segunda-feira, junho 07, 2010

Troca de peixe grande

Tá no SPORT: Ibrahimovic pode parar no City e Robinho no Barça.



Até a abertura da janela, e durante ela, muitos nomes serão ventilados nos grandes clubes da Europa. Não sei o nível de verossimidade desta notícia que envolve o camisa 7 do Santos, contudo ela faz sentido.

Robinho chegaria para assumir a ponta esquerda, Villa ficaria na referência, Ibra seria o 9 dos Citizens (e Adebayor?), e o Barcelona ainda ganharia uns trocados, porque, pelo menos hoje, o valor de mercado do sueco é mais alto.

PS.: Esse papo de Robinho na Catalunha vem desde janeiro.

sábado, junho 05, 2010

Pintura alaranjada

O destro Elia seria o ponta-esquerda titular da minha Holanda. No 6 a 1 sobre a Hungria, o jogador do Hamburgo marcou um belo gol.



Completariam o time, do meio pra frente, De Jong, Van Bommel e Sneijder na meia-cancha, o canhoto Robben na ponta direita e Van Persie na referência. Van der Vaart e Kuyt seriam banco.

Ronaldinho, Pato e Luís Fabiano?

O Milan precisa de um centroavante. De um goleiro e de dois laterais também. Mas de um centroavante. Ou melhor: de um atacante. Porque, apesar de não jogar como um 9, nada menos que o substituto de Ronaldo na Seleção já está lá: Alexandre Pato.



Se Luís Fabiano for contratado, como se noticia, e se o 4-3-3 for mantido inflexivelmente, o 80 continuará na ponta esquerda e o 7 na direita (número de ponta-direita, por sinal). Na época de Ancelotti, aliás, Pato se recusou a operar como ponteiro. Foi Leonardo quem o convenceu. Para minha surpresa, o ex-Inter se saiu bem como tal. Contudo, na minha visão, ele rende mais para o time como centroavante.

Tratando-se de um clube de ponta da Europa, pelo menos no setor ofensivo, estranhos no ninho são Huntelaar, Borriello e Inzaghi (e a falta de ambição de Ronaldinho). Luís Fabiano é uma bela tacada. Mas eu, por exemplo, contrataria um Nilmar para jogar na ponta direita (onde atua no Villarreal) e retornaria Pato ao centro.

Rossi dá adeus ao Mundial

Ferdinand, Drogba, Robben. Nem Rossi escapou da bruxa.



Quem será o próximo?

sexta-feira, junho 04, 2010

Duas opções para o Verdão

Confesso que desconheço a variação do 4-4-2 utilizada por Parraga no Palmeiras. Só sei que, com a chegada de Kléber, a presença de uma dupla legítima de atacantes será constante, sem necessidade de improvisos.

A julgar pelo elenco alviverde, penso em duas possibilidades. Uma com dois volantes e dois meias. Desta maneira Lincoln e Cleiton Xavier dividiriam a responsabilidade de abastecer os homens da frente e de aparecer na área para finalizar.



Já Marcos Assunção (ou Márcio Araújo) teria a liberdade para avançar e a obrigação de cobrir Vítor, em especial quando os dois laterais subissem ao mesmo tempo.

Outra alternativa seria o losango no meio-campo, com Pierre (ou Edinho) como cabeça-de-área autêntico, Marcos e Cleiton no apoio, Lincoln como meia-armador ou ponta-de-lança, depende de sua particularidade, e Kléber e Ewerthon na movimentação ofensiva, sem uma referência fixa.



Só não imagino um time com três zagueiros, porque desta forma a meia-cancha ficaria com um jogador a menos, nem com apenas um atacante, porque não há no plantel um centroavante típico.

Baseado nas características dos altetas que estão no grupo, a meu ver a estrutura tática mais aconselhável é o 4-4-2, em losango ou quadrado. Em linha, não.

A defesa é o melhor ataque

Se tinha uma dupla de zaga que podia fazer frente à do Brasil era a da Inglaterra com Terry e Ferdinand, apesar da temporada irregular deste último. Agora, sem o zagueiro do Manchester United no caminho, Lúcio e Juan compõem o miolo de defesa mais notável da Copa.



Se considerarmos que o grande goleiro da atualidade é brasileiro, e que Maicon é o melhor lateral-direito do mundo, pode-se dizer que o setor defensivo da Seleção é, em tese, o mais poderoso do torneio. O ponto vulnerável desta linha seria Michel Bastos, que não é nenhum primor na hora de defender.

quinta-feira, junho 03, 2010

Espelho tático na Arena da Baixada

Tanto Atlético quanto Botafogo atuaram no 3-5-2 em triângulo (dois volantes e um meia), no 3 a 2 para o time da casa disputado nesta quarta-feira.

Pelo lado rubro-negro, Manoel e Rodolpho foram os zagueiros da caça, Leandro o da sobra, Chico o primeiro e Alan Bahia o segundo volante, Paulo Baier o articulador central, e Bruno Mineiro e Maikon Leite formaram a dupla de ataque.

Pelo lado alvinegro, Túlio Souza sentiu o ombro logo aos 3 minutos da primeira etapa e foi substituído por Sandro Silva, que entrou para executar a função de segundo homem da meia-cancha.



Ainda no primeiro tempo, com 1 a 0 em desvantagem no placar, Carpegiani sacou Leandro e colocou o meia Branquinho, ex-Santo André. O esquema foi mantido, com Chico recuado à zaga, e o camisa 10 funcionando como um segundo volante, fazendo o vai-e-vem. Desta maneira Paulo Baier se distanciou um pouco da forte marcação de Leandro Guerreiro.

quarta-feira, junho 02, 2010

Possibilidade pertinente na Seleção

São vários os times que jogam no 4-3-3: o Barcelona, o Milan, a Internazionale, o Chelsea, o Porto. O Santos, o Villarreal. No Submarino, aliás, Nilmar é ponta-direita, a exemplo de Robinho no Peixe - que só não atua do outro lado porque encontrou por lá um ponta-esquerda dos raros.

O 4-5-1 (4-2-3-1) treinado por Dunga e Jorginho não é ruim. Longe disso. É uma equipe muito entrosada, compacta, consciente e obediente, que tem no contra-ataque seu ponto forte, e na defesa seu porto seguro.



No entanto o sucesso da Seleção e a coerência de seu comandante não inibem a criação de devaneios como pensar numa esquadra com Robinho e Nilmar pelas beiradas (como o fazem em seus clubes), Luís Fabiano na referência, Kaká por dentro, Felipe Melo e Gilberto Silva presos feito cães-de-guarda, e dois laterais incentivados a avançar.

terça-feira, junho 01, 2010

Fluminense bem cotado

Dos 38 votos computados na enquete, 48% indicam que o Flu vai brigar pelo título do Campeonato Brasileiro, 32% que vai lutar por vaga na Libertadores, 18%, por vaga na Sul-Americana, e 2%, contra o rebaixamento.



Fiquei com a segunda opção, mesmo considerando as chegadas de André Luis e Cléber Santana. Mas é claro que, além dos elencos mudarem na janela de verão europeu, a longevidade da competição não permite uma previsão precisa. Contudo, baseado na turma que está aí hoje em dia, vejo uns quatro ou cinco clubes à frente do Tricolor.

Presunção de Brasil x Portugal

No amistoso diante de Camarões, nesta terça, Carlos Queiroz escalou Portugal no esquema tático habitual: o 4-3-3 com um cabeça-de-área, dois meias, dois pontas e um centroavante.



Se estes forem os times no útimo jogo da fase de grupos, os embates individuais serão nítidos: Maicon x Cristiano Ronaldo, Lúcio e Juan x Liedson, Michel Bastos x Simão, Gilberto Silva x Raul Meireles, Felipe Melo x Deco, Kaká x Pedro Mendes, Elano x Duda, Robinho x Paulo Ferreira, e Luís Fabiano x Bruno Alves e Ricardo Carvalho.

É possível que ocorra a inversão dos ponteiros lusitanos, para o camisa 7 jogar em cima do lateral mais fraco do Brasil, em especial no quesito defensivo.

A soma do banco de reservas

A numeração da Copa passada me incomodava. Não ela em si, mas sim sua presença contínua. A maioria das outras seleções, talvez todas elas, menos o Brasil, tinha entre os titulares o camisa 16, o 21, o 14. O 15 ou o 17. A Seleção, não. Era, bem provável, a única entre as trinta e duas escalada bonitinha de 1 a 11.

Eu gosto da escalação de 1 a 11. Ela reflete a equipe titular na cabeça do treinador. Essa prática, porém, revela uma coisa: sou, e creio que boa parte dos brasileiros também é, viciado na chamada 'equipe titular'. Quando um técnico fala que não existem onze titulares, por exemplo, e sim uns quatorze, quinze, dou risada e torço o nariz porque sou maníaco pelo 1 a 11.

A qual conclusão se chega com a lista divulgada nesta terça-feira? Gomes é o segundo goleiro, Michel Bastos e Elano titulares. Esse é o time da estreia contra a Coreia do Norte, o conhecemos de cor e salteado. De 1 a 11. É legítimo. Só não pode haver, a meu ver, pudor, tanto por parta da comissão, da imprensa e da torcida, na hora de promover mudanças no time, seja durante ou entre uma partida e outra. Afinal, no melhor dos mundos, são apenas 7 jogos. O tiro é curtíssimo. Claro que há casos e casos, todavia se o "reserva" entra e rende mais coletiva e individualmente, não dá para insistir no "titular".