Mostrando postagens com marcador Boca Juniors. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Boca Juniors. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, maio 02, 2013

Tite assou Pato na Bombonera

O ponto ideal para ele comer a bola era desde o início. Começar desde o primeiro minuto, para ir engrossando o caldo no andar da carruagem. A equilibrada primeira etapa da peleja era um prato cheio para Pato nadar de braçada. Primeira etapa bastante brigada, é verdade. Mas com muitos espaços para os contra golpes.

Pato, no entanto, entrou em campo com 74 minutos de atraso, somente aos 29 do segundo tempo, quando o placar marcava 1 a 0 para os donos da casa. Ou seja: entrou quando o adversário estava inflamado por sua torcida, quando o jogo estava fervendo, pegando fogo. Resultado: não tocou na bola, e no frigir dos ovos, foi engolido pelo Boca.



Por que Pato ficou na reserva? Também gostaria de saber. Será que está sendo poupado? Mas por quê? Para quê? Pois é. Não entendo. A conclusão que acabo chegando é que Tite está apoiado em seus conceitos, seus "mandamentos", que privilegiam os caras com mais cancha no clube - e que estão, justiça seja feita, em ótima fase. No caso, Emerson (e Romarinho).

Concordo. Difícil abrir mão da experiência e da raça de Sheik num jogo dessa magnitude. Mas se tivesse de ser Emerson e mais dez na Bombonera, que Romarinho pagasse o pato, então (apesar de sua bela atuação). Talvez a melhor alternativa fosse tê-lo guardado para a etapa final, deslocado o camisa 11 para a beirada, e colocado Pato na movimentação do ataque, com Guerrero na referência.

Claro. Falar depois da derrota consumada é mais fácil. No entanto ainda não encontrei um argumento convincente para o ex-Milan, revelado pelo Internacional, ficar na reserva do Corinthians, na Copa Libertadores 2013.

No Twitter. No Facebook.

terça-feira, julho 03, 2012

Pré-jogo: Corinthians vs Boca

Parecido, mas não idêntico. Assim imagino que será o jogo da volta no Pacaembu. Boca com o mesmo time, mesma postura, mesma frieza, e Corinthians com a mesma aplicação tática, porém com posse de bola e marcação por pressão mais intensas.

Não creio que a estratégia de Falcioni será o contra-ataque claro e declarado. Até pela característica de seus jogadores e do critério de desempate (gol fora de casa não conta na final), é difícil imaginar os argentinos fechados em linhas compactadas, exclusivamente à espera de um lançamento de Riquelme para algum dos laterais, Mouche, Erviti ou Silva. Tampouco me parece improvável que Cvitanich (o outro atacante de movimentação do elenco) figure entre os onze, no lugar do centroavante.



Logo, acredito que o Boca, dependendo do placar, quando tiver oportunidade, vai pôr a bola no chão e cadenciar a partida, sempre sendo orquestrado por seu camisa 10. O problema é que futebol se joga só com uma bola, e no Pacaembu, quem vai querer dominá-la será o Corinthians. Resta saber se o Alvinegro vai ter qualidade e paciência para valorizar a posse e construir tramas ofensivas na base dos toques.

Para tal, Danilo será essencial. Com Alex de falso centroavante, e Jorge Henrique e Emerson abertos pelas beiradas, caberá ao 20 o papel de "Riquelme". Será Danilo o principal responsável em manter a posse. Contudo, se os companheiros não aparecerem para servir de opção de passe, se os pontas não se aproximarem, a exemplo de Alex, Paulinho e dos laterais, o artilheiro do Timão na Libertadores com 4 gols pouco poderá fazer.

Honestamente, qualquer um pode sair campeão nesta quarta-feira. Tanto Corinthians quanto Boca têm totais condições de erguer a taça - um pela primeira vez, o outro pela sétima. Se por uma lado os donos da casa contam com o apoio da massa corintiana, por outro os visitantes têm ao seu lado experiência e tradição na competição.

No Twitter. No Facebook.

terça-feira, maio 22, 2012

Pré-jogo: paciência vs contra-ataque

Wellington Nem e Santiago Silva devem ser as novidades da partida desta quarta-feira, no Engenhão. Em jogo, uma vaga nas semifinais da Copa Libertadores da América. No duelo de ida, 1 a 0 para o Boca Juniors, na Bombonera. Por essas e outras, espera-se uma escalação ofensiva por parte de Abel Braga, com o camisa 18 entre eles.

Com Carleto no lugar do suspenso Carlinhos, o treinador tem tudo para abrir o canhoto Nem na direita e o destro Sobis na esquerda, com Thiago Neves por dentro e Rafael Moura na referência (Deco e Fred são desfalques). Entre os pontas, Sobis deve se aproximar de seu xará e arrematar a gol com mais frequência que Nem. Já a dupla de volantes, se o 4-2-3-1 for mantido, deve ser formada por Edinho e Jean, ambos encarregados em prestar atenção dobrada em Riquelme.



Pelo lado dos visitantes, creio em laterais mais presos, em função das presenças de Wellington Nem e Rafael Sobis (se é que vão mesmo existir). Com laterais menos soltos, cabe aos meio-campistas e aos atacantes as tramas de avanço. Portanto, além da dupla de atacantes (Silva e Mouche - ou Cvitanich), Riquelme pode alimentar Rivero e Erviti, dependendo de suas ligeiras ultrapassagens pelos espaços deixados por Edinho e Jean (se forem titulares, claro).

Apesar de ter entre os adversários Juan Román Riquelme, mestre da cadência e da distribuição, no Rio de Janeiro o Fluminense deve ter mais posse de bola e consequentemente menos oportunidades para contra-golpear. Logo, inteligência e paciência serão mais vitais ao Tricolor do que a correria e a velocidade. Ao time argentino, em contra-partida, interessa quase com exclusividade a transição rápida entre defesa e ataque (em regra passando pelo pé do 10).

Mesmo se sair atrás do placar, acredito no Boca focado no contra-ataque, pois até a derrota por 2 a 1 o classifica. Esse panorama só deve mudar em caso de vitória parcial do Flu por mais de dois gols de diferença, imagino eu. Teorias e tentativas de previsão à parte, no entanto, a bola rola para valer às 19h30 (horário de Brasília).

No Twitter. No Facebook.

sexta-feira, abril 20, 2012

Dez pranchetas da Libertadores

Não tenho a pretensão de dizer como os times vão jogar nas oitavas de final, tampouco precisar qual o onze inicial de cada equipe. Além da mudança de atletas, a variação dos esquemas táticos também pode e deve ocorrer. Baseado nas anotações feitas por aqui, no entanto, tento reproduzir o que vi na fase de grupos.

Seguindo a ordem da classificação geral, eis 10 dos 16 oitavo-finalistas da Libertadores 2012, todos devidamente "empranchetados". (Peço "desculpas" a Libertad, Cruz Azul, Emelec, Bolivar, Deportivo Quito e Unión Española por não tê-los registrados no blog. E insisto: a intenção aqui não é dar o veredicto sobre os times, e sim dar uma ideia de como eles jogam ou podem jogar.)





















No Twitter. No Facebook.

quinta-feira, abril 12, 2012

Boca cala Flu no Engenhão

Taticamente, confronto espelhado no Rio. Tanto Fluminense quanto Boca Juniors atuaram no 4-4-2 em losango. Portanto os duelos individuais do meio-campo ficaram bem definidos: Edinho vs Chavez, Deco vs Erviti, Diguinho vs Ledesma e Thiago Neves vs Erbes.

Semelhança também no setor ofensivo. De um lado Santiago Silva e do outro Fred, na referência. Já na movimentação, Wellington Nem pelo lado tricolor, Cvitanich pelo lado azul e ouro. A mobilidade de Nem foi maior, porém Cvitanich levou vantagem na eficiência. Foi dele o primeiro gol xeneize.

Quanto aos laterais, nem tanta semelhança assim. Pelo contrário. Se Bruno e Carlinhos, alternadamente, avançaram com alta frequência, Clemente Rodríguez e Roncaglia foram mais contidos.



Para fugir da marcação de Erbes, imagino, Thiago Neves em regra tentou desafogar pela esquerda. Entretanto, no frigir dos ovos, foi apagada a partida do camisa 7. Chavez, o outro enganche do embate, em contrapartida, também não se descatou tanto.

Edinho, o cabeça de área do Flu, fez péssimo primeiro tempo e foi para o chuveiro no intervalo. Na vaga dele entrou Jean, que passou a ocupar o lado direito do losango, com Deco à esquerda e Diguinho recuado, centralizado, no posição do 5.

A substituição que aparentemente iria surtir efeito, não surtiu. Nesse novo posicionamento, Jean e Deco eram, na teoria, os apoiadores do time. Na prática, porém, pouco apoiaram, pouco chegaram à frente, pouco encostaram em Thiago Neves, em Wellington Nem, em Fred (Rafael Moura), nos laterais. Salvo engano, não chegaram a penetrar na área adversária na etapa final.

Mais aplicado, dedicado e concentrado, no fim das contas o Boca foi superior nos 90 minutos, construiu o 2 a 0 por merecimento e voltou a Buenos Aires com presença garantida nas oitavas de final.

No Twitter. No Facebook.

quarta-feira, fevereiro 24, 2010

sexta-feira, janeiro 15, 2010

Azul e ouro por acaso

Em 1905 um grupo de jovens imigrantes italianos decidiu fundar um clube de futebol.

O nome seria o mesmo do bairro.

E as cores seriam escolhidas ao acaso: a bandeira do primeiro navio que atracasse no porto de Buenos Aires pintaria o uniforme do time.



No 105º aniversário do Boca, a Nike lança uma camisa em referência à Suécia, que, ao contrário dos resultados recentes da equipe, tem tudo para fazer sucesso.

segunda-feira, dezembro 21, 2009

Os times da década

Em matéria de títulos não há o que contestar: São Paulo, Boca Juniors e Barcelona foram os times mais vencedores da década, no Brasil, na América do Sul e na Europa, respectivamente.



O Tricolor do Morumbi foi campeão da Libertadores e do Mundial em 2005, e faturou o tricampeonato brasileiro. O Boca, além de cinco nacionais, ganhou nada menos que quatro Libertadores e dois mundiais. E o Barça, o tri espanhol, duas Ligas do Campeões e o Mundial de Clubes.

Um triangular entre eles não seria nada mal.

quarta-feira, outubro 01, 2008

Inter x Boca, a hora da revanche

Internacional e Boca Juniors se classificaram às quartas-de-final da Copa Sul-Americana, e agora vão se enfrentar.

No entanto não será a primeira nem a segunda vez que as equipes medem forças nesta competição.


O time argentino eliminou o brasileiro na semifinal de 2004, e nas quartas-de-final de 2005.

Em 2004 foi 4 a 2 Boca na Bombonera, e 0 a 0 no Beira-Rio.

E em 2005 deu Inter 1 a 0, em Porto Alegre, e em Buenos Aires, Boca 4 a 1.

quinta-feira, junho 05, 2008

quarta-feira, junho 04, 2008

Regulamento na mão e bola no pé

Algumas declarações como a de Luiz Alberto me preocupam. Diz ele que o Fluminense deve entrar em campo "como se estivéssemos perdendo".

Se tem uma coisa que o Tricolor não deve fazer é ir pra cima do Boca com tudo. O 2 a 2 na Argentina deu ao time brasileiro uma boa vantagem, e essa vantagem tem de ser lembrada. O Flu tem que jogar com o regulamento embaixo do braço, para não fazer como o Flamengo na partida contra o América. Se for pra cima com tudo, o Boca mata no contra-ataque.

Outra declaração me soa ilusória:

O Flu é forte no Maraca, não resta dúvida. Mas uma das grandes virtudes desse Boca Juniors é jogar fora de casa com naturalidade, frieza e racionalidade.

O jogo será duríssimo, por isso o Fluminense precisa é de muita calma. E seriedade. Porque bola para eliminar o Boca, o Flu tem.

quarta-feira, maio 28, 2008

É a hora da revanche

Boca Juniors e Fluminense se enfrentaram apenas uma vez na história.

Foi um amistoso em 1º de julho de 1956.

O estádio do San Lorenzo foi o palco, e o time argentino venceu o Flu por 3 a 1.

Antonio Valentín Angelillo marcou dois, José Borello, um, e Valdo fez o de honra para o Tricolor Carioca.

'Valdo - Waldo Machado da Silva, natural de Niterói, tornou-se sinônimo de gol para a torcida tricolor. Fazia gols de canela, com chutões desprovidos de dribles ou firulas. Sua genialidade residia justamente na capacidade de não perdê-los. Sua média no clube foi quase de um gol por partida. É o maior artilheiro do Fluminense, com 314 gols em 403 jogos. Atuou pelo clube de 1954 a 1961.'

Que o maior goleador do Fluminense sirva de inspiração a Washington e companhia, para que eles marquem ao menos um golzinho hoje à noite. Nem que seja de canela.

quinta-feira, maio 22, 2008

Atlas 0 x 3 Boca Juniors

Após empatar em Buenos Aires por 2 a 2, ir ao México e enfiar três no Atlas, tratando-se de Boca, não surpreende.

terça-feira, maio 13, 2008

quarta-feira, maio 07, 2008

Boca elimina Cruzeiro no Mineirão

Incrível como o time argentino não se intimida fora de casa. Joga em qualquer campo com uma naturalidade invejável.

Foi assim em Belo Horizonte.

O Boca foi mais eficiente e esperto que a Raposa. Quando teve a bola em posse, soube o que fazer, ao contrário da equipe mineira. Principalmente no primeiro tempo, quando fez 2 a 0 com Palácio e Palermo.

Na segunda etapa o Cruzeiro acordou (tarde), e diminuiu logo aos 10 com um golaço de Wagner. Faltavam 3. Os jogadores celestes ainda criaram várias chances, mas não conseguiram aproveitar. Final: 2 a 1 Boca, na Bombonera, e 2 a 1 Boca, no Mineirão.

Enquanto tiver sua espinha dorsal definida, seus pilares de sustentação, e sua dupla de ataque titular, o Boca Juniors sempre será o favorito à Copa Libertadores.

Fazer o quê?!

Temos que engolir o Boca.

quinta-feira, março 27, 2008

Jogaço pela Libertadores!

A Bombonera foi o palco, e logo aos 22 do primeiro tempo, o Boca Juniors teve um jogador expulso. Até o momento, só dava Boca.

Na seqüência, o Colo Colo surpreendeu e abriu o placar. 1 a 0. Mas continuou só dando Boca.

Logo em seguida, pênalti para o time da casa. Palermo, sempre ele, foi pra bola, e chutou. Para fora.

Minutos depois e, Palermo, sempre ele, marcou de cabeça: Boca 1, Colo Colo 1.

Perto do fim da primeira etapa, os chilenos passaram à frente no placar, e foram para o intervalo com 2 a 1 de vantagem.

No início do segundo tempo, logo aos 4, os xeneizes, de novo, igualaram o marcador: 2 a 2.

O jogo continuava, a todo instante, rico em emoção, raça e técnica. Principalmente por parte da equipe azul e ouro, que ditava as notas, mesmo com um jogador a menos. Até que, lá pelos 30, Palácio fez o terceiro e virou a partida. A partidassa. E a minutos do fim, lembre-se, com um a menos, o Boca fez outro, 4 a 2.

Ainda deu tempo para o Colo Colo diminuir, 4 a 3, e dar números finais ao jogo. Ao jogaço. E são jogaços, como esse, que explicam por que o futebol é o futebol. E por que o Boca é o Boca.

quinta-feira, setembro 27, 2007

O melhor dos melhores?

Graças ao gol de Borges, na Bombonera, o São Paulo eliminou o Boca Juniors da Copa Sul-Americana, ontem, no Morumbi. 2 a 1 Boca em Buenos Aires, 1 a 0 São Paulo em São Paulo.

Este resultado significa que o melhor time do Brasil é melhor que o melhor time da Argentina?

Sei não. O equilíbrio entre as equipes foi muito grande. Mas nos 180 minutos, o líder do Argentinão, apesar de desclassificado, para mim, foi melhor que o líder do Brasileirão.

E para você: O Boca FOI, ou É melhor que o São Paulo? Ou NÃO FOI, e NEM É?

quarta-feira, setembro 26, 2007

A prova final

Se o Boca vem desfalcado, sem Palácio, o São Paulo agradece. E vem completíssimo, do goleiro ao centro-avante. Inclusive, a melhor zaga do Brasil voltará a jogar junta depois de um bom tempo: Alex Silva, Breno e Miranda.

Dizem que não é só a melhor zaga. É o melhor time. É o melhor time do Brasil.

O melhor time do Brasil versus o melhor da Argentina.

Na Recopa, ano passado, o Boca bateu o São Paulo pelos mesmos 2 a 1 na Bombonera. No Morumbi, 2 a 2, e a equipe azul e ouro levantou o caneco.

Os primeiros 90 minutos já foram jogados. Hoje, às 21h45 (Brasília), mais 90 minutos, e a batalha terá sido completada. E aí sim chegaremos à resposta da pergunta: o melhor time do Brasil é melhor que o melhor time da Argentina?

quinta-feira, setembro 20, 2007

Orlando Peçanha

Orlando Peçanha nasceu no dia 20 de setembro de 1935.

Jogou no Vasco da Gama de 1955 a 1960. Formou ao lado de Bellini, tanto no Vasco como na Seleção, uma bela dupla de zaga. Foi campeão carioca em 1956 e 1958.

Orlando também defendeu a camisa do Boca Juniors (1960 a 1964 - campeão argentino em 62 e 64) e do Santos (1965 a 1967 - campeão paulista em 65 e 67).

Pela Seleção Brasileira fez 34 jogos. Foi campeão do mundo em 1958.

Suas maiores virtudes foram a força física, a seriedade e a capacidade de antecipar/adivinhar as jogadas dos atacantes adversários.

Boca Juniors 2 x 1 São Paulo

A muralha tricolor sucumbiu à força dos xeneizes.

O São Paulo provou do próprio feitiço: a marcação serrada.

Na verdade, a forte marcação exercida pelo Boca Juniors é diferente da que o líder do Brasileirão rotineiramente faz no campeonato doméstico. O time azul e ouro marca no campo ofensivo enquanto o time do Morumbi marca no de defesa.

O Boca teve as rédeas da partida nas mãos o tempo todo. Os são-paulinos sentiram que lá embaixo, em Buenos Aires, na Bombonera, o buraco é mais embaixo.

O jogo em si foi fraco tecnicamente. Poucas oportunidades de gol para ambos os lados. Palermo aproveitou-as, marcando os dois gols dos anfitriões. Os visitantes chegaram ao de honra com Borges, a poucos minutos do fim do confronto.

O fato é que o líder do campeonato argentino passeou diante do, teoricamente, melhor time do Brasil. Fato também é que o gol de Borges deu uma sobrevida ao São Paulo, já que o gol fora de casa é critério para desempate.

Agora, taticamente falando, tem uma questão, no time do São Paulo, que ainda não encontrei a resposta. O time de Muricy vem jogando o campeonato brasileiro com Richarlyson e Hernanes formando a dupla de volantes, e Souza e Jorge Vágner nas alas. Hoje, e somente hoje, contra o Boca Juniors, na Bombonera, Richarlyson trocou de papel com Jorge Vágner. O ala jogou de volante, e o volante jogou de ala. Muito provavel (ou não) que o Boca ganharia dos mesmos 2 a 1 se Jorge jogasse na ala e Richarlyson de volante (como jogam sempre). Mas, sinceramente, não entendi o porquê desta troca.