Primeiro, as perdas de Maurício Ramos e Pierre, que desestruturam a equipe. Reflexo da fragilidade do elenco, que não teve peças de reposição à altura (embora, justiça seja feita, esta tese de não ter substituto à altura se aplica mais à dupla de meias).

E o segundo motivo, talvez imposto pelo primeiro, foi a mudança do plano tático do time. A grande fase do Palmeiras na competição tinha Diego Souza quase como segundo atacante, num 3-6-1 bastante eficiente.
Não que o declínio alvi-verde se deva apenas a estas duas razões. Mas elas, a meu ver, têm sua parcela de culpa.







