maneira, com Rafael pela esquerda, ao lado de Renan, o losango foi desfigurado e o setor reforçado. E Carlos Alberto ficou mais solto para apoiar.
Agora o próximo adversário é o Vitória. No entanto, antes disso, tem o clássico contra o Cruzeiro pela final do estadual.
Com Renan de cabeça-de-área, Carlos Alberto e Márcio Araújo de volantes de escape, Lopes na articulação, e Diego Tardelli e Éder Luís no ataque, o Galo passou pelo Guará sem muito esforço nesta quinta-feira.
A movimentação que chama a atenção na equipe mineira é a do camisa 9. O artilheiro do Brasil até aqui com 23 gols aparece por todos cantos do campo, inclusive no de defesa. Não é raro vê-lo, por exemplo, invertendo de posicionamento com o meia ou com o outro atacante.

No intervalo, insatisfeito com o desempenho defensivo do meio-de-campo, Leão trocou Márcio Araújo por Rafael Miranda (e Lopes por Alessandro). Desta maneira, com Rafael pela esquerda, ao lado de Renan, o losango foi desfigurado e o setor reforçado. E Carlos Alberto ficou mais solto para apoiar.
Agora o próximo adversário é o Vitória. No entanto, antes disso, tem o clássico contra o Cruzeiro pela final do estadual.
Copas do Brasil e Libertadores
Dentre tantos jogos ocorridos nesta quarta-feira, o resultado mais notável foi o 1 a 0 do CSA em cima do Santos em plena Vila Belmiro.
Creio que o Peixe não vai dar importância à eliminação, pois, se não me engano, Vagner Mancini disse que o que interessava nesta semana era a final do Paulistão.
Outra partida memorável foi o 5 a 0 do Colorado sobre o Guarani. Goleada virou rotina. Mais bem encaminhado para o ano do centenário, impossível. Há quem diga que este time é a reencarnação do Rolo Compressor dos anos 40.
Pela Libertadores, sem jogar bem e com Dagoberto novamente avançado na ala direita, o São Paulo buscou a virada contra o América de Calli. Aos trancos e barrancos, vamos ver até onde chega a equipe de Muricy Ramalho.
Já a Raposa de Adílson Batista fez do Deportivo Quito gato e sapato no Mineirão. Só parou no 2 a 0 porque havia uma trave no meio do caminho.
E assim como os outros dois representantes brasileiros que entraram em campo na noite de ontem, o Sport também venceu e assumiu a liderança isolada do seu grupo.
Dos três, o futebol do Cruzeiro tem-se apresentando com maior desenvoltura.
Creio que o Peixe não vai dar importância à eliminação, pois, se não me engano, Vagner Mancini disse que o que interessava nesta semana era a final do Paulistão.
Outra partida memorável foi o 5 a 0 do Colorado sobre o Guarani. Goleada virou rotina. Mais bem encaminhado para o ano do centenário, impossível. Há quem diga que este time é a reencarnação do Rolo Compressor dos anos 40.
Pela Libertadores, sem jogar bem e com Dagoberto novamente avançado na ala direita, o São Paulo buscou a virada contra o América de Calli. Aos trancos e barrancos, vamos ver até onde chega a equipe de Muricy Ramalho.
Já a Raposa de Adílson Batista fez do Deportivo Quito gato e sapato no Mineirão. Só parou no 2 a 0 porque havia uma trave no meio do caminho.
E assim como os outros dois representantes brasileiros que entraram em campo na noite de ontem, o Sport também venceu e assumiu a liderança isolada do seu grupo.
Dos três, o futebol do Cruzeiro tem-se apresentando com maior desenvoltura.
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