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quinta-feira, maio 26, 2011

Por que Alan Patrick e Maikon Leite

No mata-mata, 1 a 0 em casa é goleada. Mas que o jogo do Santos não fluiu nesta quarta, no Pacaembu, não fluiu.

Depois de encerrada a partida é fácil falar, porém entendo que a escalação inicial contribuiu para a exibição sem sal do Peixe.



Agora é fácil falar, contudo penso que Muricy Ramalho se equivocou ao deixar Alan Patrick no banco. Elano em sua posição não dá a mesma leveza e velocidade na chegada à frente. Embora tenha perdido aquele gol no fim, o camisa 25 entra mais na área que o 8.

Outro que tem que ser titular, para mim, é Maikon Leite. Já no confronto de volta, no Paraguai. Pelo seguinte: Zé Eduardo, em fase pra lá de questionável, não atua como centroavante.

No 4-4-2 em losango do treinador alvinegro, Neymar e Zé Eduardo jogam mais abertos, respectivamente pela esquerda e direita. Sem a bola, ambos voltam à linha do meio-campo. Com ela, dali partem buscando a diagonal ou o corredor lateral.

Para exercer esse papel, Maikon Leite é o melhor nome, pois sabe controlar a bola em velocidade, sabe driblar e finalizar. Para o duelo de Assunção, apostaria nele sem titubear. Ótima arma para o contra-ataque, que deve ser bastante utilizado na semana que vem.

A equipe mais indicada, portanto, sob meu ponto de vista, seria Rafael; Danilo, Edu Dracena, Durval e Léo; Adriano, Elano, Arouca e Alan Patrick; Maikon Leite e Neymar.

terça-feira, maio 24, 2011

Pré-jogo: Santos x Cerro

Se Leonardo Astrada repetir a escalação e o esquema das quartas de final, o confronto desta quarta-feira será espelhado taticamente.

Como ambos jogam no 4-4-2 em losango, os duelos individuais do meio-campo devem ser definidos entre Adriano e Fabbro, Elano e Torres, Arouca e Cáceres, e Alan Patrick e Villarreal.

Caso Alan Patrick não seja liberado, Muricy deve colocar Elano na meia central, Danilo no vértice direito da meia-cancha e Pará na lateral direita, como aconteceu na segunda partida contra o Once Caldas.



Para mim o Peixe tem ficar ligado em três jogadores em especial: Cáceres, Fabbro e Lucero. Não tem que ter medo. Apenas cuidado.

O camisa 8 costuma apoiar pelo corredor direito com perigo, muitas vezes acompanhado de Piris. Diante do Santos, porém, não sei se o lateral-direito terá tanta oportunidade, por causa de Neymar.

Já o 7, o atacante de movimentação da equipe paraguaia, em regra atua aberto pela esquerda. Veloz e habilidoso, o argentino deve ser a opção para os contra-ataques.

E Fabbro é o pé pensante do time. Está longe de ser um Ganso, mas tem qualidade para criar chances aos companheiros, seja a lançamentos longos ou passes curtos, tabelas, etc.

Teorias à parte, a bola rola na prática, no Pacaembu, às 21h50 (horário de Brasília), no jogo de ida da semifinal da Copa Libertadores.