segunda-feira, junho 30, 2008

Felipão quer Ronaldinho

O Chelsea, que já fechou com o meio-campista Deco, agora está atrás de Ronaldinho, e Big Phil não poupará esforços para contratá-lo.

Embora o Barcelona queira 25 milhões de libras pelo jogador, Felipão crê que Ronaldinho saia por cerca de 15 milhões, segundo a página do The Sun.


Aparentemente, salário não seria problema. Ronaldinho não ganharia remunerações estelares como em carnavais passados. Receberia não mais que as míseras 130 mil libras semanais que o capitão do time John Terry embolsa.

Parece que o dinheiro não é o problema por lá. Se de fato não for, a chance de um dos maiores jogadores da história do futebol mundial ir para o clube londrino é alta, não só pelo possível acordo nas cifras, mas sim, principalmente, por causa de Felipão, que além de brasileiro, e gaúcho, é técnico habituado a montar equipes vencedoras.

Seleção da Euro 2008

Boa parte das seleções desta Euro jogou no 4-2-3-1. Por isso (e também porque é meu favorito) esse foi o esquema que adotei para a Seleção da Eurocopa:

Onde estão os meias, os atacantes?

O volante espanhol Xavi Hernandez foi eleito pela UEFA o melhor jogador da Euro 2008.

Na Copa do Mundo da Alemanha, há dois anos, a FIFA elegeu o zagueiro italiano Fabio Cannavaro como destaque da competição. E há seis, na Copa de 2002, o goleiro alemão Oliver Kahn foi o escolhido.

Goleiros, zagueiros, volantes...

Os grandes meias, meia-atacantes e atacantes têm passado desapercebidos nas principais competições internacionais entre seleções, recentemente.

Obina é melhor que Eto'o?

Que Eto'o, não.

Mas que Souza, sim.

Parem com a paradinha!

A paradinha é desleal.

É típica do jeitinho, da malandragem brasileira.

Por isso bater pênalti assim virou moda por aqui.

Mengão, líder isolado

Vários times vão perder, ou deixar de ganhar, pontos na Ilha do Retiro.


O Flamengo, agora líder isolado, ganhou três. Nos pontos corridos, isso faz diferença.

domingo, junho 29, 2008

Espanha, campeã da Euro 2008

A seleção espanhola, representante do futebol-arte, foi, na final da Euro, muito superior tecnicamente à seleção da Alemanha, discípula do futebol-força.

Mas foi com o veneno alemão, a força, o vigor físico, que a Espanha marcou o único gol, no principal lance da partida:


Fernando Torres (1.86 metros, 78 quilos), na explosão, na raça, na insistência, ganhou de Lahm (1.70, 62 kg) no mano a mano, saiu na cara do gol, tirou a bola de Lehman, e marcou o tento do título.

A Espanha foi, e é, mais técnica e habilidosa que a Alemanha. Mas foi graças à força, à disparidade física entre Lahm e Torres, que a Fúria chegou ao bicampeonato europeu.

50 anos do redescobrimento do Brasil

Podem falar da Hungria de Kocsis e Puskas, da Holanda de Cruyff e Neeskens, ou até mesmo do Brasil de Tostão e Rivelino. Podem falar. Mas a mais colossal seleção que já pisou nos gramados da Terra foi a brasileira de 1958.


Seleção que colocou ao mesmo tempo entre as quatro linhas heróis como Nilton Santos (o melhor lateral-esquerdo da história), Didi (o maestro mestre do meio-campo), Garrincha (o gênio), Pelé (o maior). Seleção que mostrou ao mundo como que se joga bola, que mostrou ao mundo como se transforma um esporte violento em arte. Seleção que revelou ao mundo, Sua Majestade.

A vitória de 1958 foi a mais importante não só porque foi a primeira, mas também porque ultrapassou as barreiras desportivas: Ela fez com que os europeus redescobrissem o Brasil. Ela colocou o nosso país no mapa. E, principalmente, ela enterrou, ao menos por algum momento, o complexo de inferioridade, o complexo de vira-lata de Nelson Rodrigues, que assolava a calejada população brasileira.

sábado, junho 28, 2008

Michael Ballack, o azarado

Ballack está lesionado e é dúvida para a final da Euro. Sorte dos espanhóis.


Caso seja cortado, não será a primeira vez que ele não participa do granfinale. Em 2002, na final da Copa do Mundo, o principal jogador da Alemanha também ficou de fora. Sorte de nós, brasileiros.

Vasco, Gigante

O Vasco da Gama era, e ainda é, um dos clube mais odiados pelos torcedores brasileiros, por causa de Eurico Miranda. Que mamou nas tetas vascaínas durante décadas, que apequenou a família cruzmaltina, que se apossou e quase extinguiu o Clube de Regatas Vasco da Gama.

Quem sabe agora, sem Eurico, o Gigante da Colina volte a ser adorado, volte a ser dos vascaínos. Volte a ser gigante.

sexta-feira, junho 27, 2008