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sábado, março 25, 2017

Top 5 elencos do mundo

Três jogadores por posição. Embora a lista da Copa seja composta de 23 jogadores, optei por três por posição para ampliar o leque. Ainda assim, certamente alguns nomes ficaram de fora.

Os 33 atletas de cada seleção a seguir não necessariamente refletem as escolhas de seus treinadores, tampouco o esquema tático, a distribuição das peças e a ordem de titularidade. De qualquer forma, as cinco pranchetas abaixo servem como referência para comparar os principais elencos do futebol mundial no momento. Na minha visão, eis a ordem:

1. França



2. Brasil



3. Espanha



4. Alemanha



5. Argentina



PS: Entre parênteses, a idade do jogador.

domingo, junho 26, 2016

Griezmann do Atlético na França

Deschamps tem variado entre o 4-3-3 e o 4-2-3-1 na Euro 2016. Na primeira rodada a França atuou com Pogba e Matuidi nas meias e Griezmann e Payet nas pontas do 4-3-3 (Kanté volante). Mas foi só na segunda etapa, distribuída no 4-2-3-1, com Payet pela faixa central e Coman e Martial abertos (Pogba e Griezmann foram sacados), que a equipe da casa engrenou e alcançou a vitória sobre a Romênia.

Já na segunda rodada, contra a Albânia, o treinador francês manteve a estrutura tática que deu mais certo na primeira, com Coman, Payet e Martial na linha de três, Kanté e Matuidi volantes, mais Giroud na referência. Ou seja, iniciou com Pogba e Griezmann na reserva, injustificável e equivocadamente. Ambos entraram no segundo tempo, claro. E com o time postado no 4-3-3, os gols da vitória por 2 a 0 saíram (um deles de Griezmann).

Na terceira rodada, com a vaga nas oitavas já garantida, a França "poupou" uns atletas e atuou com Cabaye volante e Sissoko e Pogba nas meias do 4-3-3. Dessa vez Pogba trabalhou na meia esquerda, onde rende mais e onde joga na Juventus, por exemplo. O problema é que Matuidi é canhoto, e com ambos no XI, geralmente Pogba é "sacrificado" na meia direita, para que Matuidi fique na esquerda. Geralmente. Pois nas oitavas, pelo menos a mim, Deschamps surpreendeu e inverteu eles de lado.

Diante da Irlanda, neste domingo, a França começou com o destro Pogba na meia esquerda e o canhoto Matuidi na meia direita do 4-3-3 (Kanté à frente dos zagueiros; canhoto Griezmann na ponta direita e destro Payet na ponta esquerda). Apesar de não ter feito uma grande partida, Paul Pogba estava nitidamente na sua praia na meia esquerda. Matuidi, em contrapartida, se mostrou relativamente desconfortável na meia direita. Durou até o intervalo. Em desvantagem no placar (Irlanda fez 1 a 0 logo aos 2 minutos de jogo) e com Kanté amarelado, Deschamps voltou para o segundo tempo com uma mudança esperada: trocou o 4-3-3 pelo 4-2-3-1, com Coman na vaga do volante do Leicester. O que não era esperado, pelo menos por mim, era o posicionamento das peças em campo.

Na segunda etapa, Pogba e Matuidi, agora formando a dupla de volantes do 4-2-3-1, inverteram de lado (o futebol de Matuidi cresceu pela esquerda). O que chamou a atenção, no entanto, foi a distribuição dos homens mais da frente: Coman e Payet pelas beiradas e Griezmann por dentro. Isso mesmo. Até então, na competição, quando variou para o 4-2-3-1, Deschamps utilizou Payet pela faixa central. Diante da Irlanda, entretanto, Payet permaneceu à esquerda e Griezmann veio para dentro. E foi por ali, pela faixa central, que ele fez os dois gols da virada sobre os irlandeses. Porque é por ali, pela faixa central, encostando no centroavante, que ele rende mais, sem tanto desgaste defensivo, com maior região de atuação, mais perto da área. É por ali que ele mais se aproxima do Griezmann do Atlético. E é por ali, provavelmente, que ele vai enfrentar a Inglaterra ou a Islândia nas quartas, com Payet na ponta esquerda e Coman na ponta direita (e Pogba e Matuidi volantes, até porque Kanté está suspenso).

terça-feira, dezembro 16, 2014

Thierry Henry encerra a carreira

Poucos jogadores na história têm direito a um Top 50 gols.

Thierry Henry é um deles.



Números do atacante francês:

Monaco (1994-99): 28 gols em 141 jogos.

Juventus (1999): 3 gols em 20 jogos.

Arsenal: (1999-07, 2012): 228 gols em 377 jogos.

Barcelona: (2007-10): 49 gols em 121 jogos.

New York Red Bulls (2010-14): 52 gols em 135 jogos.

Seleção (1997-2010): 51 gols em 123 jogos.

Total: 411 gols em 917 jogos.

Na Champions League, são 50 gols e 15 assistências em 112 partidas.

quinta-feira, julho 03, 2014

Pré-jogo de França vs Alemanha

Neuer não é louco. Na partida diante da Argélia, pelas oitavas de final, ele não atuou praticamente como líbero só para sair bem na foto. Suas saídas do gol, providenciais, diga-se de passagem, se fizeram necessárias, uma vez que a lenta e pesada zaga alemã jogou bastante adiantada, lá em cima, para que o time ficasse compactado. Contra os argelinos, deu certo. Contra os franceses, pode significar a eliminação.

Na minha visão, Löw faz uma cópia mal feita do Bayern de Guardiola e da Espanha de Del Bosque. Já escrevi sobre isso, inclusive (leia aqui). Mas o que mais me incomoda, confesso, não é nem a cópia na cara dura. O que mais me incomoda não é nem a presença de Lahm no meio campo. O que mais me incomoda, eu acho, não é nem a opção por dois zagueiros de ofício nas laterais. O erro maior de Joachim, a meu ver, está na escolha de meias nas pontas. Repare na diferença: os dois pontas da Alemanha são meias (Özil e Götze); já os pontas da França são pontas (Valbuena e Griezmann).



A jogada francesa, convenhamos, está mais do que anunciada: Valbuena e Griezmann puxando os contra ataques, com espaços siderais às costas dos laterais alemães. Como o time alemão valoriza a posse de bola e joga lá em cima, inevitavelmente seu campo defensivo fica vazio, apenas com Neuer fazendo aquele papel de líbero, digamos assim. Logo, na velocidade, é muito provável que os ponteiros da França ganhem praticamente todas da lenta e pesada linha de defesa da Alemanha. E se Neuer não estiver na ponta dos cascos como esteve contra a Argélia, vai catar cavaco, vai ficar a ver navios.

Da Alemanha, não se pode dizer o mesmo. Não se pode esperar essa velocidade toda. Uma vez que seus pontas são meias de ofício, o jogo tende a ser concentrado pela faixa central, ainda mais quando seus laterais têm dificuldade para chegar à linha de fundo. Veja bem, não que Boateng e Höwedes sejam proibidos de chegar à linha do fundo. Não são. Imagino que não são. Porém é inegável que essa não é a praia deles. Em contrapartida, é verdade, a equipe treinada por Löw deve ter a superioridade numérica no meio campo, pois Götze e Özil naturalmente se aproximam por ali. Contudo, não tenho dúvida de que Deschamps preparou seu time para anular a troca de passes alemã, ou ao menos neutralizá-la. Ou seja, é provável que o trio Cabaye, Pogba e Matuidi mais marque do que ataque (sem abdicar das escapadas de Matuidi, claro).

Segundo meu palpite, você sabe, passa a França, justamente pelos fatores apontados nesse post. Mas como você sabe também, futebol é futebol, e no mata-mata qualquer um pode matar, qualquer um pode morrer. Só para deixar claro, não acho que a França seja essa favoritaça toda. Não é isso. Porém, a julgar pelas teimosias de Löw (se Schürrle for titular, por exemplo, a história muda um pouco), e pelo desempenho francês diante da Nigéria, em especial no segundo tempo, com Griezmann na vaga de Giroud, acredito que a França tenha sim um ligeiro favoritismo. Se será confirmado ou não, saberemos nesta sexta, quando a bola rolar no Maracanã, a partir das 13h.

domingo, junho 08, 2014

Duas soluções para o mesmo problema

Pelo visto me enganei. Quando Franck Ribéry foi cortado, disse no Twitter e no Facebook que seu provável substituto era Antoine Griezmann. Neste domingo, no amistoso contra a Jamaica, no entanto, quem ocupou a ponta esquerda do 4-3-3 francês foi Karim Benzema (o melhor em campo, diga-se, com dois gols e uma assistência). Imaginei que o reserva imediato do camisa 7 fosse o jogador da Real Sociedad porque, no amistoso contra a Noruega, na semana retrasada, ele foi o titular (veja aqui a prancheta). O desempenho diante dos jamaicanos (três a zero no primeiro tempo, mais cinco tentos no segundo), todavia, pode indicar a manutenção de Benzema por ali, e Griezmann no banco. (A arte abaixo é da France Football.)



Uma das desvantagens de se ter Benzema na ponta é evidente: poder de marcação. O centroavante do Real Madrid me parece lento e pesado para acompanhar o lateral-direito do outro time. Claro, dependendo do lado direito ofensivo do oponente, isso não significa muita coisa. Ainda mais se a França conseguir impor um misto de valorização da posse de bola com marcação por pressão, lá em cima. Já contra adversários que possuem um lateral-direito leve e arisco (a exemplo de um ponta-direita), a bomba pode estourar no colo de Evra (se Matuidi cobre aquele lado, abre-se espaço no meio, é uma questão matemática). Mas essa talvez seja a única desvantagem. As vantagens, por outro lado, são inúmeras.

A primeira delas também é evidente: poder de finalização. Com ele e Giroud em campo, os franceses contam com dois goleadores, dois atacantes que não pensam duas vezes antes de bater em gol. O fortalecimento da jogada aérea (defensiva, inclusive) com os dois em campo também merece destaque. Outro ponto a favor de Benzema em relação a Griezmann à esquerda, na do Ribéry, é o fato dele ser destro. Griezmann é mais leve, é mais habilidoso, é mais winger que Benzema, sem dúvida, mas é canhoto. O fato de Benzema ser destro cria a possibilidade da puxada para dentro e do chute em gol com a parte de dentro do pé, uma arma letal, vide seus gols em cima da Jamaica.

Existe uma terceira possibilidade, com Giroud, Benzema e Griezmann juntos, que jamais vi na prática, porém em tese me parece pertinente em ocasiões especiais, em eventuais situações de reversão de placar e etc: um 4-4-2 em linha com Valbuena na extrema direita, Griezmann na esquerda, e Benzema e Giroud na frente, além dos dois volantes. O duro é desmontar o trio composto por Cabaye, Pogba e Matuidi, eu sei. Contudo, como disse, é uma alternativa para ocasiões especiais. E o fato dos wingers serem um destro à direita e um canhoto à esquerda, favoreceria os cruzamentos, o chuveirinho, bem-vindo em momentos de desespero.

O desfalque de Ribéry pesa demais, claro. Talvez não pese tanto quanto Falcao García para a Colômbia, mas com certeza pesa mais do que Reus para a Alemanha, por exemplo. Entretanto lamentar não leva a nada, e Didier Deschamps tem duas soluções (ou até três) interessantes em mãos para o problema. Dependendo das características do adversário, pode ser que o treinador opte por Griezmann ou Benzema na ponta esquerda. Seja como for, apesar do empolgantíssimo 8 a 0 na Jamaica, não se espera da França uma campanha pelo título (eu pelo menos não espero, nem com Ribéry). Se a obviedade prevalecer, Les Bleus devem ser eliminados pela Alemanha nas quartas de final. É sabido, no entanto, que o futebol não é um terreno fértil para obviedades.

terça-feira, março 26, 2013

Milhas de vantagem

Deve dar raiva jogar contra a Espanha. Passar a maior parte do tempo correndo atrás deles para tentar roubar a bola, e na maior parte das vezes não ter sucesso. E depois de assistir a muita troca de passes pacientes - que tira a paciência de muita gente - eles vão lá e abrem o placar. Esse panorama só é possível, esse domínio só é viável, porque há muita qualidade técnica, entrosamento e consciência tática no elenco espanhol. E porque há experiência de sobra.

Nesta terça-feira, em Paris, a França foi a vítima da vez.



O plantel também, mas em especial o onze inicial rojo tem muitos quilômetros rodados. Casillas, Piqué, Ramos, Busquets, Alonso, Xavi, Iniesta, Pedro, Villa... Esses caras são os atuais campeões do mundo e da Europa. Não têm medo de cara feia. Não se intimidam nunca, independentemente de quem esteja do outro lado do campo. Pode ser a Argentina de Messi, a Alemanha de Özil, o Brasil de Neymar, a França de Ribéry... Não importa. Nos jogos grandes, a Fúria cresce.

A probabilidade da equipe titular ser essa em 2014 é tão alta quanto sua média de posse de bola. Uma mudança aqui, outra ali, mas em regra os titulares devem ser, no 4-3-3, Casillas; Arbeloa, Piqué, Ramos e Alba; Busquets, Xavi, Alonso; Pedro (ou Silva), Villa (ou Fàbregas) e Iniesta. Sem falar nos nomes do banco de reservas, como Javi García, Mata, Cazorla, Isco... Convenhamos, um time e um elenco de técnica refinada e experiência invejável, com sede de entrar para a história com um legítimo bicampeonato mundial. Quer queria ou não, a Espanha de Del Bosque é uma das favoritas à Copa do Mundo, ao lado de Argentina e Alemanha. Ou será que um pouco à frente?

PS: Veja aqui a prancheta de França 0-1 Espanha.

No Twitter. No Facebook.

terça-feira, junho 22, 2010

O peso extra-campo

Treinador tem que liderar. Veja o caso da França. Faltou um Napoleão.



O papel do técnico vai muito além de treinar e escalar o time. É ele o grande encarregado em fazer com que o espírito de união se dissemine e impregne pelo grupo. É ele o maior responsável em fazer com que seus comandados tenham todos um único objetivo em comum: a vitória.

No episódio francês, Zidane, que já trabalhou com ele, chegou a comentar que Domenech sequer é treinador de futebol. De fato ele peca no quesito técnico, dentro do campo. No entanto o que mais chamou a atenção na vergonhosa campanha francesa foi a falta de orientação da equipe, fora das quatro linhas.

quarta-feira, junho 16, 2010

Pré-jogo: França x México

Se Domenech e Aguirre repetirem as escalações e os esquemas táticos da estreia, os duelos do meio-campo serão bem definidos: Toulalan x Torrado, Diaby x Juarez e Gourcuff x Marquez.

Completarão os enfrentamentos individuais Sagna x Vela, Evra x Giovanni, Govou x Salcido, Ribéry x Aguilar, Anelka x Osorio e Rodriguez, e Gallas e Abidal x Franco.



Uma boa opção para a França é entrar com Malouda desde o início, no lugar de Govou. Que, por sinal, pode mostrar relativo entrosamento com Anelka, companheiro de Chelsea.

Tentativa de previsão à parte, a bola rola nesta quinta-feira em Polokwane às 15h30, horário de Brasília.

sexta-feira, junho 11, 2010

Pós-jogo: Uruguai x França

Tabarez escalou o Uruguai no 3-5-2 com dois volantes e um meia. Victorino e Godin fizeram os papéis de zagueiros da caça, e Lugano da sobra. Gonzalez foi o homem da articulação, ao menos tentou ser, e Forlán e Suárez formaram a dupla de ataque, dividindo os espaços meio a meio.



Domenech adotou o 4-3-3 também com dois volantes e um meia. A diferença é que Diaby saiu muito para o jogo. Em vários momentos o camisa 19 se vestia de meia-esquerda e deixava Toulalan centralizado.

No segundo tempo Henry entrou no lugar de Anelka e Malouda no de Gourcuff. Desta maneira a França teve Ribéry por dentro, Malouda e Govou (depois Gignac) pelas pontas e Henry na referência.

segunda-feira, maio 31, 2010

Os homens da bola parada

Não sei ao certo quem são os batedores ditos oficiais das seleções. Nem mesmo a lista abaixo com os principais nomes (sem Alemanha) é 100% segura.

Mas, em tese, a Seleção está a alguns passos atrás das demais, pelo menos nos lances de tiro direto da entrada da área (se Daniel Alves estiver no banco, diga-se).



Argentina: Verón, Messi; Brasil: Elano, Michel Bastos; Espanha: Xavi, Fabregas; França: Gourcuff, Henry; Holanda: Sneijder, Van Persie; Inglaterra: Gerrard, Lampard; Itália: Pirlo, De Rossi; Portugal: Deco, Cristiano Ronaldo.

Em tempos de Zico borbulhando no noticiário, a reclamação por Ronaldinho, no sentido da cobrança de falta, tem fundamento.

quarta-feira, março 03, 2010

França x Espanha: 4-3-3 x 4-5-1?

Confesso que fico confuso. Quando um time atua com dois meio-campistas defensivos, um articulador centralizado, dois homens abertos pelas beiradas e um centroavante, trata-se de um 4-5-1 (4-2-3-1) ou de um 4-3-3 com meio-campo em triângulo (dois volantes e um meia)?

No amistoso desta quarta-feira entre França e Espanha, creio que esta dúvida foi mais sanada que aguçada: a diferença, a meu ver, está na função atribuída aos jogadores dos cantos do campo.

Na França, por exemplo, Henry e Ribéry cumprem o papel de pontas de ofício. Seus movimentos basicamente se restringem a entrar em diagonal ou buscar a linha de fundo.



Já na Espanha, Iniesta e Silva aparecem por dentro em demasia, afunilam o jogo com maior frequência, raramente avançam até o último terço do gramado para cruzar (jogada que cabe aos laterais).

Pelo menos foi com esta impressão que fiquei. Foi o que pude notar.



Mas se por um acaso, ou por uma determinação, os camisas 6 e 21 buscassem menos a faixa central e mais a linha de fundo, ou entrassem mais em diagonal, em direção à área, o sistema seria classificado como um 4-3-3?

Imagino que sim, embora, como admito no início do texto, sigo sem chegar a uma conclusão definitiva (e é evidente que estou aqui para aprender, e toda ajuda é bem-vinda).

A distinção é pequena, porém existe.

Só para registro, na segunda etapa Del Bosque colocou Fernando Torres no lugar de Villa, Xavi no de Fábregas e Albiol no de Puyol - com a mesma planificação tática.

quinta-feira, novembro 19, 2009

quarta-feira, fevereiro 11, 2009

Argentina, de Messi, vence a França

Futebol tem suas peculiaridades. A França esteve bem melhor que a Argentina no primeiro tempo, mas foram os hermanos que abriram o placar. Para a infelicidade dos anfitriões, o desengonçado Gutierrez achou um gol.

Gutierrez que, tal qual Maxi Rodriguez, pouco fez como articulador do time. Os dois atacantes argentinos, Messi e Agüero, ficaram isolados na primeira etapa.

Enquanto isso a França vinha pra cima, principalmente pela direita, com Ribery e Gorcouff suportados pelas subidas de Sagna. Henry, pela esquerda, também entrava em diagonal buscando Anelka.



Na segunda etapa Maradona fez o que deveria ser feito. Já que Gutierrez e Maxi Rodriguez são limitados em matéria de criação, Messi veio buscar o jogo. Além disso Gago, volante com alto potencial de marcação e técnica apurada, se soltou mais, assim como os laterais.



Desta forma a Argentina passou a controlar o amistoso, e passou a régua num contra-ataque tramado por Tevez e Messi. O camisa 18, como de praxe, foi o melhor em campo.