E para coroar sua exibição, abriu o placar após grande lance individual. Ganhou de dois marcadores na dividida, tirou o goleiro Jéfferson com tranquilidade e finalizou de esquerda com categoria.
Eventualmente o camisa 10 buscou o jogo no meio-campo, mas foi no setor ofensivo que ele mais esteve presente. Jogar por ali, aliás, não é novidade para Diego Souza. Sob o comando de Muricy Ramalho, no Palmeiras, ele desempenhou função semelhante em dados momentos da temporada passada.

Já Bernardo circulou por uma extensa faixa do gramado. Apesar de ter executado um ou outro passe vertical com eficiência, o jovem jogador funcionou mais como um meia-atacante do que um meia-armador, longe de estar restrito ao corredor central apenas.
Entre os números 6 e 8, Eduardo Costa foi quem mais se apresentou à frente, pelo menos no primeiro tempo. No entanto foi Felipe quem deu qualidade ao toque de bola vascaíno, em especial na segunda etapa. Noves fora alguns dribles desconcertantes e objetivos.
Em relação ao futuro, tenho algumas dúvidas quanto à estrutura do time com Alecsandro entre os onze. Se mantiver o 4-4-2 em losango, será que Ricardo Gomes vai escalar Diego Souza no ataque e pôr Éder Luís no banco. Ou vai de Alecsandro e Éder Luís na frente, com Diego Souza na ligação e Bernardo (ou Felipe, Eduardo Costa, Rômulo) na reserva?
Não sei o que se passa na cabeça do treinador do Vasco. Porém, em princípio, eu continuaria com a mesma formação tática (mesmo meio-campo), com Diego Souza no ataque, formando dupla com Alecsandro, e Éder Luís fora. Em princípio.






