Diego Cavalieri (Palmeiras)
Paulo Baier (Goiás)
Tiago Silva (Fluminense)
Miranda (São Paulo)
Kléber (Santos)
Josué (São Paulo)
Martinez (Palmeiras)
Pedrinho (Santos)
Acosta (Náutico)
Dodô (Botafogo)
Josiel (Paraná)
Concorda?
Se não, quais substituições você faria?
segunda-feira, agosto 13, 2007
sábado, agosto 11, 2007
O bom pai à casa torna
A aposta em Alexandre Gallo não deu certo.De cada dez colorados, onze queriam a demissão do treinador.
Só os gremistas que não.
O técnico, que já vinha sendo cozinhado, foi mandado embora.
E, pela quinta vez, Abelão volta ao Gigante da Beira-rio.
Em menos de quatro meses, quem estava sendo mandado embora era o próprio Abelão.
De fato, o começo desta temporada para o campeão do mundo foi pífea.
Muitos culparam Abel Braga, e queriam vê-lo londe do Inter.
A culpa foi do planejamento mal-feito. Abel pode ter tido participação no errôneo planejamento, mas ele não deveria ser demitido, embora muitos torcedores achassem que já tinha chegado sua hora.
Gallo não deu certo.
E Abel, o treinador que conquistou os títulos mais importantes da história do Colorado, está de volta.
quinta-feira, agosto 09, 2007
Um vale mais que dois
"Apesar da idade, Pato é muito maduro. Representa o futuro de nosso ataque ao lado de Gilardino.", disse o técnico do Milan.
Ancelotti, na boa, é melhor o Pato jogar sozinho.
Ancelotti, na boa, é melhor o Pato jogar sozinho.
Alvinervos à flor da pele
Passados cinco minutos após o pontapé inicial, os alvinegros logo se deram conta de que os tricolores não tinham ido ao Rio à passeio.
O São Paulo, com um toque de bola à la Parreira, não deixou o Botafogo tocar na tão desejada redonda. E a esperada pressão inicial do Glorioso em cima do time visitante inexistiu.
Este fato, aliado às provocações de Leandro, tirou os nervos e a cabeça dos jogadores do Fogão do lugar.
A começar por Luciano Almeida, que na partida de ontem foi um Sandro Goiano potencializado. Encrencou com Breno, deixou o cotovelo levemente, mas deixou, na cara de Leandro, e quebrou a canela de Reasco. É verdade que o lateral-direito são-paulino teve a sorte de prender as travas da chuteira no irretocável gramado do Maracanã, mas o fato é que Luciano Almeida quebrou, literalmente, o atleta equatoriano.
"Calma, Luciano! Calma!", gritava Cuca, desesperado e preocupado na lateral do campo. Só esqueceu de gritar "Calma, Túlio! Calma!"
Leandro, que levara um cotovelaço, de raspão, é verdade, mas cotovelaço na cara, não saiu com seu bonito rosto intacto. Lá pelas tantas do segundo tempo, com 1 a 0 contra no placar, Túlio acariciou a faceta do atacante são-paulino com sua caneleira. Foi expulso. Cartão vermelho direto. E o Botafogo ficou com oito em campo. Oito? É. Oito. André Lima e Dodô, os goleadores natos, só apareceram na escalação e nas entrevistas pós-jogo, e olhe lá.
Toda a truculência (surpreendente, diga-se) dos jogadores do Botafogo não foram encorajadas por Cuca. Não, ao menos, na frente das câmeras e dos microfones, ao contrário de Joel Passat.
Depois ainda deu tempo para Leandro, o vilão/herói (depende do seu ponto de vista) do jogo, anotar o segundo tento do Tricolor, pregando de vez o caixão dos anfitriões.
O fato é que o time de Muricy soube anular o ofensivo (e ontem, agressivo) time de Cuca, conquistou sua sexta vitória consecutiva, e, neste momento, é apontado como o favorito a levantar o Campeonato Brasileiro.
Porém, óbvio, ainda tem muita bola (e sangue) para rolar.
O São Paulo, com um toque de bola à la Parreira, não deixou o Botafogo tocar na tão desejada redonda. E a esperada pressão inicial do Glorioso em cima do time visitante inexistiu.
Este fato, aliado às provocações de Leandro, tirou os nervos e a cabeça dos jogadores do Fogão do lugar.
A começar por Luciano Almeida, que na partida de ontem foi um Sandro Goiano potencializado. Encrencou com Breno, deixou o cotovelo levemente, mas deixou, na cara de Leandro, e quebrou a canela de Reasco. É verdade que o lateral-direito são-paulino teve a sorte de prender as travas da chuteira no irretocável gramado do Maracanã, mas o fato é que Luciano Almeida quebrou, literalmente, o atleta equatoriano.
"Calma, Luciano! Calma!", gritava Cuca, desesperado e preocupado na lateral do campo. Só esqueceu de gritar "Calma, Túlio! Calma!"
Leandro, que levara um cotovelaço, de raspão, é verdade, mas cotovelaço na cara, não saiu com seu bonito rosto intacto. Lá pelas tantas do segundo tempo, com 1 a 0 contra no placar, Túlio acariciou a faceta do atacante são-paulino com sua caneleira. Foi expulso. Cartão vermelho direto. E o Botafogo ficou com oito em campo. Oito? É. Oito. André Lima e Dodô, os goleadores natos, só apareceram na escalação e nas entrevistas pós-jogo, e olhe lá.
Toda a truculência (surpreendente, diga-se) dos jogadores do Botafogo não foram encorajadas por Cuca. Não, ao menos, na frente das câmeras e dos microfones, ao contrário de Joel Passat.
Depois ainda deu tempo para Leandro, o vilão/herói (depende do seu ponto de vista) do jogo, anotar o segundo tento do Tricolor, pregando de vez o caixão dos anfitriões.
O fato é que o time de Muricy soube anular o ofensivo (e ontem, agressivo) time de Cuca, conquistou sua sexta vitória consecutiva, e, neste momento, é apontado como o favorito a levantar o Campeonato Brasileiro.
Porém, óbvio, ainda tem muita bola (e sangue) para rolar.
quarta-feira, agosto 08, 2007
Ataque contra defesa?
O Botafogo tem o melhor ataque da competição: 35 gols marcados, em 16 partidas.
O São Paulo tem a melhor defesa: 7 gols sofridos, em 17 jogos.
Será o clássico desta noite marcado pelo ataque alvinegro tentando furar o paredão tricolor? Ataque contra defesa?
Ou o líder não se deixará intimidar pela torcida adversária, nem pelo ataque adversário, e irá jogar de igual para igual, em pleno Maraca?
Ou será um jogo de ataque contra contra-ataque? Botafogo atacando, São Paulo contra-atacando?
Não sei. Todas hipóteses são válidas.
O resultado mais possível?
Para mim, o empate.
O São Paulo tem a melhor defesa: 7 gols sofridos, em 17 jogos.
Será o clássico desta noite marcado pelo ataque alvinegro tentando furar o paredão tricolor? Ataque contra defesa?
Ou o líder não se deixará intimidar pela torcida adversária, nem pelo ataque adversário, e irá jogar de igual para igual, em pleno Maraca?
Ou será um jogo de ataque contra contra-ataque? Botafogo atacando, São Paulo contra-atacando?
Não sei. Todas hipóteses são válidas.
O resultado mais possível?
Para mim, o empate.
segunda-feira, agosto 06, 2007
Traumatismo ucraniano
Jadson, Brandão, Luiz Adriano e Fernandinho.
Você lembra deles?
Eu lembro de alguns. Mas não tenho certeza.
Tenho certeza de um: Luiz Adriano era do Inter.
Fernandinho é o aquele que era do Atlético-PR?
Deve ser.
Jadson e Brandão, perdoe minha ignorância, ó, bravos leitores, mas não sei quem são.
Na verdade, até posso saber, no fundo, bem no fundo escuro da minha fraca memória.
Mas faz tempo que não os vejo jogar (se é que já vi algum dia).
E, por quê?
Ora, porque eles jogam no Shakhtar Donetsk! (O mesmo time que Elano jogava. Só mesmo Dunga para ver (será que viu?) jogos deste time para convocar o ex-santista. E a convocação lhe rendeu uma transferência. Lembra do gol contra a Argentina, em plena Inglaterra? Pois é. O gol impressionou os ingleses, "Who is Elano!?", e o Manchester o contratou. O City, é verdade, mas Manchester.)
Mas, dexemos o volante (é volante!) para lá, e voltemos ao time obscuro da Ucrânia.
A mais recente contratação brasileira deste time é o ex-lateral do São Paulo, Ilsinho.
Jogador de rara habilidade ofensiva. Dribla qualquer um, qualquer dois, qualquer três que tiver na frente. Tem lá seus defeitos defensivos, mas é um baita jogador. Jogador de Barcelona, de Milan, de Manchester. United. Não jogador de Shakhtar Donetsk.
Tudo bem, é verdade. Ele deve ganhar o dobro, o tríplo do que ganhava no São Paulo.
Que fosse o quádruplo!
Mais uma temporada no SPFC, e Espanha, Itália, Inglaterra seria seu destino. E não Ucrânia.
Na Ucrânia ele será esquecido. Esquecido pela imprensa brasileira e pelos torcedores brasileiros, mesmo os não-são-paulinos, porque, de fato, é bonito ver Ilsinho jogar.
Ou melhor, foi bonito ver ele jogar.
São as perdas como essa, de jogadores de primeiro nível, para times nada a ver, que deixam este eterno marido do futebol que vos escreve, traumatizado.
Você lembra deles?
Eu lembro de alguns. Mas não tenho certeza.
Tenho certeza de um: Luiz Adriano era do Inter.
Fernandinho é o aquele que era do Atlético-PR?
Deve ser.
Jadson e Brandão, perdoe minha ignorância, ó, bravos leitores, mas não sei quem são.
Na verdade, até posso saber, no fundo, bem no fundo escuro da minha fraca memória.
Mas faz tempo que não os vejo jogar (se é que já vi algum dia).
E, por quê?
Ora, porque eles jogam no Shakhtar Donetsk! (O mesmo time que Elano jogava. Só mesmo Dunga para ver (será que viu?) jogos deste time para convocar o ex-santista. E a convocação lhe rendeu uma transferência. Lembra do gol contra a Argentina, em plena Inglaterra? Pois é. O gol impressionou os ingleses, "Who is Elano!?", e o Manchester o contratou. O City, é verdade, mas Manchester.)
Mas, dexemos o volante (é volante!) para lá, e voltemos ao time obscuro da Ucrânia.
A mais recente contratação brasileira deste time é o ex-lateral do São Paulo, Ilsinho.
Jogador de rara habilidade ofensiva. Dribla qualquer um, qualquer dois, qualquer três que tiver na frente. Tem lá seus defeitos defensivos, mas é um baita jogador. Jogador de Barcelona, de Milan, de Manchester. United. Não jogador de Shakhtar Donetsk.
Tudo bem, é verdade. Ele deve ganhar o dobro, o tríplo do que ganhava no São Paulo.
Que fosse o quádruplo!
Mais uma temporada no SPFC, e Espanha, Itália, Inglaterra seria seu destino. E não Ucrânia.
Na Ucrânia ele será esquecido. Esquecido pela imprensa brasileira e pelos torcedores brasileiros, mesmo os não-são-paulinos, porque, de fato, é bonito ver Ilsinho jogar.
Ou melhor, foi bonito ver ele jogar.
São as perdas como essa, de jogadores de primeiro nível, para times nada a ver, que deixam este eterno marido do futebol que vos escreve, traumatizado.
sexta-feira, agosto 03, 2007
O sucessor
Durante longos e vitoriosos anos, Roberto Carlos e Cafu foram os donos das camisas 6 e 2.
Após a Copa da Alemanha, todos perceberam que não dava mais para eles. Há quem diga que eles não deveriam ter sido titulares na Copa. Mas, tudo bem. É passado.
Hoje, estamos em busca destes novos laterais. Não creio que Maicon seja o substituto de Cafu. Nem que Gilberto substituirá Roberto Carlos à altura.
Outro jogador que foi colocado na berlinda após junho do ano passado foi Ronaldo. Carreira mais que brilhante defendendo, ou melhor, atacando pela Seleção. Mas na Alemanha, deixou a desejar, por causa de sua forma de jogador de truco.
Um ano depois, ainda não se encontrou o cara, o eterno camisa 9, o centro-avante matador, que vai ocupar o lugar de Ronaldo na Seleção. Vágner Love, por amor de Deus, não é o cara. Nem Fred. Nem Adriano.
Nem Afonso.
Se nas laterais ainda não temos os caras, na frente temos. O futuro camisa 9, o centro-avante matador, o sucessor de Ronaldo, é seu futuro companheiro de clube.
Não estou aqui querendo pendurar as chuteiras de Ronaldão antes do tempo, até porque, em forma (de jogador de futebol), ele ainda tem muitos gols para marcar. Mas, o fato é que o cara que vai ocupar seu posto se chama Alexandre Pato.
Os dois terão tempo para conversar. Ronaldão terá tempo para passar as malícias e artemanhas de um jogador de futebol, de um jogador de Seleção, de um artilheiro de Seleção. Pato, no dia a dia, imagino eu, vai aprender muito com Ronaldo.
E, com o tempo, vai ser o próximo Ronaldo.
Após a Copa da Alemanha, todos perceberam que não dava mais para eles. Há quem diga que eles não deveriam ter sido titulares na Copa. Mas, tudo bem. É passado.
Hoje, estamos em busca destes novos laterais. Não creio que Maicon seja o substituto de Cafu. Nem que Gilberto substituirá Roberto Carlos à altura.
Outro jogador que foi colocado na berlinda após junho do ano passado foi Ronaldo. Carreira mais que brilhante defendendo, ou melhor, atacando pela Seleção. Mas na Alemanha, deixou a desejar, por causa de sua forma de jogador de truco.
Um ano depois, ainda não se encontrou o cara, o eterno camisa 9, o centro-avante matador, que vai ocupar o lugar de Ronaldo na Seleção. Vágner Love, por amor de Deus, não é o cara. Nem Fred. Nem Adriano.
Nem Afonso.
Se nas laterais ainda não temos os caras, na frente temos. O futuro camisa 9, o centro-avante matador, o sucessor de Ronaldo, é seu futuro companheiro de clube.
Não estou aqui querendo pendurar as chuteiras de Ronaldão antes do tempo, até porque, em forma (de jogador de futebol), ele ainda tem muitos gols para marcar. Mas, o fato é que o cara que vai ocupar seu posto se chama Alexandre Pato.
Os dois terão tempo para conversar. Ronaldão terá tempo para passar as malícias e artemanhas de um jogador de futebol, de um jogador de Seleção, de um artilheiro de Seleção. Pato, no dia a dia, imagino eu, vai aprender muito com Ronaldo.
E, com o tempo, vai ser o próximo Ronaldo.
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